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Foram encontradas 64 questões.

Considerando o Regime Disciplinar previsto na Lei nº 8112/1990, é correto afirmar que:
 

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1498028 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Os viveiros aquícolas requerem um manejo adequado para aumentar sua vida útil. Para isso, há a necessidade de efetuar algumas atividades de manutenção. Qual é a importância do processo de secagem em viveiros?
 

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1192079 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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O congelamento rápido do pescado é uma prática recomendável, porque:
 

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1187480 Ano: 2019
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Desafios das comunidades de pescadores e o papel dos governos na América Latina
“... A dimensão conflitante desses territórios deriva da concorrência de diversos atores com diferentes usos, lógicas e interesses sobre os seus recursos naturais, particularmente pesqueiros e paisagísticos. Cabe aos Estados responder ao processo de desigualdade dos setores tradicionais frente aos modelos modernizadores das bacias hidrográficas e territórios hidrossociais, e assim gerar capacidades democráticas para a governança onde as desigualdades socioeconômicas e de acesso aos recursos hídricos se aprofundaram...”
Revista Desafios do Desenvolvimento/IPEA (2016). Disponível em:
http://www.ipea.gov.br/desafios/images/stories/ed88/161123_revista_desafios_88.pdf
No Brasil, as Reservas Extrativistas – RESEX – são Áreas Protegidas definidas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) como áreas utilizadas por populações extrativistas tradicionais, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte, e tem como objetivos básicos proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade. Sobre as Reservas Extrativistas e a pesca artesanal, assinale a alternativa incorreta.
 

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1137627 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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A base do sistema BFT (Bio Floc Technology) são os bioflocos, os quais são conglomerados de micróbios, algas, protozoários e outros, juntamente com detritos e partículas orgânicas mortas. O biofloco é o único ecossistema de partículas suspensas em águas relativamente pobres. Os bioflocos encontrados em viveiros são porosos, leves e têm um diâmetro de 0,1 a 1 mm. Esse sistema foi concebido devido à tendência e à necessidade de limitar a troca de água nos sistemas aquícolas. Assinale a(s) característica(s) mais adequada(s) ao sistema BFT.
 

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1077889 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Após a descoberta de um novo recurso pesqueiro valioso e abundante, há usualmente o desenvolvimento de uma nova pescaria. Se a pescaria não é regulada, na maioria dos casos ela passa por um ciclo típico em que se observam fases de:
 

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991933 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Existem atualmente três formas de salga do pescado: salga seca, úmida e mista. Assinale a característica que corresponde à salga úmida.
 

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754436 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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A farinha de sangue é uma fonte proteica comumente empregada em rações de peixes, porém com limitações devido ao desequilíbrio de alguns aminoácidos, a exemplo da metionina e isoleucina.
Devido à baixa concentração de carboidratos, a farinha de sangue pode prejudicar o processo de expansão em rações extrudadas. Dessa forma, o nível mais adequado de farinha de sangue em rações para o processo de engorda é de:
 

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712228 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Em uma empresa de beneficiamento do pescado, existem práticas corretas e incorretas. Assinale uma prática correta.
 

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Sozinhos na multidão: a solidão na era das redes sociais
Solidão. Essa parece ser uma palavra recorrente e uma constante no comportamento das pessoas no século XXI, o século em que o ser humano nunca esteve, teoricamente, mais conectado aos seus semelhantes em toda a sua história, através do mundo digital da Web e das redes sociais.
Por mais estranho que possa parecer, ao mesmo tempo em que a Internet abriu um mundo novo e revolucionou praticamente todas as formas conhecidas de relacionamento entre pessoas, comunidades e países, as pessoas nunca estiveram mais solitárias, e nunca foram registradas tantas ocorrências de doenças psíquicas, como os diversos transtornos de ansiedade, comportamentos compulsivos originados de quadros de carência afetiva aguda e fratura narcísica, além do impressionante aumento de queixas de depressão, nos mais diversos níveis.
Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas, seja afetiva ou socialmente. As pessoas hoje preferem passar mais tempo conectadas através do computador, tablet, celular ou qualquer outro dispositivo, móvel ou não, do que se encontrar fisicamente para poderem interagir no mundo real.
Pode-se ter uma medida disso ao se observar comportamentos de famílias em restaurantes, grupos de adolescentes no shopping, amigos/amigas/colegas de trabalho almoçando juntos. Chega a ser impressionante o tempo dedicado por todos aos seus dispositivos eletrônicos para envio de mensagens ou e-mails, acompanhar as atualizações feitas pelos seus respectivos “amigos” e conhecidos nas diversas redes sociais, ao invés de dedicar o mesmo tempo para tentar desenvolver algum tipo de interação ou de conexão afetiva real. No caso dos grupos de adolescentes esse fenômeno chega a ser mais impressionante (ou diria, talvez, mais preocupante).
As crianças, ao invés de se relacionarem e brincarem umas com as outras, passam a interagir umas com as outras através de seus tablets e smartphones (dados por pais que não param para avaliar se os filhos já têm idade para serem expostos ao mundo digital desta forma), mandando mensagens (ao invés de conversarem ao vivo e a cores) entre si, jogando online. Com os adolescentes, a cena não é muito diferente: numa mesma mesa pode-se ver a interação sendo feita através de smartphones e tablets, com o envio de mensagens de um para o outro (ao invés de tentar simplesmente conversar), ou através das atualizações de suas respectivas atividades no “Face” (diminutivo de Facebook, porque dá muito trabalho falar Facebook, segundo esses adolescentes, cuja marca registrada é um imenso e constante cansaço).
A este panorama, de pessoas altamente conectadas com tudo e todos à sua volta e, por si só, bastante para desencadear a ansiedade e o aparecimento de neuroses diversas nessa sociedade global do século XXI, adicione-se o surgimento de uma sociedade em que nunca se viu um contingente tão grande de solitários e de laços afetivos tão fluidos e instáveis, a era do chamado “amor líquido”. Uma era em que é mais fácil deletar do que tentar resolver obstáculos e conflitos dentro dos relacionamentos, em que todos estão ligados a todo mundo, mas poucos conseguem estabelecer relações estáveis e saudáveis, seja do ponto de vista afetivo ou sexual.
Isso me leva a concluir que, neste novo mundo de relações digitais e fluidas, está se criando uma nova geração, na qual os relacionamentos virtuais – diferentes dos relacionamentos reais, pesados, lentos e confusos – são muito mais fáceis de entrar e sair; eles parecem inteligentes e limpos, fáceis de usar, compreender e manusear. Quando o interesse acaba, ou a situação chega a determinado ponto que exige pelo menos elaboração, sempre se pode apertar a tecla “delete”. Não sem consequências psíquicas ou com tanta leveza quanto aparenta, já que a modernidade não chega com essa velocidade ao psiquismo.
O que vemos é cada vez mais casos de pacientes com discursos fragmentados, ocorrências de dissociação de personalidade (um resultado nítido das alter personalidades tão usuais no mundo digital), quadros de carência afetiva aguda e comportamentos compulsivos diversos (muito provavelmente originados pelo abandono dos pais pós-modernos), além de transtornos de ansiedade e depressão, nos mais diversos níveis. Vivemos em um mundo onde as pessoas não só estão mais sozinhas, como estão deprimidas, ansiosas (todas buscando aceitação, acolhimento, conexões afetivas e amor), compulsivas e, paradoxalmente, conectadas com o mundo. Ou seja, ao contrário do ditado, não basta estar sozinho, mas sozinho, apesar de acompanhado.
Marcelo Bernstein. Disponível em: http://desacato.info/sozinhos-na-multidao-a-solidao-na-era-das-redes-sociais.
Acesso em 16/04/2019. Adaptado.
No parágrafo, lemos: “Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas”. Com o termo destacado, o autor pretendeu:
 

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