Foram encontradas 30 questões.
Considere as afirmações abaixo sobre a preparação e controle de qualidade de cápsulas.
I - As formulações de pó destinadas ao preenchimento de cápsulas devem apresentar principalmente bom fluxo, ausência de adesão e coesividade.
II - As cápsulas são formas farmacêuticas que permitem uma grande variabilidade de dose.
III - Para assegurar a administração de doses corretas, cada unidade do lote de um medicamento deve conter quantidade do componente ativo próxima da quantidade declarada. A uniformidade das doses unitárias de cápsulas pode ser avaliada pela variação de peso e pela uniformidade de conteúdo.
IV - Os desintegrantes são incluídos em formulações para auxiliar a ruptura do invólucro e a distribuição do seu conteúdo no estômago.
Quais estão corretas?
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O sistema MALDI-TOF é uma metodologia moderna utilizada, principalmente, para de micro-organismos. Essa metodologia se baseia na técnica de espectrometria de massa e permite identificar as bactérias em nível de . As principais vantagens dessa metodologia em relação às técnicas tradicionais são a .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima.
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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Considere as afirmações abaixo sobre a validação de metodologia analítica.
I - A recuperação é uma forma de avaliar a exatidão, não podendo ser expressa com o desvio padrão relativo da medida.
II - A precisão intercorrida expressa as variações encontradas nas análises quando são realizadas várias repetições no mesmo dia e não em dias diferentes.
III - Durante o desenvolvimento da metodologia, deve-se considerar a avaliação da robustez. Constatando-se a susceptibilidade do método às variações nas condições analíticas, estas deverão ser controladas e precauções devem ser incluídas no procedimento.
Quais estão corretas?
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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas(a).
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções(b) e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver?(c) Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas(d), todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la(e).
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a única alternativa em que o narrador NÃO é o sujeito do verbo.
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A medida da função excretora do rim é a maneira mais comum de avaliar a função renal; na prática, esta função é estimada através da Taxa de Filtração Glomerular (TFG). Pelas recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, o laboratório clínico deve informar a estimativa da TFG usando equações de predição. Para realizar a estimativa da TFG, são necessárias as seguintes informações do paciente:
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Considere as afirmações abaixo relacionadas à farmacoepidemiologia.
I - A farmacoepidemiologia é a ciência que estuda o uso e os efeitos dos medicamentos em populações.
II - A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o uso da classificação Anatômico-Terapêutica-Química (ATC) para classificação dos medicamentos e da Dose Diária Definida (DDD) como unidade de medida em estudos farmacoepidemiológicos.
III - A DDD permite comparabilidade de uso de medicamentos ao longo do tempo e com dados de outros estudos, no entanto não permite comparação de dados de estudos realizados em ambiente hospitalar.
Quais estão corretas?
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Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os conceitos relacionados à prática clínica do farmacêutico (considerados pelo Conselho Federal de Farmácia ao regulamentar as atribuições clínicas do farmacêutico, por meio da Resolução nº 585, de 29 de agosto de 2013) às suas respectivas definições.
(1) Anamnese farmacêutica
(2) Evolução farmacêutica
(3) Intervenção farmacêutica
(4) Plano de cuidado
(5) Otimização da farmacoterapia
( ) Ato profissional planejado, documentado e realizado pelo farmacêutico, com a finalidade de otimização da farmacoterapia, promoção, proteção e da recuperação da saúde, prevenção de doenças e de outros problemas de saúde.
( ) Registros efetuados pelo farmacêutico no prontuário do paciente, com a finalidade de documentar o cuidado prestado em saúde, propiciando a comunicação entre os diversos membros da equipe de saúde.
( ) Planejamento documentado para a gestão clínica das doenças, de outros problemas de saúde e da terapia do paciente, delineado para atingir os objetivos do tratamento.
( ) Processo pelo qual se obtém os melhores resultados possíveis da farmacoterapia do paciente, considerando suas necessidades individuais, expectativas, condições de saúde, contexto cultural e determinantes de saúde.
( ) Procedimento realizado pelo farmacêutico com a finalidade de conhecer a história de saúde, elaborar o perfil farmacoterapêutico e identificar necessidades relacionadas à saúde de pacientes.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu(a) roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela(b) olhava pelo binóculo, eu a(c) espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me(d) deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la(e).
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a única alternativa que apresenta um pronome que NÃO faz referência à moça de cabelos cor de cobre.
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Considere as afirmações abaixo sobre soluções como forma farmacêutica de uso oral.
I - O sabor desagradável de alguns fármacos é sempre menor quando em solução do que quando incorporados em formas farmacêuticas sólidas.
II - A administração em solução pode diminuir o efeito irritante de alguns fármacos, uma vez que estes são rapidamente diluídos no conteúdo gástrico.
III - Ao se preparar uma solução, devem ser considerados somente os dados de solubilidade de cada soluto em relação ao solvente ou ao sistema solvente.
Quais estão corretas?
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