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- MinistériosMPO: Ministério do Planejamento e OrçamentoInstrução Normativa 5/2017: Contratação de Serviços com Execução Indireta
A Instrução Normativa nº 5, de 26 de maio de 2017, do Ministério do Planejamento, dispõe sobre as diretrizes para as contratações de serviços e oferece modelos- padrões para a administração, por meio de manuais. Dentre as normas, há previsão da chamada Gestão Contratual, que é a coordenação das atividades relacionadas à fiscalização para garantir a formalização dos procedimentos quanto aos aspectos que envolvam a prorrogação, alteração, reequilíbrio, pagamento, eventual aplicação de sanções, extinção dos contratos, entre outros. Qual das fiscalizações a seguir NÃO consta da referida norma?
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Sobre o protocolo DNS pode-se afirmar que:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os preconceitos linguísticos no discurso de quem vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos, sempre houve e sempre haverá.
Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena, distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.
O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia: a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).
Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.
Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras matizes, insidiosamente e deliberada, tais como foram empregadas no texto.
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Duas redes, chamadas de R1 e R2, operam com o protocolo IPv6. Essas redes conectam-se através de uma terceira rede (R3) que opera com protocolo IPv4. Uma das formas de possibilitar que os pacotes IPv6 gerados pelos equipamentos da rede R1 possam chegar aos equipamentos da rede R2 e vice-versa é
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Que tipo de virtualização é empregado em contêineres?
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Cada uma das publicações do núcleo da ITIL v3 (2011) está relacionada a um estágio do ciclo de vida do serviço, contendo orientações para uma abordagem integrada de gerenciamento de serviços. O processo "Validação e Teste do Serviço" encontra-se em qual estágio?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os preconceitos linguísticos no discurso de quem(a) vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos(b), sempre houve e sempre haverá.
Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena(c), distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos(d) – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.
O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia(e): a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).
Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.
Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.
Assinale a única alternativa que NÃO apresenta um termo que desempenha a função sintática de sujeito dentro da sua oração.
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
é um tipo de dispositivo, sem partes móveis, para armazenamento não volátil de dados digitais. É, tipicamente, construído em torno de um circuito integrado semicondutor, responsável pelo armazenamento, e possui tempo de acesso e consumo de energia reduzidos, embora o custo possa ser mais elevado. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto acima.
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Nos procedimentos de estabelecimento de RNSA em uma rede sem fio com tecnologia 802.11i, a chave de comunicação GTK é utilizada para proteger a confidencialidade do tráfego , sendo gerada pelo . Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.
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Como se denomina a tecnologia que permite aos roteadores melhorar o desempenho do repasse de datagramas IPs, baseando esse repasse na criação de circuitos virtuais e em rótulos de tamanho fixo?
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