Foram encontradas 1.390 questões.
Paciente de 45 anos, masculino, apresenta taquicardia ventricular monomórfica sustentada nas primeiras 48 horas do infarto agudo do miocárdio.
Com relação ao manuseio dessa arritmia, constata-se que:
Provas
L.C.S, 57 anos, solteira, nascida na Paraíba, reside no Rio de Janeiro, do lar, evangélica. Tem diagnóstico de febre reumática desde os 12 anos, com dupla lesão mitral e espessamento de válvula aórtica e é acompanhada no serviço de Cardiologia de um hospital estando em uso de atenolol 100 mg dia, furosemida 120 mg dia e warfarina 5mg dia . Tem fibrilação atrial persistente documentada desde janeiro de 2008. Relata nos últimos 3 meses, febre de 39 graus com calafrios, no período da tarde, e emagrecimento de 9Kg em 1 ano ( 50- 41 Kg). Queixou-se nessa mesma época de cansaço aos médios esforços progredindo para o repouso, dispneia paroxística noturna e palpitações (tremor cardíaco). Resolveu procurar o HUCFF e foi atendida na emergência com edema agudo de pulmão e frequência cardíaca de 140bpm. Houve melhora do quadro após controle da FC com metoprolol e diurético venoso. Foi internada na UC no dia para diagnóstico e conduta terapêutica. Paciente encontrava-se emagrecida, com IMC de 16, dispneica, taquipneica, com TJP a 90 graus, sat 90% em ar ambiente, PA: 120/60 mmHg FC: 130 bpm, ACV: RCI, 2T, SS FM 3+/6 , ictus desviado, P2>A2, AR: presença de estertores crepitantes até terço médio.Abdome: escavado, hepatomegalia dolorosa, 3 cm do RCD, impulso de VD.
A radiografia de tórax apresentava congestão pulmonar e derrame pleural à direita.
As hemoculturas foram negativas e a paciente apresentou 3 episódios de descompensação cardíaca.
Foi otimizada a terapia para insuficiência cardíaca com carvedilol, espironolactona, inibidor da ECA e furosemida. O próximo procedimento será:
Provas
LCM, 65 anos, feminina, portadora de hipertensão arterial em uso de clortalidona, está internada para investigação de derrame pleural esquerdo. Tem história de acidente vascular encefálico prévio (10 anos atrás) e fibrilação atrial persistente. É encontrada no quarto com parada cárdio-respiratória em atividade elétrica sem pulso. A paciente responde às manobras de ressuscitação após 8 minutos e é levada para a Unidade de Terapia Intensiva.
No exame físico apresenta turgência jugular e síndrome de baixo débito sendo instituído noradrenalina 0,5!$ \mu !$g/Kg/min para manutenção de PA sistólica de 100 mmHg. Para definir o diagnóstico correto desse caso, o procedimento a ser adotado é:
Provas
Em relação ao exame físico, a alternativa que descreve corretamente os sons cardíacos é:
Provas
A relação entre os níveis de pressão arterial e a ocorrência de infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral pode ser definida por uma probabilidade de ocorrência destes eventos clínicos em um determinado período de tempo.
Dentre as assertivas abaixo, aquela que estabelece uma relação causal correta é:
Provas
MLS, 61 anos, branca, costureira e portadora de hipertensão arterial sistêmica em tratamento regular, apresentou forte dor precordial, irradiada para o dorso, com duração de 30 minutos, iniciada 7 horas antes, após saber da morte de seu filho. O eletrocardiograma da emergência documentou supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior com positividade dos marcadores séricos de necrose miocárdica.
Houve melhora do quadro com o uso de betabloqueadores, antiagregantes e inibidor da enzima de conversão da angiotensina. Realizou ecocardiograma transtorácico que demonstrou FE de 35% associada e acinesia da região apical. A paciente se recusou a fazer o estudo angiográfico solicitado e obteve alta hospitalar. Na consulta realizada 30 dias após, foi solicitado ecocardiograma transtorácico cujo o resultado foi normal.
Diante deste resultado, em relação ao diagnóstico e conduta, é correto afirmar:
Provas
No Estudo ALLHAT (Antihypertensive and Lipid-Lowering Treatment to Prevent Heart Attack Trial) realizado com 33.357 pacientes com hipertensão arterial, idades maiores que 55 anos e com pelo menos um fator de risco adicional para cardiopatia isquêmica aterotrombótica. A ocorrência de acidente vascular cerebral, em 6 anos de acompanhamento, foi de 6,3 % no grupo tratado com lisinopril (10 a 40 mg/d) e de 5,6 % no grupo tratado com clortalidona (12,5 a 25 mg/d).
Face a esses resultados, o médico conclui que o NNT (número necessário para tratar para reduzir um evento) na comparação entre os dois tratamentos foi de:
Provas
Neste mesmo estudo (ALLHAT) o risco relativo de apresentar insuficiência cardíaca no grupo tratado com anlodipina (risco absoluto de 10,2%), versus o grupo tratado com clortalidona (risco absoluto de 7,7%) foi de 1,38 com intervalo de confiança de 95% entre 1,25 e 1,52. Isto indica que:
Provas
ALA, 23 anos, com diagnóstico de miocardiopatia hipertrófica, está assintomática e o procura para obter um atestado médico exigido pela academia que frequenta. O médico confirma que a paciente tem história de morte súbita na família e solicita em ecocardiograma, um teste ergométrico e um Holter. Os achados significativos desses exames foram: espessura do septo interventricular de 20mm, hipotensão arterial no pico máximo do esforço e episódios de taquicardia ventricular não sustentada. O médico inicia betabloqueador e há manutenção da arritmia ventricular no Holter de controle.
A recomendação para essa paciente é:
Provas
ALC, 32 anos, nascido em Minas Gerais, procurou o centro de cardiologia, porque está apreensivo pela morte inesperada de seu irmão mais jovem. Ele está assintomático e tem hábito de praticar exercícios físicos sem apresentar nenhum sintoma. O médico solicita um eletrocardiograma que demonstrou aumento do espaço PR, supradesnivelamento do segmento ST em V1, V2 e V3 e padrão de bloqueio de ramo direito. O ecocardiograma realizado a seguir é normal.
O diagnóstico provável é:
Provas
Caderno Container