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Foram encontradas 40 questões.

545855 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Em condições normais de temperatura e pressão o elemento hélio é um gás, mas em altas pressões e em baixas temperaturas o isótopo hélio-4 torna-se líquido. O hélio líquido é um importante elemento criogênico empregado em inúmeras aplicações onde são requeridas temperaturas muito baixas. O nitrogênio líquido é outro elemento criogênico de grande aplicabilidade em laboratórios de supercondutividade, em sistemas de detecção como fotodetectores especiais e fotomultiplicadoras e mais recentemente como elementos de refrigeração em computadores. As temperaturas do hélio líquido e do nitrogênio líquido são respectivamente:
 

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545845 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
A figura abaixo mostra um paquímetro medindo uma peça mecânica. O melhor valor de leitura da dimensão externa da peça é igual a:
Enunciado 2774671-1
 

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545839 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
Que país? Que povo? Que língua?
As três perguntas que dão título a este texto têm a ver com um problema sobre o qual se discute muito: o problema da identidade. Que país? Que povo? Que língua? Se para a pergunta "que país?" alguém me der a resposta "Brasil", e se para a pergunta "que povo?" alguém me der a resposta "brasileiro", terei dificuldade em aceitar para a pergunta "que língua?" a resposta "português".
Afinal, se estamos no Brasil e se nos definimos como povo brasileiro, por que continuar a insistir no uso desse rótulo português para identificar a língua que falamos aqui? E o problema não está apenas no rótulo dessa garrafa, mas sobretudo na bebida que ela contém e que querem nos empurrar goela abaixo.
Na escola primária e secundária, temos aulas de "língua portuguesa" e de "literatura brasileira". Por que a literatura é qualificada de "brasileira"? Porque é uma literatura produzida por pessoas nascidas e criadas aqui, usando como pano de fundo ou mesmo como tema central a nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc. Se essas são as razões para dizer que a literatura é "brasileira", por que então a língua é "portuguesa", se essa língua também é a língua falada e escrita por pessoas nascidas e criadas aqui, no Brasil, e serve como instrumento de inserção dessas pessoas na nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc.?
Na minha visão das coisas, este é o grande nó do exame da situação linguística do Brasil: eu sou brasileiro, mas quando vou na escola sou obrigado a aprender português. Quando ligo a televisão dou de cara com um programa chamado "Nossa língua portuguesa". Quando falo ou escrevo do modo como sei falar e escrever, aparece alguém para me dizer que "isso não é português".
Não é por acaso que tanta gente continue a dizer por aí que "brasileiro não sabe português" ou que "português é muito difícil". De fato, brasileiro não sabe português, nem tem por que saber. O brasileiro sabe a sua língua, a língua do Brasil, que foi transmitida a cada um de nós dentro do útero de nossas mães brasileiras, que foi absorvida por cada um de nós junto com o leite materno, que foi apreendida por cada um de nós nos primeiríssimos anos de nossas vidas para nunca mais sair de nossa memória, de nossa mente, de nosso corpo, de nosso ser.
BAGNO, Marcos. Texto disponível em:http://paginas.terra.com.br/educacao/marcosbagno/art_que_pais_que_povo_que_lingua.htm.
Acesso em 27/03/2006. Adaptado.
No trecho: “E o problema não está apenas no rótulo dessa garrafa, mas sobretudo na bebida que ela contém e que querem nos empurrar goela abaixo.”, o termo sublinhado equivale semanticamente a:
 

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545830 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
Que país? Que povo? Que língua?
As três perguntas que dão título a este texto têm a ver com um problema sobre o qual se discute muito: o problema da identidade. Que país? Que povo? Que língua? Se para a pergunta "que país?" alguém me der a resposta "Brasil", e se para a pergunta "que povo?" alguém me der a resposta "brasileiro", terei dificuldade em aceitar para a pergunta "que língua?" a resposta "português".
Afinal, se estamos no Brasil e se nos definimos como povo brasileiro, por que continuar a insistir no uso desse rótulo português para identificar a língua que falamos aqui? E o problema não está apenas no rótulo dessa garrafa, mas sobretudo na bebida que ela contém e que querem nos empurrar goela abaixo.
Na escola primária e secundária, temos aulas de "língua portuguesa" e de "literatura brasileira". Por que a literatura é qualificada de "brasileira"? Porque é uma literatura produzida por pessoas nascidas e criadas aqui, usando como pano de fundo ou mesmo como tema central a nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc. Se essas são as razões para dizer que a literatura é "brasileira", por que então a língua é "portuguesa", se essa língua também é a língua falada e escrita por pessoas nascidas e criadas aqui, no Brasil, e serve como instrumento de inserção dessas pessoas na nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc.?
Na minha visão das coisas, este é o grande nó do exame da situação linguística do Brasil: eu sou brasileiro, mas quando vou na escola sou obrigado a aprender português. Quando ligo a televisão dou de cara com um programa chamado "Nossa língua portuguesa". Quando falo ou escrevo do modo como sei falar e escrever, aparece alguém para me dizer que "isso não é português".
Não é por acaso que tanta gente continue a dizer por aí que "brasileiro não sabe português" ou que "português é muito difícil". De fato, brasileiro não sabe português, nem tem por que saber. O brasileiro sabe a sua língua, a língua do Brasil, que foi transmitida a cada um de nós dentro do útero de nossas mães brasileiras, que foi absorvida por cada um de nós junto com o leite materno, que foi apreendida por cada um de nós nos primeiríssimos anos de nossas vidas para nunca mais sair de nossa memória, de nossa mente, de nosso corpo, de nosso ser.
BAGNO, Marcos. Texto disponível em:http://paginas.terra.com.br/educacao/marcosbagno/art_que_pais_que_povo_que_lingua.htm.
Acesso em 27/03/2006. Adaptado.
Analise a função dos segmentos destacados nos trechos a seguir.
1) “por que continuar a insistir no uso desse rótulo ‘português’ para identificar a língua que falamos aqui?”
2) “Não é por acaso que tanta gente continue a dizer por aí que ‘brasileiro não sabe português’”.
3) “Porque é uma literatura produzida por pessoas nascidas e criadas aqui”.
4) “O brasileiro sabe a sua língua, a língua do Brasil, que foi transmitida a cada um de nós dentro do útero de nossas mães brasileiras”.
Têm valor de adjetivos apenas os segmentos destacados em:
 

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545825 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Se um amperímetro for ligado em série com a resistência elétrica R1 do circuito abaixo, formado por uma bateria ideal e cinco resistores iguais de 100Ω, qual deverá ser o valor da corrente elétrica indicada no amperímetro?
Enunciado 2753723-1
 

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545820 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Sabendo-se que a rigidez dielétrica do ar em condições ambientais normais corresponde a um campo elétrico crítico de 3x106N/C, qual deve ser a distância mínima de separação entre dois eletrodos submetidos a uma diferença de potencial de 12.000 Volts para não ocorrência de arco-voltáico ou curto circuito?
 

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482009 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
Que país? Que povo? Que língua?
As três perguntas que dão título a este texto têm a ver com um problema sobre o qual se discute muito: o problema da identidade. Que país? Que povo? Que língua? Se para a pergunta "que país?" alguém me der a resposta "Brasil", e se para a pergunta "que povo?" alguém me der a resposta "brasileiro", terei dificuldade em aceitar para a pergunta "que língua?" a resposta "português".
Afinal, se estamos no Brasil e se nos definimos como povo brasileiro, por que continuar a insistir no uso desse rótulo português para identificar a língua que falamos aqui? E o problema não está apenas no rótulo dessa garrafa, mas sobretudo na bebida que ela contém e que querem nos empurrar goela abaixo.
Na escola primária e secundária, temos aulas de "língua portuguesa" e de "literatura brasileira". Por que a literatura é qualificada de "brasileira"? Porque é uma literatura produzida por pessoas nascidas e criadas aqui, usando como pano de fundo ou mesmo como tema central a nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc. Se essas são as razões para dizer que a literatura é "brasileira", por que então a língua é "portuguesa", se essa língua também é a língua falada e escrita por pessoas nascidas e criadas aqui, no Brasil, e serve como instrumento de inserção dessas pessoas na nossa realidade histórica, geográfica, social, ecológica etc.?
Na minha visão das coisas, este é o grande nó do exame da situação linguística do Brasil: eu sou brasileiro, mas quando vou na escola sou obrigado a aprender português. Quando ligo a televisão dou de cara com um programa chamado "Nossa língua portuguesa". Quando falo ou escrevo do modo como sei falar e escrever, aparece alguém para me dizer que "isso não é português".
Não é por acaso que tanta gente continue a dizer por aí que "brasileiro não sabe português" ou que "português é muito difícil". De fato, brasileiro não sabe português, nem tem por que saber. O brasileiro sabe a sua língua, a língua do Brasil, que foi transmitida a cada um de nós dentro do útero de nossas mães brasileiras, que foi absorvida por cada um de nós junto com o leite materno, que foi apreendida por cada um de nós nos primeiríssimos anos de nossas vidas para nunca mais sair de nossa memória, de nossa mente, de nosso corpo, de nosso ser.
BAGNO, Marcos. Texto disponível em:http://paginas.terra.com.br/educacao/marcosbagno/art_que_pais_que_povo_que_lingua.htm.
Acesso em 27/03/2006. Adaptado.
No trecho: “De fato, brasileiro não sabe português, nem tem por que saber.”, podemos identificar uma relação de:
 

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482007 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
O circuito da figura abaixo mostra uma subestação de alta tensão (13,8kVAC) e um transformador de rua usado para reduzir o potencial da linha de alta tensão a níveis mais baixos para utilização em uma empresa particular.
As diferenças de potencial (ddp) entre os pontos A – B, A – C, A – D e B – C são respectivamente:
Enunciado 2727194-1
 

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481999 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Para evitar que seus pais, que já são idosos sofram acidentes no piso escorregadio do quintal da casa, Sandra contratou uma pessoa para fazer ranhuras na superfície desse piso – atitude ecológica que não gera entulho pois torna desnecessária a troca do piso. O fato de o piso com ranhuras evitar que pessoas escorreguem está ligado ao conceito físico de:
 

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481992 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Sobre um corpo de massa 2,5kg atuam, em sentidos opostos de uma mesma direção, duas forças de intensidades 150,40N e 50,40N, respectivamente. A opção que oferece o módulo da aceleração resultante com o número correto de algarismos significativos é:
 

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