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1140863 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Paciente do sexo feminino, 38 anos de idade, assintomática, com exame físico normal e sem qualquer fator de risco cardiovascular. Deseja fazer exercício físico em uma academia de ginástica e foi solicitado um teste de esforço para diagnosticar ou afastar a possibilidade de doença aterotrombótica coronariana assintomática. O médico, cardiologista, foi procurado pela paciente para solicitar o teste de esforço.

Observe a tabela abaixo que fornece os resultados de diversos estudos mostrando a sensibilidade e a especificidade dos diversos testes utilizados para o diagnóstico de doença aterotrombótica coronariana.

Teste

S E

No.

Estudos

No.

Pacientes

% c/

DAC

Tálio

0,79 0,73 6 510 66

ECO

0,76 0,88 10 1174 64

SPECT

0,88 0,77 8 628 70

PET

0,91 0,82 3 206 68
TE 0,68 0,77 132 24.074 66

Tálio = cintilografia cardíaca com tálio; Eco=Ecocardiograma de esforço; SPECT =Single Photon Emission Computed Tomography; PET = Positron Emission Tomography; TE = Teste de esforço; S=sensibilidade; E=especificidade; No.est. = número de estudos; No. pac= número de pacientes; % c/ DAC = percentual de pacientes com Doença aterotrombótica coronariana em cada grupo de estudos.

Analisando esta tabela e o caso clínico apresentado, conclui-se que:

 

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1140862 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Paciente jovem, de 36 anos, portador de prolapso da válvula mitral, está internado para o tratamento de endocardite bacteriana, uma semana após tratamento endodôntico. Quando o médico o examina, no segundo dia de antibióticos instituídos pelos médicos que o precederam no plantão, observa-se sopro sistólico de regurgitação 4+/4+, presença de estertores crepitantes não descritos anteriormente e PA de 90/60 mmHg (Braço esquerdo–deitado) . Ecocardiograma solicitado demonstra vegetação de cerca de10mm e insuficiência mitral importante com função ventricular esquerda ainda preservada.

conduta a ser adotada é:

 

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1140861 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.

Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.

Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.

Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.

Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.

Ao exame :

Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.

O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:

PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;

FC = 110 bpm;

FR = 28 rpm.

Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.

Ictus cordis impalpável:

RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;

Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.

MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.

A atitude a ser adotada imediatamente é:

 

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1140860 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.

Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.

Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.

Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.

Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.

Ao exame :

Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.

O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:

PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;

FC = 110 bpm;

FR = 28 rpm.

Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.

Ictus cordis impalpável:

RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;

Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.

MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.

Após a administração das condutas iniciais, o paciente refere melhora da dor torácica.

PA = 140 / 90 mmHg e FC= 90 bpm. A enfermeira lhe entrega o eletrocardiograma que mostra supradesnivelamento de ST de 0,2 mV de V1 a V6 além de D1 e aVL.

A próxima conduta será:

 

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1140859 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.

Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.

Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.

Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.

Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.

Ao exame :

Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.

O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:

PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;

FC = 110 bpm;

FR = 28 rpm.

Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.

Ictus cordis impalpável:

RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;

Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.

MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.

O paciente tem alta hospitalar em uso de aspirina e betabloqueador após 15 dias de internação. Ao retornar à deambulação, com o auxílio de muletas, relata que tem apresentado falta de ar que o obriga a descansar periodicamente. Também nota falta de ar quando dorme com o travesseiro baixo associada a tosse seca. Na consulta ambulatorial, o médico observou ritmo cardíaco regular em 4 tempos (B3 e B4 de VE), frequência cardíaca de 100 bpm, pressão arterial de 120/80 mmHg (sentado) e crepitações bibasais de finas bolhas. O paciente foi medicado e retornou 1mês depois assintomático. No exame físico o paciente apresenta-se sem turgência jugular, o ritmo cardíaco está em 3 tempos com a presença de B4 de VE e os pulmões estão limpos. O paciente solicita liberação para retornar ao seu trabalho, bem como um laudo para entregar ao médico de sua firma.

Os diagnósticos que você mandaria em seu relatório para o outro médico são:

 

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1140858 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Os sopros sistólicos de ejeção podem ter as seguintes características:

 

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1140857 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Mulher de 22 anos, portadora de síndrome de Marfan, está assintomática e procura o médico para fazer aconselhamento, pois pretende engravidar. Irmão apresentou morte súbita enquanto aguardava cirurgia de aorta. Em avaliação de rotina você observa um aneurisma de aorta torácica ascendente e solicita uma tomografia de tórax, que confirma o diagnóstico e descreve as seguintes medidas: 5,5 x 8 cm.

A orientação a ser dada ao paciente é:

 

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1140856 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Paciente com miocardiopatia dilatada, hipertensão pulmonar e trombo na ponta do VE, em uso crônico de anticioagulação oral, desenvolve abscesso dentário. O dentista considera que é necessário fazer extração do dente e solicita seu parecer sobre qual o melhor momento para realizar esta extração e sobre a necessidade de suspender ou reverter a anticoagulação oral com warfarina. O INR do paciente vem-se mantendo estável e o último exame mostrou INR = 2,0.

O médico deverá fazer a seguinte recomendação para o dentista e para o paciente:

 

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1140855 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Em um ensaio clínico randômico de uma estatina (droga x placebo) para tratar dislipidemia pelo período de 5 anos, os resultados indicaram um NNT de 20 para 20 pacientes tratados, em média, por 5 anos. Com a droga, tivemos 01 (um) desfecho maléfico evitado (morte, por exemplo) quando comparado ao grupo-controle. Droga com eficácia das melhores que temos disponíveis.

Esses resultados podem ser interpretados: se administrar esta droga para 20 pacientes, a probabilidade de que 3 destes 20 pacientes sejam beneficiados é:

 

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1140854 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Paciente de 75 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica em tratamento regular, apresenta infarto agudo do miocárdio de parede anterior e evolui com dispneia aguda, edema pulmonar e hipotensão, além de sopro sistólico ++/4+ em foco mitral.

Estatisticamente, essa complicação do infarto ocorre:

 

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