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Foram encontradas 60 questões.

581198 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Os agentes químicos são oriundos da manipulação e processamento de matérias-primas e insumos presentes nas diversas atividades industriais. Os agentes: óxido de cálcio, álcalis, sílica, óxido de magnésio, óxido de ferro, alumina e anidrido sulfúrico, entre outros, estão predominantemente presentes na indústria de:
 

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577669 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Em função das alterações do processo de trabalho e do aumento gradual de tecnologia, o SESMT de uma empresa foi obrigado a reavaliar a quantificação de seus agentes físicos, principalmente quanto ao nível de pressão sonora a que estavam submetidos seus empregados. Em conformidade ao Anexo 1 da NR15 – Atividades e Operações Insalubres, o nível máximo de ruído contínuo ou intermitente permitido a um trabalhador que não esteja adequadamente protegido é de:
 

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552264 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Segundo a NR10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 KW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas. Quanto às empresas que realizam trabalhos em proximidade do Sistema Elétrico de Potência, elas devem constituir prontuário contemplando, dentre outros procedimentos/documentações:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
A respeito do subtítulo do texto, pode-se afirmar que:
 

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544540 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O brigadista de primeiros socorros deve ser um profissional treinado para prestar o primeiro socorro e auxiliar os profissionais do atendimento pré-hospitalar, no local da emergência. A qualificação e o nível de responsabilidade do brigadista deverão observar requisitos mínimos para o desenvolvimento de suas atividades, sendo desnecessário:
 

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Observe atentamente o trecho literário e responda a questão a seguir:
“(...)
E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento,
Como a abelha na flor...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor,
(...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
Nos versos “Co’a fogueira noturna da cabana,/ Que acendera o pastor” o verbo sublinhado denota uma ação passada anterior a outro fato também passado. A forma verbal corresponde ao:
 

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532349 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A questão a seguir, refere-se à Norma Brasileira da ABNT-NBR14.280: 2001 - Cadastro de Acidente de Trabalho - Procedimento e Classificação, cujo objetivo é fixar critérios para o registro, comunicação, estatística, investigação e análise de acidentes do trabalho, suas causas e consequências, aplicando-se a quaisquer atividades laborativas.
A avaliação da frequência e da gravidade deve ser feita em função de vários elementos, dentre outros:
 

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530434 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A norma brasileira sobre Sistemas de Proteção por Extintor de Incêndio estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio. Na instalação de extintores de incêndio, considerando normas e recomendações, é correto afirmar que:
 

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528279 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Uma empresa do ramo da construção civil, ao ser vencedora de um processo licitatório para a construção de um conjunto de salas de aula, reuniu seus técnicos de segurança do trabalho e solicitou alguns esclarecimentos quanto ao embargo e à interdição relacionados às Normas Regulamentadoras. Em conformidade à NR3 – Embargo e Interdição, pode-se afirmar que:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
Observe o fragmento do texto: “Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese”. O conectivo destacado introduz:
 

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