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Foram encontradas 50 questões.

2824435 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O caso a seguir servirá de base para responder às questões 46 e 47.

Uma adolescente, juntamente com o namorado, também adolescente, procurou a enfermeira da unidade básica de saúde por estar suspeitando de uma gravidez indesejada. Após confirmação da gravidez, a enfermeira acolheu a adolescente no programa de pré-natal onde ofereceu uma assistência qualificada, com abordagem diferenciada, relacionada ao maior número de consultas, à adaptação da prescrição (linguagem de fácil compreensão), ao ganho ponderal e às questões éticas, legais e hábitos de vida (BRASIL, 2016). A adolescente foi acompanhada pela equipe da unidade de saúde até o parto. A criança nasceu a termo e, ainda na maternidade, a puérpera recebeu informações sobre a amamentação e sobre o retorno seguro à atividade sexual. No segundo dia de puerpério, ela recebeu alta e retornou para sua casa juntamente com o bebê.

De acordo com o Ministério da Saúde (2016), a adolescente foi incluída no pré-natal com assistência qualificada e abordagem diferenciada por fazer parte da faixa etária de

 

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2824434 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A diálise peritoneal é um procedimento para a remoção de substâncias tóxicas e metabólicas normalmente excretadas pelos rins e para auxiliar a regularização de fluidos e balanço eletrolítico. O procedimento é realizado infundindo um fluido para diálise na cavidade peritoneal através de um cateter. Uma das modalidades da diálise peritoneal é a diálise peritoneal contínua e ambulatorial (CAPD) que é realizada diariamente, cerca de 4 a 5 vezes ao dia e de forma manual, pelo paciente e/ou familiar treinados. Em relação ao CAPD, analise as afirmativas abaixo.

I Antes de infundir a solução de diálise peritoneal, o enfermeiro deve observar a aparência da solução – deve ser turva, devido à alta concentração de glicose que varia entre 4,25% a 10%.

II A técnica de infusão de solução de diálise e de interrupção temporária da diálise não precisa ser asséptica, mas limpa, uma vez que é o paciente e/ou familiar quem realiza o CAPD de forma manual em seu domicílio.

III Dentre as complicações do CAPD estão a peritonite, a perda excessiva de líquidos por uso de uma solução de diálise concentrada (4,25%) e a retenção excessiva de líquido que pode ser por ingesta excessiva de sal ou de líquidos orais.

IV Quando o fluxo de saída do líquido for lento ou ausente, deve-se verificar se o equipo está dobrado. Pode-se também reposicionar o paciente de um lado a outro ou aplicar pressão manual sobre os aspectos laterais do abdome para ajudar a aumentar a drenagem.

Estão corretas as afirmativas

 

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2824433 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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De maneira geral, quando se utilizam manguitos de tamanho inadequado, ou seja, manguitos menores ou maiores para a superfície do braço do paciente, a medida da pressão arterial resultará em valores

 

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2824432 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A obesidade é um dos fatores de risco mais importantes para as doenças não transmissíveis, com destaque especial para as cardiovasculares e o diabetes. Sobre o processo de rastreamento inicial (prevenção primária) da obesidade, analise as orientações a baixo.

I A circunferência da cintura é considerada a principal medida isolada de sobrepeso e obesidade em nível populacional.

II O índice de massa corporal (IMC) é o índice recomendado para a medida da obesidade em nível populacional.

III O excesso de gordura abdominal representa maior risco do que o excesso de gordura corporal por si só.

IV O excesso de gordura corporal é definida como obesidade ginecoide, ao passo que a distribuição mais igual e periférica é definida como distribuição androide, com menores implicações à saúde do indivíduo.

Estão corretas as orientações

 

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2824431 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Diabetes mellitus é um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresenta em comum a hiperglicemia, a qual é o resultado de defeitos na ação da insulina, na secreção de insulina ou em ambas. Os critérios diagnósticos para o pré-diabetes ou risco aumentado de diabetes tipo 2 incluem a positividade de qualquer um dos parâmetros diagnósticos dos exames de

 

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2824430 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O indicador de cobertura vacinal representa um importante instrumento para a tomada de decisão nas diferentes esferas de gestão, uma vez que somente com coberturas adequadas é possível alcançar o controle ou manter em condição de eliminação ou erradicação as doenças imunopreveníveis sob vigilância. Portanto, além de adequadas, as coberturas de vacinação precisam ser homogêneas. A homogeneidade é um importante indicador de desempenho e se caracteriza pela

 

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2824429 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O Soro antirrábico de uso humano (SAR) é indicado para profilaxia da raiva humana , após exposição ao vírus rábico, e sua indicação depende da natureza da exposição e das condições do animal agressor. No caso de ferimentos profundos e dilacerantes , principalmente quando há necessidade de sutura, existe a indicação de infiltração de SAR no local do ferimento. Sobre essa indicação, analise as orientações a baixo.

I Deve-se infiltrar na(s) lesão(ões) a maior quantidade possível da dose do soro que a região anatômica permita. Quando as lesões forem muito extensas ou múltiplas, a dose pode ser diluída, a menor possível, em soro fisiológico, para que todas as lesões sejam infiltradas.

II Caso a região anatômica não permita a infiltração de toda a dose, deve -se priorizar a administração de toda a dose do SAR por via intramuscular, na região glútea (quadrante superior externo) e, nas crianças com idade menor de 2 anos, a dose deve ser administrada na face lateral da coxa.

III A infiltração no local do ferimento proporciona proteção local importante e se constitui em um procedimento que evita falhas da terapêutica.

IV Quando há indicação da imunização ativa com vacinas, não há necessidade de fazer a infiltração de SAR no local do ferimento.

Das orientações, estão corretas

 

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Cartas que (ainda) te quero cartas

William Eloi

1º Foi há mais ou menos dezessete anos. Era um dia de sábado. A crônica havia saído em uma edição do extinto O Poti. Eu estava ali, encerrado em um cubículo, dentro de um elevador que dava para o portão principal. Trabalhava na portaria de uma faculdade particular e – mesmo desarmado – tomava conta de todo um prédio, que ainda incluía computadores, laboratórios de todos os tipos e peças anatômicas orgânicas. Não havia expediente acadêmico aos sábados à noite; então, aproveitava para ler todos os jornais de que a faculdade possuía a assinatura e que chegavam à portaria, já que eu estava só, e os cadáveres – as peças – permaneceriam submersas em seus tanques. Mudas.

2º O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

3º Diferentemente do que Osair profetizou à época, A Carta saiu vencedora e nunca mais se ouviu falar na mídia de algo relacionado ao carbúnculo, salvo a banda nova-iorquina de trash metal, de mesmo nome, que, no período, ficou constrangida com a associação bizarra. A Carta só começaria a ver sua derrocada, seu modelo relegado ao canto na história, com o nascimento do e-mail, a ascensão das redes sociais, e, mais recentemente (?), o fenômeno WhatsApp.

4º Difícil imaginar todo o lirismo pungente com que Oscar Wilde escreveu para o seu amado Bosie, sob as lágrimas derramadas nas folhas de papel, atrás dos muros de Reading, ou a famosa troca de correspondências entre os poetas Rainer Maria Rilke e Franz Kappus; tudo isso digitado com a supressão de substantivos, verbos, adjetivos. Em uma Carta, há tempo (ou havia) para sermos reflexivos, cuidadosos em cada letra e, por isso, mais profundos. Tempo para nos acomodarmos ao banco – como um concertista, passando em revista a sua pauta, depois de revisado todo o programa, suspira.

5º Algumas Cartas poderiam levar até um pouco de perfume ao ser amado; o fio de um cabelo caído ali por descuido. O tremor em cada letra pela emoção, ou a inabilidade do desenho na forma cursiva, denunciando a instrução humilde de quem sabe escrever pouco mais do que o próprio nome, mas que, mesmo assim, desfilava seus garranchos com orgulho. E, mesmo as que ainda estavam guardadas há muito tempo em velhos baús, já quase esquecidas, podiam ser acariciadas com a ponta dos dedos, ou das luvas, percorrendo-lhes cada linha, admirados com a folha enrugada, com a ação da atmosfera, que lhe conferiu um ar amarelo de “dignidade”, ao mesmo tempo em que pensávamos: Parece que foi ontem…

6º E as Cartas ilustres, dignas de objeto de estudo, ou adoração. Memorabílias que definiram certos rumos ou acontecimentos na história, protegidas geralmente por vidros e sistemas de segurança – a exemplo das missivas de Freud e Jung, expostas num museu de Zurique, relatando ao público curioso desde os primeiros anos da amizade entre os dois gigantes da psicanálise ao rompimento definitivo; ou a exemplo dos ataques, descritos à mão, de um Lennon magoado e furioso a Paul McCartney, arrematada por milhões de dólares.

7º Lembro-me de, quando ainda garoto, escrevia cartas ditadas pela minha mãe para a parentela – ela não sabia escrever – com meu pai passando para lá e para cá e, vez por outra, vociferando qualquer coisa do tipo sobre meus ombros: “Você não deve repetir a mesma palavra!” ou “Resuma tudo o que você quer dizer!” e, mesmo assim, quase sem querer, ensinava-me um pouco do que eram os rudimentos da técnica de comunicação. É difícil de imaginar tudo isso na era da “informação”, porque, entre os toques nervosos em tablets e smartphones, apenas informamos; estamos sempre enviando mensagens enquanto fazemos outras coisas. (Bem, acho que você certamente já teve a experiência de conversar com alguém enquanto essa pessoa lhe acena positivamente com a cabeça e responde um “Zap”).

8º E aqui, apesar de não ser um bruxo, lanço também minha profecia, minha visão do futuro: haverá o dia em que as máquinas irão criar a transferência de consciência, o implante de falsas memórias, mas a sensação física do primeiro toque, do primeiro cheiro, dessa sinestesia geradora do mundo, não – por mais que a experiência da “leitura” e da “escrita” também nos transporte além de nosso ambiente físico-corpóreo, como um link – porque, quando lançamos os dedos ou o olhar sobre a superfície de qualquer coisa, a fim de ler, de nos comunicarmos, há ali também qualquer coisa de fetiche, de sedução. Como o hábito de fumar, que não apenas está relacionado simplesmente ao trago, ao gosto da nicotina, mas à sensação do dedo rolando a roldana contra a pedra de pederneira, a chama que sobe sob o gás propano.

9º No fim, é a velha ilusão do tempo em que a hiperconectividade nos coloca agora. A sensação de estarmos indo lento demais num piscar de luzes, de sins e de nãos, a velocidades cada vez mais rápidas. E, por isso, frustrados, achando-nos out, nos entupimos de Lexotan e vemos o romantismo como coisa do passado.

Disponível em: <www.cartapotiguar.com.br>. Acesso em: 27 jun. 2018. [Adaptado]

Para responder às questões 09 e 10, considere o parágrafo transcrito abaixo.

O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

Em relação à pontuação empregada, é correto afirmar que

 

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As questões de 1 a 10 desta prova são baseadas no texto abaixo.

Cartas que (ainda) te quero cartas

William Eloi

1º Foi há mais ou menos dezessete anos. Era um dia de sábado. A crônica havia saído em uma edição do extinto O Poti. Eu estava ali, encerrado em um cubículo, dentro de um elevador que dava para o portão principal. Trabalhava na portaria de uma faculdade particular e – mesmo desarmado – tomava conta de todo um prédio, que ainda incluía computadores, laboratórios de todos os tipos e peças anatômicas orgânicas. Não havia expediente acadêmico aos sábados à noite; então, aproveitava para ler todos os jornais de que a faculdade possuía a assinatura e que chegavam à portaria, já que eu estava só, e os cadáveres – as peças – permaneceriam submersas em seus tanques. Mudas.

2º O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

3º Diferentemente do que Osair profetizou à época, A Carta saiu vencedora e nunca mais se ouviu falar na mídia de algo relacionado ao carbúnculo, salvo a banda nova-iorquina de trash metal, de mesmo nome, que, no período, ficou constrangida com a associação bizarra. A Carta só começaria a ver sua derrocada, seu modelo relegado ao canto na história, com o nascimento do e-mail, a ascensão das redes sociais, e, mais recentemente (?), o fenômeno WhatsApp.

4º Difícil imaginar todo o lirismo pungente com que Oscar Wilde escreveu para o seu amado Bosie, sob as lágrimas derramadas nas folhas de papel, atrás dos muros de Reading, ou a famosa troca de correspondências entre os poetas Rainer Maria Rilke e Franz Kappus; tudo isso digitado com a supressão de substantivos, verbos, adjetivos. Em uma Carta, há tempo (ou havia) para sermos reflexivos, cuidadosos em cada letra e, por isso, mais profundos. Tempo para nos acomodarmos ao banco – como um concertista, passando em revista a sua pauta, depois de revisado todo o programa, suspira.

5º Algumas Cartas poderiam levar até um pouco de perfume ao ser amado; o fio de um cabelo caído ali por descuido. O tremor em cada letra pela emoção, ou a inabilidade do desenho na forma cursiva, denunciando a instrução humilde de quem sabe escrever pouco mais do que o próprio nome, mas que, mesmo assim, desfilava seus garranchos com orgulho. E, mesmo as que ainda estavam guardadas há muito tempo em velhos baús, já quase esquecidas, podiam ser acariciadas com a ponta dos dedos, ou das luvas, percorrendo-lhes cada linha, admirados com a folha enrugada, com a ação da atmosfera, que lhe conferiu um ar amarelo de “dignidade”, ao mesmo tempo em que pensávamos: Parece que foi ontem…

6º E as Cartas ilustres, dignas de objeto de estudo, ou adoração. Memorabílias que definiram certos rumos ou acontecimentos na história, protegidas geralmente por vidros e sistemas de segurança – a exemplo das missivas de Freud e Jung, expostas num museu de Zurique, relatando ao público curioso desde os primeiros anos da amizade entre os dois gigantes da psicanálise ao rompimento definitivo; ou a exemplo dos ataques, descritos à mão, de um Lennon magoado e furioso a Paul McCartney, arrematada por milhões de dólares.

7º Lembro-me de, quando ainda garoto, escrevia cartas ditadas pela minha mãe para a parentela – ela não sabia escrever – com meu pai passando para lá e para cá e, vez por outra, vociferando qualquer coisa do tipo sobre meus ombros: “Você não deve repetir a mesma palavra!” ou “Resuma tudo o que você quer dizer!” e, mesmo assim, quase sem querer, ensinava-me um pouco do que eram os rudimentos da técnica de comunicação. É difícil de imaginar tudo isso na era da “informação”, porque, entre os toques nervosos em tablets e smartphones, apenas informamos; estamos sempre enviando mensagens enquanto fazemos outras coisas. (Bem, acho que você certamente já teve a experiência de conversar com alguém enquanto essa pessoa lhe acena positivamente com a cabeça e responde um “Zap”).

8º E aqui, apesar de não ser um bruxo, lanço também minha profecia, minha visão do futuro: haverá o dia em que as máquinas irão criar a transferência de consciência, o implante de falsas memórias, mas a sensação física do primeiro toque, do primeiro cheiro, dessa sinestesia geradora do mundo, não – por mais que a experiência da “leitura” e da “escrita” também nos transporte além de nosso ambiente físico-corpóreo, como um link – porque, quando lançamos os dedos ou o olhar sobre a superfície de qualquer coisa, a fim de ler, de nos comunicarmos, há ali também qualquer coisa de fetiche, de sedução. Como o hábito de fumar, que não apenas está relacionado simplesmente ao trago, ao gosto da nicotina, mas à sensação do dedo rolando a roldana contra a pedra de pederneira, a chama que sobe sob o gás propano.

9º No fim, é a velha ilusão do tempo em que a hiperconectividade nos coloca agora. A sensação de estarmos indo lento demais num piscar de luzes, de sins e de nãos, a velocidades cada vez mais rápidas. E, por isso, frustrados, achando-nos out, nos entupimos de Lexotan e vemos o romantismo como coisa do passado.

Disponível em: <www.cartapotiguar.com.br>. Acesso em: 27 jun. 2018. [Adaptado]

A linguagem empregada no texto

 

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1361149 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Provas:

Considere a situação descrita abaixo.

Usuário com diagnóstico de transtorno afetivo bipolar, apresentando um episódio agudamente maníaco com estado grave de agitação, comparece à unidade de saúde, acompanhado da genitora, em busca do médico que o acompanha. O médico encontra -se de férias, e eles são acolhidos pela equipe de enfermagem da unidade.

Nesse caso, a conduta mais adequada deve ser:

 

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