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Foram encontradas 670 questões.

2236720 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Os alimentos que serão, principalmente, consumidos crus devem ser higienizados para não causar agravos à saúde do consumidor. Conforme sugerido por Silva Júnior (2007), a concentração de cloro livre e o tempo que os vegetais devem ser mantidos imersos na solução são de:
 

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2236719 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Considere os impressos gráficos numerados de 1 a 5:
1- revista com dois grampos na linha de dobra da lombada.
2- apostila grampeada com dois grampos na parte da frente até o verso (atravessando o miolo).
3- livro com cadernos refilados na lombada, fresados e encadernados.
4- livro com cadernos unidos por fios de algodão ou sintéticos e capa colada.
5- caderno com furos redondos ao longo de uma das bordas da capa e do miolo.
Pelas características dos impressos, pode-se afirmar que, pela ordem, os tipos de encadernação, respectivamente, são:
 

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2236718 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
TEXT III
HOW ARE WE DOING HIGHER EDUCATION
INTERNATIONALISATION?
Internationalisation has become a mantra in higher education. The knowledge economy is a global network, we are told, and universities across the world are encouraged to ‘plug in’ in various ways in order to reap the benefits of global interconnectedness, as well as to avoid the perils of parochialism.
Rankings are the new currency of quality, English the official language of science – there is a discourse of convergence that promotes the inevitability of a singular vision for university structure, function and aims.
In this sense, a unitary metric for quality would seek to impose one context upon another. The idea of a ‘world-class university’ is one way in which developmental contexts are ignored in order to export a particular model of university function.
The existence of these kinds of tensions around internationalisation opens the question: when we talk about measuring the value of internationalisation, whose internationalisation are we talking about?
From the rapid growth in internationalisation initiatives over the past two decades, we have seen a recent turn to questioning the ‘value’ of internationalisation projects. Universities are strapped for cash and have to make decisions about which international projects they want to invest in, and which projects provide the most value for institutions’ own aims and ambitions.
Internationalisation takes many forms, including co-taught courses and degrees, massive open online courses (MOOCs), collaborative research projects and student exchanges. Maintaining international partnerships can be costly, and many are, for various reasons, not particularly productive.
In the current context, many universities are reaching a ‘saturation point’ with their international partnerships and have now begun the process of strategic culling and reinvestment. The very idea of which international projects are valuable, and why, is up for grabs.
From a practical point of view, we can ask: where and by what means are international projects being valued? In this sense, attention is drawn towards those spaces where international projects are formed and promoted, and here we can examine their basis and logic.
These ‘spaces of internationalisation’ are everywhere and diffuse – from websites and organisations such as University World News and The Chronicle of Higher Education, to international development institutions such as the OECD, World Bank, national governments and even regional organisations such as UNESCAP (UN Economic and Social Commission for Asia and the Pacific.) or APAIE (Asia Pacific Association for International Education).
There are also international consortia that universities themselves control, such as Universitas 21, the Association of Pacific Rim Universities and the World Universities Network. These kinds of spaces are ‘listening posts’ as well as broadcasting centres through which ideas about internationalisation (and its aims and value.) are promoted and normalised.
What is the knowledge economy, and how should universities respond to it? What is a world-class university, is it desirable for every country, and how can a country acquire one? Should universities cooperate to advance alternate concepts and metrics of productivity and ‘innovation’ in order to change the playing field for all, or should they cooperate with select partners in order to secure competitive advantage against others in a global market?
Whether or not such questions are engaged by university heads or administrators, the answers will always emerge in practice through the way things are done. Whether a vice-chancellor rhetorically promotes holistic concepts of academic work is less materially significant than what the staff and faculty act out in the ways that they assess and articulate the value of their international projects.
Should universities be critics and consciences of society, should they critically evaluate the ‘ethic of global citizenship’, and how can these rationales be evidenced and articulated in these spaces?
Perhaps different kinds of metrics may be needed, or perhaps a different way of thinking altogether. Whatever possibilities might be explored, they will ultimately need to be storied and embedded into investment narratives that flow through these emerging international spaces.
For those concerned about internationalisation being conducted through exploitative and narrow competitive rationalities, and who wonder how we might instead mobilise an ethically grounded and pluralistic vision for internationalisation: let’s look to the spaces where the ‘value’ of internationalisation is currently being made, and then make it differently.
(Marc Tadaki. University World News. Edited. June 1st, 2013. Issue 274)
The author of the text:
 

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2236717 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Atualmente, o treinamento com pesos é uma das modalidades de exercício físico mais praticadas por indivíduos de diferentes faixas etárias, de ambos os sexos e com níveis de aptidão física variados. Santarém (2002) afirma que para ocorrer o aumento de volume dos músculos esqueléticos, o organismo, além de proporcionar os estímulos adequados, deve estar com o seu balanço nitrogenado positivo. Então, considerando as reações, pode-se afirmar que:
 

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2236716 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Joffre Dumazedier apresenta a classificação das atividades de lazer, dividindo-as de acordo com o interesse central da manifestação. Assinale os interesses elencados pelo autor.
 

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2236715 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Assinale a alternativa que contém um exemplo de fármaco utilizado no controle da pressão arterial.
 

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2236714 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Em relação à embalagem como proteção, a umidade é considerada um risco:
 

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2236713 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O principal objetivo do aquecimento é preparar o organismo para a atividade física e o esporte, seja no treinamento, na competição ou no lazer. O aquecimento visa obter o estado ideal psíquico e físico, a preparação para os movimentos e principalmente prevenir as lesões. Fisiologicamente, o aquecimento vai permitir ao corpo um melhor ajuste ao início da atividade e prepará-lo para a demanda física que será necessária. Com relação aos efeitos do aquecimento sobre o sistema cardiovascular, pode-se dizer que:
 

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2236712 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Uma antena com refletor parabólico com o diâmetro da circunferência frontal de 1,40 metros, como explica a figura a seguir, opera em uma frequência de 3,0 GHz.
Enunciado 2746018-1
A largura do feixe é de aproximadamente:
 

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2236711 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
TEXTO 6
Enunciado 2745333-1
Posto de abastecimento da PETROBRAS. Início dos anos 1970.
“É um fato que terá impactos brutais no mundo globalizado, mas a mídia nacional prefere centrar seus holofotes na Petrobras, como se se tratasse de um caso único de depressão num ambiente de extrema alegria. (1) Desde junho, quando atingiu o pico de 115 dólares o barril, o preço do petróleo caiu pela metade. Nesta semana, o barril está sendo vendido na casa dos 60 dólares. Vários fatores se somaram para que isso acontecesse, mas você pode resumir a explicação na tradicional lei da demanda e da oferta. A produção de petróleo, hoje, supera amplamente o consumo. Isso está ligado à crise econômica mundial. Com sua economia se desacelerando, a China consome hoje muito menos petróleo do que fazia. O mesmo ocorre com outra potência, a Alemanha. Os Estados Unidos, tradicionalmente os maiores importadores, (2) está quase auto-suficiente, graças ao “shale oil” — saudado como uma revolução no campo energético.”
Fragmento do artigo “O que não estão contando para você sobre a crise mundial do petróleo”, publicado no periódico digital DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO (DCM), em dezembro de 2014, pelo jornalista Paulo Nogueira.
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
No trecho (1), em destaque no TEXTO 6 dado, as vírgulas foram empregadas:
 

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