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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras trama, augúrio e exortar, tal como foram semanticamente empregadas no texto.
 

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2516954 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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São consideradas Alterações Estruturais Mínimas da Cobertura das pregas vocais (AEMC) as seguintes alterações:
 

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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Considere as seguintes afirmações.
I - A expressão o espírito da reconquista desempenha a função sintática de objeto direto.
II - A expressão aos árabes desempenha a função sintática de objeto indireto.
III - A expressão ao papa de Roma desempenha a função sintática de objeto indireto.
Quais estão corretas?
 

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2515948 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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No que se refere ao desenvolvimento das habilidades discursivas, dentro dos padrões esperados de normalidade, desde o primeiro ano de vida da criança ocorre alternância de turnos na comunicação entre os adultos e as crianças, mesmo antes do surgimento da comunicação intencional e verbal. No início da vida, o responsável pela criança é também responsável pela alternância de tais turnos. Verifica-se que, no segundo ano de vida,
 

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2515584 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Uma criança de cinco anos teve sua audição avaliada por meio de Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE), utilizando-se o estímulo clique. O resultado evidenciou que em 80dBNA houve atraso nas latências absolutas das ondas I, III e V. Os intervalos interpicos I-III, III-V e I-V estavam dentro dos padrões de normalidade. Esses resultados evidenciam que
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a única alternativa que apresenta corretamente as funções sintáticas de me e o que eu queria de aniversário, respectivamente.
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) A frase Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio poderia ser reescrita como Eu estava interessado em astronomia; então pedi um telescópio sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
( ) A frase Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus poderia ser reescrita como Li o manual de instruções imediatamente e passei a explorar os céus sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
( ) A frase Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre poderia ser reescrita como Notei a presença da moça de cabelos cor de cobre depois de alguns dias sem que seu sentido fosse significativamente alterado.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2514179 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, dentre os fundamentos e diretrizes da Atenção Básica estão a "estimulação da participação dos como forma de aumentar sua e capacidade de construção à sua saúde e das
pessoas e coletividades do território, no enfrentamento dos determinantes e condicionantes da saúde, na organização e orientação dos serviços de saúde a partir de lógicas mais centradas no usuário e no exercício do controle social".
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.
 

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2513050 Ano: 2016
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A seleção e a adaptação de próteses auditivas é de responsabilidade do fonoaudiólogo. Idosos com perda auditiva apresentam dificuldade de compreensão de fala em ambiente ruidoso e esta queixa pode permanecer mesmo com o uso de prótese auditiva. Assim, é importante que o fonoaudiólogo esteja atento à indicação de dispositivos eletrônicos de amplificação com algoritmos de e de , que podem melhorar a capacidade comunicativa em situações de fala no ruído e propiciar maior conforto ao usuário da prótese auditiva.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.
 

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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas.
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver? Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas, todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la.
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
 

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