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Na matéria intitulada “Um difícil caminho”, publicada em 2014 pela Revista Educação, o consultor Romeu Kazumi Sassaki destacou que “para ser inclusiva, a instituição de ensino superior deve garantir acessibilidade total aos alunos, desde a inscrição e realização do processo seletivo até a frequência às aulas”. No mesmo documento, às dimensões de acesso que já havia estabelecido, Sassaki associou mais uma, totalizando sete, aqui dispostas em ordem alfabética: arquitetônica/física, atitudinal, comunicacional, instrumental, metodológica, natural e programática. A mais recente dimensão estabelecida por Sassaki foi a:
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O Artigo 2º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (BRASIL, 2008; BRASIL, 2009) estabelece uma série de definições, entre as quais a de Comunicação. Neste sentido, de acordo com Sassaki (2010) e com Carvalho (2013), para favorecer a acessibilidade e a usabilidade em mídias digitais, de modo que a mensagem possa ser compreendida por todos, a produção de conteúdos acessíveis e acessáveis (FERNANDES, 2002; MATTOSO, 2012; SILVA, 2014; NASCIMENTO, 2013) deve obedecer aos seguintes parâmetros, EXCETO:
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- História das ComunicaçõesPolíticas, Filosofias, Problemas, Tendências e Discussões Sobre Comunicação
De acordo com Tefko Saracevic, relevância é uma “medida da efetividade do contato entre uma fonte e seu destinatário num processo de comunicação(...)” e é também “a medida das mudanças no receptor e traduz ainda a utilidade da informação, a sua expansão” (SARACEVIC, 1975, apud MATTOSO, 2012). A norma ABNT/NBR 15.599:2008 dá conta da comunicação na prestação de serviços e destaca que “sem comunicação não há prestação de serviços. Assim como ocorre na comunicação, também a prestação de serviços envolve pelo menos um prestador ou emissor e outro, usuário ou receptor”. Considerando-se os elementos básicos da comunicação (BRASIL, 2006) e sendo o usuário/receptor uma pessoa cega ou com baixa visão, de acordo com Tavares (2013), os recursos de Tecnologia Assistiva que podem favorecer-lhe o acesso à informação são:
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- História das ComunicaçõesPolíticas, Filosofias, Problemas, Tendências e Discussões Sobre Comunicação
Com base nos estudos de Mattoso (2012), a audiodescrição aplicada a imagens estáticas referentes a obras de artes visuais bidimensionais se estabelece em um processo de mediação que envolve, em tríade, o criador da imagem (o artista), o audiodescritor e o usuário com deficiência visual. Considerando-se os elementos básicos da comunicação (BRASIL, 2006), no processo comunicacional supracitado, a imagem audiodescrita, como um documento no seu sentido mais amplo e como representação da informação, é:
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A mediação escolar tornou-se uma realidade a partir da Declaração de Salamanca, em 1994, da qual o Brasil foi signatário. Desde então, passou a ser necessária a presença de um profissional na sala de aula para auxiliar o professor regente. Nesse contexto, é correto afirmar, segundo Mousinho (2010), que o mediador tem a função de:
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De acordo com o Portal de Ajudas Técnicas do MEC (BRASIL, 2006), assinale a alternativa que corresponda à expressão utilizada para designar um conjunto de procedimentos técnicos e metodológicos direcionado a pessoas acometidas por alguma doença, deficiência ou alguma outra situação momentânea que impeça a comunicação com as demais pessoas por meio dos recursos usualmente utilizados, mais especificamente a fala.
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Ao se tratar de inclusão nas instituições de ensino em qualquer nível, modalidades ou etapas, públicas ou privadas, é necessário pensar em ambientes acessíveis e inclusivos. A acessibilidade deve ser garantida nas salas de aula, laboratórios, auditórios, bibliotecas, sala dos professores, secretarias, coordenação, áreas esportivas, refeitórios, banheiros, pátio, enfim, todo o ambiente escolar. Os recursos didático-pedagógicos que os alunos com deficiência visual precisam encontrar para garantir o seu acesso nas atividades escolares são:
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Ao comentar sobre a edição da Norma Brasileira 9050 da ABNT, publicada em setembro de 2015, Regina Cohen, professora da UFRJ e pós-doutora em Arquitetura, afirma no artigo intitulado “O que mudou com a nova Norma de Acessibilidade?” que o documento atende à nova realidade brasileira, e que o desafio a partir de agora é construir um país mais acessível, no seu sentido pleno (COHEN, 2015).
Assinale, a seguir, a alternativa cujo texto condiz com o conteúdo atual da NBR 9050:2015.
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“Quando o ambiente se torna acessível, pois adota os critérios e a filosofia do desenho universal, ele possibilita a inclusão e, consequentemente, as pessoas com deficiência podem ter vida independente e exercer a cidadania” (GIL. M, 2006).
Assinale a opção que, de acordo com o artigo 2º da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, define o significado de Desenho Universal (DU).
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Segundo a LBI, em seu artigo 3º, inciso IV, barreira é qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa com deficiência, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros. A Lei Brasileira de Inclusão classifica os seguintes tipos de barreiras:
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