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Foram encontradas 40 questões.

1322787 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Saber o certo, escrever bem
Imaginamos, muitas vezes, que deveria ser possível aprender a escrever textos bons e sem erros de gramática seguindo orientações mais ou menos simples. Essa expectativa se deve especialmente a dois fatores:
a) como se trata da língua que falamos, supomos que deveria ser fácil dominar a escrita;
b) muita gente oferece dicas aparentemente fáceis de seguir.
Vale a pena comentar essas duas razões.
Quanto à primeira, é verdade que, comparando o que sabemos escrever ou falar em nossa língua com o que somos capazes de fazer em outra língua, nossa competência é evidentemente maior. Mas, se compararmos essa nossa competência com o que é estipulado ou desejável em nossa sociedade, ou mesmo com o que é razoável esperar depois de oito ou dez anos de escolaridade, talvez haja melhoras a implementar e conhecimentos mais sofisticados a adquirir.
Além do mais, quando se analisam os textos que produzimos, vários domínios são considerados. Por exemplo, uma coisa é acertar ou errar em assuntos típicos de gramática, como grafia, concordância, regência etc. Coisa bastante diferente é a sofisticação ou a banalidade dos fatos ou argumentos apresentados, bem como a organização geral do texto – se está uma boa narrativa, uma carta interessante, um texto argumentativo respeitável etc.
Quanto às dicas, que se ouvem muito, especialmente na época que antecede os concursos, em geral, são falsamente simples. Supostos especialistas nos dizem como agir em exames e concursos. Como se tudo dependesse apenas de nossa vontade e disposição, e não de habilidades ou competências construídas durante anos.
Só há um caminho para tornar-se efetivamente competente no que se refere aos diversos aspectos envolvidos no domínio da linguagem: trabalhar diariamente. O segredo é ler e escrever todos os dias, além de organizar-se de forma a eliminar, ou controlar ao máximo, determinadas características de nossa linguagem, pessoal ou de grupo, que são considerados pela escola e pela sociedade como problemas a corrigir.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical dirigido.
São Paulo: Parábola, 2011, p.103-105. Adaptado.)
No trecho: “Imaginamos, muitas vezes, que deveria ser possível aprender a escrever textos bons e sem erros de gramática seguindo orientações mais ou menos simples”, o verbo sublinhado é usado com o sentido de:
 

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1316522 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Se 3 peras custam o mesmo que 5 maçãs, e 7 goiabas custam o mesmo que 3 maçãs, quantas goiabas custam o mesmo que 36 peras?
 

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1315261 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Saber o certo, escrever bem
Imaginamos, muitas vezes, que deveria ser possível aprender a escrever textos bons e sem erros de gramática seguindo orientações mais ou menos simples. Essa expectativa se deve especialmente a dois fatores:
a) como se trata da língua que falamos, supomos que deveria ser fácil dominar a escrita;
b) muita gente oferece dicas aparentemente fáceis de seguir.
Vale a pena comentar essas duas razões.
Quanto à primeira, é verdade que, comparando o que sabemos escrever ou falar em nossa língua com o que somos capazes de fazer em outra língua, nossa competência é evidentemente maior. Mas, se compararmos essa nossa competência com o que é estipulado ou desejável em nossa sociedade, ou mesmo com o que é razoável esperar depois de oito ou dez anos de escolaridade, talvez haja melhoras a implementar e conhecimentos mais sofisticados a adquirir.
Além do mais, quando se analisam os textos que produzimos, vários domínios são considerados. Por exemplo, uma coisa é acertar ou errar em assuntos típicos de gramática, como grafia, concordância, regência etc. Coisa bastante diferente é a sofisticação ou a banalidade dos fatos ou argumentos apresentados, bem como a organização geral do texto – se está uma boa narrativa, uma carta interessante, um texto argumentativo respeitável etc.
Quanto às dicas, que se ouvem muito, especialmente na época que antecede os concursos, em geral, são falsamente simples. Supostos especialistas nos dizem como agir em exames e concursos. Como se tudo dependesse apenas de nossa vontade e disposição, e não de habilidades ou competências construídas durante anos.
Só há um caminho para tornar-se efetivamente competente no que se refere aos diversos aspectos envolvidos no domínio da linguagem: trabalhar diariamente. O segredo é ler e escrever todos os dias, além de organizar-se de forma a eliminar, ou controlar ao máximo, determinadas características de nossa linguagem, pessoal ou de grupo, que são considerados pela escola e pela sociedade como problemas a corrigir.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical dirigido.
São Paulo: Parábola, 2011, p.103-105. Adaptado.)
No Texto, o autor afirma que: “Só há um caminho para tornar-se efetivamente competente no que se refere aos diversos aspectos envolvidos no domínio da linguagem: trabalhar diariamente”. Nesse trecho, o autor revela, quanto ao conteúdo do que diz:
 

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1313073 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
No processo de comunicação humana, refere-se ao conjunto de sinais organizados e escolhidos pelo emissor para transmitir a mensagem.
 

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1312551 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
O cartum exibido abaixo pretende fazer uma crítica.
Enunciado 1312551-1
(Caulos – Só dói quando eu respiro. Porto Alegre: L&PM, 2001).
 

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1304865 Ano: 2012
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
São considerados materiais permanentes em um serviço público:
1) armários de aço
2) papel ofício
3) canetas e lápis
4) computador
5) automóvel
Estão corretas apenas:
 

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1303118 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Saber o certo, escrever bem
Imaginamos, muitas vezes, que deveria ser possível aprender a escrever textos bons e sem erros de gramática seguindo orientações mais ou menos simples. Essa expectativa se deve especialmente a dois fatores:
a) como se trata da língua que falamos, supomos que deveria ser fácil dominar a escrita;
b) muita gente oferece dicas aparentemente fáceis de seguir.
Vale a pena comentar essas duas razões.
Quanto à primeira, é verdade que, comparando o que sabemos escrever ou falar em nossa língua com o que somos capazes de fazer em outra língua, nossa competência é evidentemente maior. Mas, se compararmos essa nossa competência com o que é estipulado ou desejável em nossa sociedade, ou mesmo com o que é razoável esperar depois de oito ou dez anos de escolaridade, talvez haja melhoras a implementar e conhecimentos mais sofisticados a adquirir.
Além do mais, quando se analisam os textos que produzimos, vários domínios são considerados. Por exemplo, uma coisa é acertar ou errar em assuntos típicos de gramática, como grafia, concordância, regência etc. Coisa bastante diferente é a sofisticação ou a banalidade dos fatos ou argumentos apresentados, bem como a organização geral do texto – se está uma boa narrativa, uma carta interessante, um texto argumentativo respeitável etc.
Quanto às dicas, que se ouvem muito, especialmente na época que antecede os concursos, em geral, são falsamente simples. Supostos especialistas nos dizem como agir em exames e concursos. Como se tudo dependesse apenas de nossa vontade e disposição, e não de habilidades ou competências construídas durante anos.
Só há um caminho para tornar-se efetivamente competente no que se refere aos diversos aspectos envolvidos no domínio da linguagem: trabalhar diariamente. O segredo é ler e escrever todos os dias, além de organizar-se de forma a eliminar, ou controlar ao máximo, determinadas características de nossa linguagem, pessoal ou de grupo, que são considerados pela escola e pela sociedade como problemas a corrigir.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical dirigido.
São Paulo: Parábola, 2011, p.103-105. Adaptado.)
O Texto, conforme as informações que traz, reforça a ideia de que:
 

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1174197 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
É vedado ao servidor público federal, segundo seu Código de Ética Profissional:
1) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou de seu conhecimento para atendimento do seu mister.
2) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas de defesa da vida e da segurança coletiva.
3) comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis.
4) fazer uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno do seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros.
5) facilitar a fiscalização de todos os atos ou serviços por quem de direito.
Estão corretas apenas:
 

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1154647 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Ao servidor público é proibido:
 

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1141631 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Considerando o aplicativo Excel 2007 em sua configuração original, assinale a alternativa em que figura o botão cuja operação é equivalente à do atalho de teclado CTRL + V.
 

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