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Cartas que (ainda) te quero cartas

William Eloi

1º Foi há mais ou menos dezessete anos. Era um dia de sábado. A crônica havia saído em uma edição do extinto O Poti. Eu estava ali, encerrado em um cubículo, dentro de um elevador que dava para o portão principal. Trabalhava na portaria de uma faculdade particular e – mesmo desarmado – tomava conta de todo um prédio, que ainda incluía computadores, laboratórios de todos os tipos e peças anatômicas orgânicas. Não havia expediente acadêmico aos sábados à noite; então, aproveitava para ler todos os jornais de que a faculdade possuía a assinatura e que chegavam à portaria, já que eu estava só, e os cadáveres – as peças – permaneceriam submersas em seus tanques. Mudas.

2º O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

3º Diferentemente do que Osair profetizou à época, A Carta saiu vencedora e nunca mais se ouviu falar na mídia de algo relacionado ao carbúnculo, salvo a banda nova-iorquina de trash metal, de mesmo nome, que, no período, ficou constrangida com a associação bizarra. A Carta só começaria a ver sua derrocada, seu modelo relegado ao canto na história, com o nascimento do e-mail, a ascensão das redes sociais, e, mais recentemente (?), o fenômeno WhatsApp.

4º Difícil imaginar todo o lirismo pungente com que Oscar Wilde escreveu para o seu amado Bosie, sob as lágrimas derramadas nas folhas de papel, atrás dos muros de Reading, ou a famosa troca de correspondências entre os poetas Rainer Maria Rilke e Franz Kappus; tudo isso digitado com a supressão de substantivos, verbos, adjetivos. Em uma Carta, há tempo (ou havia) para sermos reflexivos, cuidadosos em cada letra e, por isso, mais profundos. Tempo para nos acomodarmos ao banco – como um concertista, passando em revista a sua pauta, depois de revisado todo o programa, suspira.

5º Algumas Cartas poderiam levar até um pouco de perfume ao ser amado; o fio de um cabelo caído ali por descuido. O tremor em cada letra pela emoção, ou a inabilidade do desenho na forma cursiva, denunciando a instrução humilde de quem sabe escrever pouco mais do que o próprio nome, mas que, mesmo assim, desfilava seus garranchos com orgulho. E, mesmo as que ainda estavam guardadas há muito tempo em velhos baús, já quase esquecidas, podiam ser acariciadas com a ponta dos dedos, ou das luvas, percorrendo-lhes cada linha, admirados com a folha enrugada, com a ação da atmosfera, que lhe conferiu um ar amarelo de “dignidade”, ao mesmo tempo em que pensávamos: Parece que foi ontem…

6º E as Cartas ilustres, dignas de objeto de estudo, ou adoração. Memorabílias que definiram certos rumos ou acontecimentos na história, protegidas geralmente por vidros e sistemas de segurança – a exemplo das missivas de Freud e Jung, expostas num museu de Zurique, relatando ao público curioso desde os primeiros anos da amizade entre os dois gigantes da psicanálise ao rompimento definitivo; ou a exemplo dos ataques, descritos à mão, de um Lennon magoado e furioso a Paul McCartney, arrematada por milhões de dólares.

7º Lembro-me de, quando ainda garoto, escrevia cartas ditadas pela minha mãe para a parentela – ela não sabia escrever – com meu pai passando para lá e para cá e, vez por outra, vociferando qualquer coisa do tipo sobre meus ombros: “Você não deve repetir a mesma palavra!” ou “Resuma tudo o que você quer dizer!” e, mesmo assim, quase sem querer, ensinava-me um pouco do que eram os rudimentos da técnica de comunicação. É difícil de imaginar tudo isso na era da “informação”, porque, entre os toques nervosos em tablets e smartphones, apenas informamos; estamos sempre enviando mensagens enquanto fazemos outras coisas. (Bem, acho que você certamente já teve a experiência de conversar com alguém enquanto essa pessoa lhe acena positivamente com a cabeça e responde um “Zap”).

8º E aqui, apesar de não ser um bruxo, lanço também minha profecia, minha visão do futuro: haverá o dia em que as máquinas irão criar a transferência de consciência, o implante de falsas memórias, mas a sensação física do primeiro toque, do primeiro cheiro, dessa sinestesia geradora do mundo, não – por mais que a experiência da “leitura” e da “escrita” também nos transporte além de nosso ambiente físico-corpóreo, como um link – porque, quando lançamos os dedos ou o olhar sobre a superfície de qualquer coisa, a fim de ler, de nos comunicarmos, há ali também qualquer coisa de fetiche, de sedução. Como o hábito de fumar, que não apenas está relacionado simplesmente ao trago, ao gosto da nicotina, mas à sensação do dedo rolando a roldana contra a pedra de pederneira, a chama que sobe sob o gás propano.

9º No fim, é a velha ilusão do tempo em que a hiperconectividade nos coloca agora. A sensação de estarmos indo lento demais num piscar de luzes, de sins e de nãos, a velocidades cada vez mais rápidas. E, por isso, frustrados, achando-nos out, nos entupimos de Lexotan e vemos o romantismo como coisa do passado.

Disponível em: <www.cartapotiguar.com.br>. Acesso em: 27 jun. 2018. [Adaptado]

Para responder às questões 09 e 10, considere o parágrafo transcrito abaixo.

O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

Em relação à pontuação empregada, é correto afirmar que

 

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As questões de 1 a 10 desta prova são baseadas no texto abaixo.

Cartas que (ainda) te quero cartas

William Eloi

1º Foi há mais ou menos dezessete anos. Era um dia de sábado. A crônica havia saído em uma edição do extinto O Poti. Eu estava ali, encerrado em um cubículo, dentro de um elevador que dava para o portão principal. Trabalhava na portaria de uma faculdade particular e – mesmo desarmado – tomava conta de todo um prédio, que ainda incluía computadores, laboratórios de todos os tipos e peças anatômicas orgânicas. Não havia expediente acadêmico aos sábados à noite; então, aproveitava para ler todos os jornais de que a faculdade possuía a assinatura e que chegavam à portaria, já que eu estava só, e os cadáveres – as peças – permaneceriam submersas em seus tanques. Mudas.

2º O nome da crônica era “Cartas que te quero cartas”, do jornalista Osair Vasconcelos. Nela, com certo saudosismo e desalento, o autor apontava o fim de um dos mais antigos modelos de românticos de comunicação, A Carta, com o surgimento do vírus Antraz (ou Anthrax), usado como arma biológica pelo Talibã.

3º Diferentemente do que Osair profetizou à época, A Carta saiu vencedora e nunca mais se ouviu falar na mídia de algo relacionado ao carbúnculo, salvo a banda nova-iorquina de trash metal, de mesmo nome, que, no período, ficou constrangida com a associação bizarra. A Carta só começaria a ver sua derrocada, seu modelo relegado ao canto na história, com o nascimento do e-mail, a ascensão das redes sociais, e, mais recentemente (?), o fenômeno WhatsApp.

4º Difícil imaginar todo o lirismo pungente com que Oscar Wilde escreveu para o seu amado Bosie, sob as lágrimas derramadas nas folhas de papel, atrás dos muros de Reading, ou a famosa troca de correspondências entre os poetas Rainer Maria Rilke e Franz Kappus; tudo isso digitado com a supressão de substantivos, verbos, adjetivos. Em uma Carta, há tempo (ou havia) para sermos reflexivos, cuidadosos em cada letra e, por isso, mais profundos. Tempo para nos acomodarmos ao banco – como um concertista, passando em revista a sua pauta, depois de revisado todo o programa, suspira.

5º Algumas Cartas poderiam levar até um pouco de perfume ao ser amado; o fio de um cabelo caído ali por descuido. O tremor em cada letra pela emoção, ou a inabilidade do desenho na forma cursiva, denunciando a instrução humilde de quem sabe escrever pouco mais do que o próprio nome, mas que, mesmo assim, desfilava seus garranchos com orgulho. E, mesmo as que ainda estavam guardadas há muito tempo em velhos baús, já quase esquecidas, podiam ser acariciadas com a ponta dos dedos, ou das luvas, percorrendo-lhes cada linha, admirados com a folha enrugada, com a ação da atmosfera, que lhe conferiu um ar amarelo de “dignidade”, ao mesmo tempo em que pensávamos: Parece que foi ontem…

6º E as Cartas ilustres, dignas de objeto de estudo, ou adoração. Memorabílias que definiram certos rumos ou acontecimentos na história, protegidas geralmente por vidros e sistemas de segurança – a exemplo das missivas de Freud e Jung, expostas num museu de Zurique, relatando ao público curioso desde os primeiros anos da amizade entre os dois gigantes da psicanálise ao rompimento definitivo; ou a exemplo dos ataques, descritos à mão, de um Lennon magoado e furioso a Paul McCartney, arrematada por milhões de dólares.

7º Lembro-me de, quando ainda garoto, escrevia cartas ditadas pela minha mãe para a parentela – ela não sabia escrever – com meu pai passando para lá e para cá e, vez por outra, vociferando qualquer coisa do tipo sobre meus ombros: “Você não deve repetir a mesma palavra!” ou “Resuma tudo o que você quer dizer!” e, mesmo assim, quase sem querer, ensinava-me um pouco do que eram os rudimentos da técnica de comunicação. É difícil de imaginar tudo isso na era da “informação”, porque, entre os toques nervosos em tablets e smartphones, apenas informamos; estamos sempre enviando mensagens enquanto fazemos outras coisas. (Bem, acho que você certamente já teve a experiência de conversar com alguém enquanto essa pessoa lhe acena positivamente com a cabeça e responde um “Zap”).

8º E aqui, apesar de não ser um bruxo, lanço também minha profecia, minha visão do futuro: haverá o dia em que as máquinas irão criar a transferência de consciência, o implante de falsas memórias, mas a sensação física do primeiro toque, do primeiro cheiro, dessa sinestesia geradora do mundo, não – por mais que a experiência da “leitura” e da “escrita” também nos transporte além de nosso ambiente físico-corpóreo, como um link – porque, quando lançamos os dedos ou o olhar sobre a superfície de qualquer coisa, a fim de ler, de nos comunicarmos, há ali também qualquer coisa de fetiche, de sedução. Como o hábito de fumar, que não apenas está relacionado simplesmente ao trago, ao gosto da nicotina, mas à sensação do dedo rolando a roldana contra a pedra de pederneira, a chama que sobe sob o gás propano.

9º No fim, é a velha ilusão do tempo em que a hiperconectividade nos coloca agora. A sensação de estarmos indo lento demais num piscar de luzes, de sins e de nãos, a velocidades cada vez mais rápidas. E, por isso, frustrados, achando-nos out, nos entupimos de Lexotan e vemos o romantismo como coisa do passado.

Disponível em: <www.cartapotiguar.com.br>. Acesso em: 27 jun. 2018. [Adaptado]

A linguagem empregada no texto

 

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1361319 Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O conselho Federal de Engenharia e Agronomia – CONFEA – têm como principal missão atuar eficiente e eficazmente como a instância superior da verificação, da fiscalização e do aperfeiçoamento do exercício e das atividades profissionais dos engenheiros (e outras formações), sempre orientado para a defesa da cidadania e para a promoção do desenvolvimento sustentável. A prática inadequada da profissão pode gerar penalidades conforme prevê o título IV da Lei 5.194/66, que regula o exercício das profissões de engenheiro e engenheiro agrônomo. No que concerne a punições aplicadas ao engenheiro, essa lei afirma que:

 

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1361318 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Segundo Aldo Dorea Mattos, “O gerenciamento da produção de uma obra tem relação intrínseca com os índices adotados no orçamento. A meta de todo gerente é melhorar os índices (ou seja, diminuí-los), a fim de maximizar o lucro de cada serviço”. Portanto, os conceitos de produtividade, produção e índice de produtividade são distintos. Tendo como base essas definições, considere a composição fictícia de três equipes para execução de um serviço genérico de alvenaria abaixo.

Equipe A Formada por 6 pedreiros e 8 serventes. Realiza 150 m² de alvenaria em 60 horas.

Equipe B Formada por 6 pedreiros e 9 serventes. Realiza 150 m² de alvenaria em 55 horas.

Equipe C Formada por 4 pedreiros e 4 serventes. Realiza 130 m² de alvenaria em 50 horas.

A partir da composição dessas três equipes, analise as seguintes afirmativas:

I A produtividade da equipe A é de 2,43 m²/h.

II O índice de produtividade do servente da equipe B é maior do que o do servente da equipe C.

III O pedreiro da equipe B realiza 0,45m² de alvenaria em 1 hora de trabalho.

IV A maior produção de alvenaria é realizada pela equipe B.

Nesse contexto, estão corretas as afirmativas

 

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1361317 Ano: 2018
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O engenheiro civil é capaz de realizar algumas de suas atribuições profissionais à distância, ou seja, fora das dependências da empresa. A Lei 13.467 de 13 julho de 2017, que produziu a chamada “Reforma Trabalhista”, altera a Consolidação das Leis Trabalhi stas (CLT) aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1 de maio de 1943, e apresenta, em seus Arts.75-A a 75-E, critérios quanto à prestação de serviços pelo empregado na modalidade de teletrabalho. Quanto à conceituação do regime jurídico que rege essa modalidade, aceita-se que

 

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1361316 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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. Em um projeto de fundações, quando se opta por uma solução em estacas escavadas, cabe ao engenheiro civil determinar a taxa e o comprimento das armaduras das estacas. Esse dimensionamento considera a magnitude e o tipo de solicitação para os quais as estacas serão submetidas na obra. De acordo com a NBR 6122/2010, as estacas

 

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1361315 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Os recalques excessivos são um dos principais motivos de ocorrência de patologias em edificações. Sobre o recalque por adensamento primário na camada de argila, considere os dados e o perfil de solo apresentados no quadro abaixo.

Dados:

- Índice de vazios inicial da argila (e0): 1,0

- Incremento de tensão vertical no centro da camada de argila mole saturada promovido pela

Edificação (!$ Δσv !$ ): 150 kPa

- Índice de compressão da argila (Cc): 0,5

- Índice de recompressão da argila (Cr): 0,033

- Tensão de Pré-Adensamento da argila (σ’PA): 150 kPa.

- Peso Específico da Argila Saturada ( !$ γ !$ SAT(ARGILA)): 15 kN/m³

- Peso Específico da Areia Saturada ( !$ γ !$ SAT(AREIA)) : 20 kN/m³

- Peso Específico da Água ( !$ γ !$ ÁGUA): 10 kN/m³

Figura do Perfil Geotécnico Simplificado

Enunciado 1361315-1

Fórmula geral para o cálculo do adensamento das argilas saturadas:

!$ ρ\dfrac{H_0}{1+e_0}\left[Crx\ \log\ \dfrac{σ'\ PA}{σ'V0}+Cc\ x\ \log\ \dfrac{σ'\ V0+Δσ}{σ'}\right] !$

Informação Auxiliar

Log 0,5 = -0,30

Log 0,6 = -0,22

Log 0,7 = -0,15

Log 0,8 = -0,10

Log 0,9 = -0,05

Log 1,0 = 0,00

Log 1,5 = 0,18

Log 2,0 = 0,30

Log 2,5 = 0,40

Log 3,0 = 0,48

Log 3,5 = 0,54

Log 4,0 = 0,60

Log 4,5 = 0,65

Log 5,0 = 0,70

Log 5,5 = 0,74

A partir dos dados fornecidos, conclui-se que o recalque por adensamento primário, na camada de argila, devido ao incremento de tensões verticais impostas pela edificação ilustrada, é:

 

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1361174 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Será construído um aterro, com solo compactado, com peso específico aparente seco de 21 kN/m3 . O solo argiloso terá que ser transportado por caminhão da jazida até o local da obra. O peso específico natural do solo na jazida é de 16,5 kN/m3 , e o teor de umidade natural é de 10,0 %. Considerando !$ ϒ s !$ = 27 kN/m3 , o valor que mais se aproxima do volume requerido de solo da jazida de empréstimo para compactar 100.000 (cem mil) metros cúbicos de aterro é:

 

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1361173 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Nas instalações prediais de água fria, o pleno funcionamento dos aparelhos sanitários está atrelado ao adequado dimensionamento das tubulações. Com esse propósito, a NBR 5626:1998 sugere uma rotina para dimensionamento dessas tubulações, empregando uma planilha de cálculos. Devem ser contemplados por essa ferramenta alguns dos conceitos, definições, dados, operações e/ou considerações, tais como:

 

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1361172 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Nas instalações prediais de águas pluviais, os condutores horizontais são tubulações destinadas a recolher e conduzir águas pluviais até locais permitidos pelos dispositivos legais. Os condutores verticais recolhem as águas de calhas, coberturas, terraços e similares e as conduzem até a parte inferior do edifício. Nesse contexto, segundo a NBR 10844:1989,

 

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