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Foram encontradas 40 questões.

Conforme a Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa que NÃO contempla hipótese de pena de demissão a servidor.
 

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Conforme a Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa que NÃO contempla situação de afastamento de serviço, considerada de efetivo exercício do cargo.
 

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Considere as afirmativas abaixo, tendo em vista as disposições da Constituição Federal.

I - É facultado às universidades admitir professores, técnicos e cientistas estrangeiros, na forma da lei.

II - A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.

III - Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil.

Quais estão corretas?

 

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1305994 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Observação: Caso necessário, utilize a Tabela da Distribuição t.

Instrução: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Um especialista em nutrição animal está estudando uma nova ração que dê maior ganho de peso a suínos. A ração que vem sendo utilizada para este fim tem dado ganho médio de peso, por mês, de 8kg. O especialista resolveu testar a nova ração em uma amostra de 20 suínos, obtendo, após um mês de testes, um ganho médio de 9kg, com variância de 4kg 2.

Sabe-se que o ganho de peso em suínos segue a distribuição normal.

Procedendo-se o teste t unilateral adequado para testar se a nova ração dá maior ganho médio de peso em suínos que a ração atualmente utilizada, o valor da estatística de teste e o p-valor aproximados são, respectivamente:

 

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1305108 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas ____ mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança ____ olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos ____ disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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1298786 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Assinale a alternativa que propõe uma substituição contextualmente adequada para a palavra obliterada.
 

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823234 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Uma impressora pode parar de funcionar por problema elétrico ou mecânico, e seu conserto pode ser considerado simples ou complicado. Se o problema é elétrico, o conserto é simples em 10% das vezes. Já se o problema for mecânico, o conserto é considerado simples em 40% das ocorrências. Sabe-se que, dos problemas que ocorrerem com a impressora, 20% são de ordem elétrica.

Qual a probabilidade de que a impressora venha a parar e de que o problema a ser resolvido seja complicado?

 

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817661 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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No que se refere aos diferentes planos amostrais ou métodos de amostragem, analise as afirmações abaixo.

I - Nas amostragens por razão e por regressão, com o objetivo de aprimoramento dos estimadores, incorpora-se a informação da variável auxiliar (X), preferencialmente correlacionada com a variável de interesse (Y).

II - A amostragem estratificada consiste na divisão de uma população em grupos, chamados estratos, segundo alguma característica conhecida da população em estudo, e de cada um desses estratos são selecionadas amostras em proporções convenientes.

III - Num fichário com 1.000 fichas, se nas 20 primeiras seleciona-se aleatoriamente uma ficha e, a partir desta, de 20 em 20, retira-se outra ficha, obtém-se uma amostra composta de 50 fichas, utilizando-se um plano amostral conhecido como amostragem por conglomerados.

Quais estão corretas?

 

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813939 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
As palavras porque, caso e para iniciam, respectivamente,
 

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804246 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Instrução: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Realizou-se um estudo, utilizando-se uma amostra de 32 indivíduos do sexo masculino, com idade acima de 40 anos, para verificar a influência do Índice de Massa Corpórea (IMC), calculado pela relação de peso com altura, idade (anos) e hábito de fumar (sim ou não), na pressão sistólica (mm Hg). Para os dados avaliados, ajustou-se um modelo de regressão múltipla da pressão sistólica (PS) em função do IMC, Idade e hábito de fumar (Fuma).

Os resultados obtidos encontram-se nas tabelas a seguir.

Fontes GL SQ QM F p-valor

Modelo

Erro

3

28

4.889,83

1.536,14

1.629,94

54,86

29,71

<0,0001

Total 31 6.425,97
n 32 R2 0,7609
Desvio padrão 7,4 R2 ajustado 0,7353
Variável GL Parâmetro
estimado
Erro padrão t p-valor

Intercepto

IMC

Idade

Fuma

1

1

1

1

45,103

1,222

1,213

9,946

10,765

0,640

0,324

2,656

4,19

1,91

3,75

3,74

<0,001

0,066

0,001

0,001

Analise as afirmações abaixo, considerando nível de significância igual a 5%.

I - O teste de significância para a regressão linear múltipla, teste F da análise de variância (F = 29,71; p < 0,0001), indica uma contribuição conjunta efetiva do IMC, da idade e do hábito de fumar, na explicação da variação da pressão sistólica.

II - O coeficiente de determinação é 0,7609, indicando que 76,09% da variação na pressão sistólica é explicada pela regressão linear da pressão sistólica em função do IMC, da idade e do hábito de fumar.

III - Os testes de significância para os coeficientes de regressão parciais indicam uma contribuição individual significativa para cada uma das variáveis explicativas (independentes), IMC (p = 0,066), idade (p = 0,001) e hábito de fumar (p = 0,001).

Quais estão corretas?

 

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