Foram encontradas 64 questões.
Espécies aquícolas, a exemplo da tilápia, têm um grande potencial de cultivo, principalmente nos sistemas intensivo e superintensivo. Qual o comprimento/peso (g) ou a proteína bruta (%), nas diversas fases de crescimento, em sistema de cultivo intensivo/superintensivo (Comp/Peso – PB%)?
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De acordo com a composição nutricional da carne do pescado, assinale a alternativa correta.
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Hidrolisados proteicos de pescado são obtidos por:
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Avalie o desempenho de um viveiro de cultivo de camarão marinho, com área de 0,6 ha, o qual foi estocado com 25 PL30/m2 (0,1g), durante 90 dias. Considere: a) sobrevivência de 65%; b) peso médio final de 12g; e consumo de 36 sacos de ração (40 kg).
Qual o fator de conversão alimentar, a produção de camarões (kg) e a produtividade (kg/ha/ciclo), respectivamente?
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Sozinhos na multidão: a solidão na era das redes sociais
Solidão. Essa parece ser uma palavra recorrente e uma constante no comportamento das pessoas no século XXI, o século em que o ser humano nunca esteve, teoricamente, mais conectado aos seus semelhantes em toda a sua história, através do mundo digital da Web e das redes sociais.
Por mais estranho que possa parecer, ao mesmo tempo em que a Internet abriu um mundo novo e revolucionou praticamente todas as formas conhecidas de relacionamento entre pessoas, comunidades e países, as pessoas nunca estiveram mais solitárias, e nunca foram registradas tantas ocorrências de doenças psíquicas, como os diversos transtornos de ansiedade, comportamentos compulsivos originados de quadros de carência afetiva aguda e fratura narcísica, além do impressionante aumento de queixas de depressão, nos mais diversos níveis.
Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas, seja afetiva ou socialmente. As pessoas hoje preferem passar mais tempo conectadas através do computador, tablet, celular ou qualquer outro dispositivo, móvel ou não, do que se encontrar fisicamente para poderem interagir no mundo real.
Pode-se ter uma medida disso ao se observar comportamentos de famílias em restaurantes, grupos de adolescentes no shopping, amigos/amigas/colegas de trabalho almoçando juntos. Chega a ser impressionante o tempo dedicado por todos aos seus dispositivos eletrônicos para envio de mensagens ou e-mails, acompanhar as atualizações feitas pelos seus respectivos “amigos” e conhecidos nas diversas redes sociais, ao invés de dedicar o mesmo tempo para tentar desenvolver algum tipo de interação ou de conexão afetiva real. No caso dos grupos de adolescentes esse fenômeno chega a ser mais impressionante (ou diria, talvez, mais preocupante).
As crianças, ao invés de se relacionarem e brincarem umas com as outras, passam a interagir umas com as outras através de seus tablets e smartphones (dados por pais que não param para avaliar se os filhos já têm idade para serem expostos ao mundo digital desta forma), mandando mensagens (ao invés de conversarem ao vivo e a cores) entre si, jogando online. Com os adolescentes, a cena não é muito diferente: numa mesma mesa pode-se ver a interação sendo feita através de smartphones e tablets, com o envio de mensagens de um para o outro (ao invés de tentar simplesmente conversar), ou através das atualizações de suas respectivas atividades no “Face” (diminutivo de Facebook, porque dá muito trabalho falar Facebook, segundo esses adolescentes, cuja marca registrada é um imenso e constante cansaço).
A este panorama, de pessoas altamente conectadas com tudo e todos à sua volta e, por si só, bastante para desencadear a ansiedade e o aparecimento de neuroses diversas nessa sociedade global do século XXI, adicione-se o surgimento de uma sociedade em que nunca se viu um contingente tão grande de solitários e de laços afetivos tão fluidos e instáveis, a era do chamado “amor líquido”. Uma era em que é mais fácil deletar do que tentar resolver obstáculos e conflitos dentro dos relacionamentos, em que todos estão ligados a todo mundo, mas poucos conseguem estabelecer relações estáveis e saudáveis, seja do ponto de vista afetivo ou sexual.
Isso me leva a concluir que, neste novo mundo de relações digitais e fluidas, está se criando uma nova geração, na qual os relacionamentos virtuais – diferentes dos relacionamentos reais, pesados, lentos e confusos – são muito mais fáceis de entrar e sair; eles parecem inteligentes e limpos, fáceis de usar, compreender e manusear. Quando o interesse acaba, ou a situação chega a determinado ponto que exige pelo menos elaboração, sempre se pode apertar a tecla “delete”. Não sem consequências psíquicas ou com tanta leveza quanto aparenta, já que a modernidade não chega com essa velocidade ao psiquismo.
O que vemos é cada vez mais casos de pacientes com discursos fragmentados, ocorrências de dissociação de personalidade (um resultado nítido das alter personalidades tão usuais no mundo digital), quadros de carência afetiva aguda e comportamentos compulsivos diversos (muito provavelmente originados pelo abandono dos pais pós-modernos), além de transtornos de ansiedade e depressão, nos mais diversos níveis. Vivemos em um mundo onde as pessoas não só estão mais sozinhas, como estão deprimidas, ansiosas (todas buscando aceitação, acolhimento, conexões afetivas e amor), compulsivas e, paradoxalmente, conectadas com o mundo. Ou seja, ao contrário do ditado, não basta estar sozinho, mas sozinho, apesar de acompanhado.
Marcelo Bernstein. Disponível em: http://desacato.info/sozinhos-na-multidao-a-solidao-na-era-das-redes-sociais.
Acesso em 16/04/2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que traz uma informação discordante das informações do Texto.
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Uma das projeções do globo utilizada para confecção de cartas de navegação é a Mercator. Assinale a alternativa que não corresponde aos atributos de uma carta náutica confeccionada com a projeção de Mercator.
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Em 5 de dezembro de 2017, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas declarou 2022 como o Ano Internacional da Pesca Artesanal e Aquicultura, o que concentrará as atenções nos pescadores, pescadoras artesanais e aquicultores, que compõem 90% da força de trabalho pesqueira mundial. (Disponível em: http://www.fao.org/voluntary-guidelines-small-scale-fisheries/news-and-events/detail/en/c/1139155/). Sobre a atenção do Brasil e de suas políticas públicas à pesca artesanal e aquicultura, analise as proposições abaixo.
1) A Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais define em seu decreto (Lei nº 6.040/07) que os povos e comunidades tradicionais são “grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição”, nos quais estão inseridos os pescadores e pescadoras. Essa política pode servir de base para a proteção territorial e social desses atores.
2) O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação básica pública. O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), criado pelo art. 19 da Lei nº 10.696/03, possui duas finalidades básicas: promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. Juntos, esses programas podem ser utilizados por comunidades pesqueiras e aquícolas que têm dificuldades de comercialização de seus produtos, com o objetivo de regularização de preços e escoamento de produtos.
3) As Diretrizes Voluntárias para Assegurar a Sustentabilidade da Pesca Artesanal no contexto da Segurança Alimentar e Erradicação da Pobreza, adotadas pela FAO em 2014, priorizam os direitos humanos e a necessidade de atender a grupos vulneráveis e marginalizados. O Brasil, como um dos principais atores, em seu processo de adoção a implementou por meio de legislação específica.
4) A concessão de seguro desemprego, durante o período de defeso, ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal é justificada, pois nesse período o pescador ou pescadora é proibido de pescar. A proibição se baseia na proteção à reprodução de determinadas espécies como a lagosta.
Está(ão) correta(s):
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A reprodução em fêmeas de teleósteos é controlada pelo eixo hipotálamo-hipófise-ovário. Esse mecanismo sequencial permite a intervenção em vários níveis para promover ou interferir com o processo de maturação.
Considere que no manejo da reprodução foi utilizado o extrato pituitário a partir de glândulas pituitárias desidratadas. Pode-se afirmar que a intervenção se realizou em nível:
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A carne do pescado é um dos alimentos mais perecíveis, devido principalmente à:
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A estimativa de Rendimento Máximo Sustentável pode ser considerada na tomada de decisão para a gestão de um estoque de peixes. O Rendimento Máximo Sustentável é a:
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