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A necessidade de uma organização (X) dedicada ao ensino, pesquisa e extensão contratar os serviços de outra (Y) especializada em logística tem como explicação o fato de:
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A variabilidade do resultado é um indicador frequentemente utilizado para avaliar a qualidade de um processo. Na prestação de serviços essa variabilidade é geralmente maior do que nos processos de produção de bens.
Essa diferença na variabilidade entre produtores de bens e serviços pode ser assim explicada:
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O balanço de bens do imobilizado será apresentado deduzido do saldo da conta de Exaustão.
Essa conta reduz o valor de bens conforme o passar do tempo em função de:
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Um departamento de uma faculdade estabeleceu como um dos atributos de qualidade do trabalho o percentual de processos emitidos mensalmente pelo departamento que lhe são devolvidos por falta da documentação exigida.
O processo é considerado sob controle quando o resultado do atributo é igual a 10% em 90% das amostras, com uma dispersão igual a 2% para mais ou para menos.
Os dados coletados são plotados em gráficos de controle de processo. O gráfico que representaria o processo mais bem controlado que, a princípio, nem precisaria ser investigado, é:
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A C F G, 58 anos, masculino, branco, casado, policial aposentado, natural do RJ, reside em Belford Roxo, 2º grau incompleto. Paciente com história de hipertensão e diabetes há 10 anos, em tratamento irregular. Há cerca de 3 anos apresentou episódio de forte dor torácica difusa, em repouso, associada a opressão precordial, referida para o dorso e MSE. Nega dispneia e lipotimia. Procurou atendimento médico que evidenciou IAM anterior com supra de ST. Na época não fez uso de terapia de reperfusão. Evoluiu sem história de dispneia, palpitação ou síncope. Realizou cateterismo cardíaco no sétimo dia de internação, que revelou DAC obstrutiva no terço proximal de ACDA, associada a leve disfunção global de VE e hipocinesia ântero-apical, época em que fez implante de 2 stents farmacológicos na DA. Recebeu alta no dia seguinte assintomático, em uso de AAS, clopidogrel e demais medicações que não lembra. Após a alta hospitalar retornou às suas atividades habituais, incluindo atividade física como jogar futebol. Posteriormente suspendeu, por conta própria, o clopidogrel. Quatro meses após cessação do uso do clopidogrel, apresentou dor torácica difusa, em repouso, de forte intensidade, com sensação de peso, com irradiação para MSE, com duração de 1 hora, associado à sudorese fria e lipotimia, procurando atendimento médico.
A conduta do médico será:
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A C F G, 58 anos, masculino, branco, casado, policial aposentado, natural do RJ, reside em Belford Roxo, 2º grau incompleto. Paciente com história de hipertensão e diabetes há 10 anos, em tratamento irregular. Há cerca de 3 anos apresentou episódio de forte dor torácica difusa, em repouso, associada a opressão precordial, referida para o dorso e MSE. Nega dispneia e lipotimia. Procurou atendimento médico que evidenciou IAM anterior com supra de ST. Na época não fez uso de terapia de reperfusão. Evoluiu sem história de dispneia, palpitação ou síncope. Realizou cateterismo cardíaco no sétimo dia de internação, que revelou DAC obstrutiva no terço proximal de ACDA, associada a leve disfunção global de VE e hipocinesia ântero-apical, época em que fez implante de 2 stents farmacológicos na DA. Recebeu alta no dia seguinte assintomático, em uso de AAS, clopidogrel e demais medicações que não lembra. Após a alta hospitalar retornou às suas atividades habituais, incluindo atividade física como jogar futebol. Posteriormente suspendeu, por conta própria, o clopidogrel. Quatro meses após cessação do uso do clopidogrel, apresentou dor torácica difusa, em repouso, de forte intensidade, com sensação de peso, com irradiação para MSE, com duração de 1 hora, associado à sudorese fria e lipotimia, procurando atendimento médico.
Uma semana após a alta, surgiu astenia, anorexia e cansaço que evoluiu aos pequenos esforços, além de ortopneia e dispneia paroxística noturna. Cinco meses antes da internação, surgiu desconforto em hipocôndrio direito e edema progressivo de MMII. Ecocardiograma realizado demonstrou aneurisma ânterolátero- apical e ínfero-apical associado à grave disfunção de VE.
O procedimento a ser adotado com esse paciente é:
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L.C.S, 57 anos, solteira, nascida na Paraíba, reside no Rio de Janeiro, do lar, evangélica. Tem diagnóstico de febre reumática desde os 12 anos, com dupla lesão mitral e espessamento de válvula aórtica e é acompanhada no serviço de Cardiologia de um hospital estando em uso de atenolol 100 mg dia, furosemida 120 mg dia e warfarina 5mg dia . Tem fibrilação atrial persistente documentada desde janeiro de 2008. Relata nos últimos 3 meses, febre de 39 graus com calafrios, no período da tarde, e emagrecimento de 9Kg em 1 ano ( 50- 41 Kg). Queixou-se nessa mesma época de cansaço aos médios esforços progredindo para o repouso, dispneia paroxística noturna e palpitações (tremor cardíaco). Resolveu procurar o HUCFF e foi atendida na emergência com edema agudo de pulmão e frequência cardíaca de 140bpm. Houve melhora do quadro após controle da FC com metoprolol e diurético venoso. Foi internada na UC no dia para diagnóstico e conduta terapêutica. Paciente encontrava-se emagrecida, com IMC de 16, dispneica, taquipneica, com TJP a 90 graus, sat 90% em ar ambiente, PA: 120/60 mmHg FC: 130 bpm, ACV: RCI, 2T, SS FM 3+/6 , ictus desviado, P2>A2, AR: presença de estertores crepitantes até terço médio.Abdome: escavado, hepatomegalia dolorosa, 3 cm do RCD, impulso de VD.
A radiografia de tórax apresentava congestão pulmonar e derrame pleural à direita.
A conduta a ser adotada é:
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Homem, 80 anos, hipertenso há 5 anos, sem tratamento, decidiu iniciar acompanhamento médico. Nega tabagismo e dor precordial. Refere discreta tonteira ao fazer sua caminhada matinal. Média da pressão arterial aferida em duas consultas diferentes e duas vezes em cada consulta foi de 142x88mmhg. Peso: 86 kg; Altura de 1,70m e FC de 36 bpm. Exame de fundo de olho: Grau I de Keith Wegner. Restante do Exame físico é normal.
Neste caso, a alternativa que aponta a relação correta entre diagnóstico e conduta é:
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Homem de 56 anos, com história médica pregressa pouco importante. Chega à sala de emergência com palpitações e tonteira. PA=105/80 mmHg. O seguinte ECG é registrado

O diagnóstico a ser levado em conta e a conduta a ser adotada são:
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Paciente de 16 anos, masculino, chega à emergência após episódio de síncope. Apresenta-se pálido e diaforético.
PAS=60 mmHg; FC=260 bpm.

O diagnóstico mais provável é:
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