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Foram encontradas 70 questões.

1341580 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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De acordo com o Regimento Geral da UFRR, a estrutura administrativa contempla órgãos em vinculação hierárquica e de recurso administrativo. Nesse sentido, das decisões dos órgãos da UFRR, os recursos serão interpostos aos órgãos hierarquicamente superiores, exceto:
 

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1341545 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Para assumir a direção de uma escola, foram selecionados 25 gestores, 5 homens e 20 mulheres. Portanto, existe 15 mulheres a mais que homens, o que equivale a afirmar que a quantidade de mulheres supera a quantidade de homens em:
 

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1341541 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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CIÊNCIA BRASILEIRA
No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.
Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.
O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.
Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores. Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.
Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.
Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.
Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.
O Fundo Verde Amarelo vai financiar a formação de recursos humanos, área em que o Brasil vem tendo progresso significativo. Os dados relativos a 2002 estimam em 110 mil o contingente de estudantes em cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado). Ao longo do ano 2000, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foram formados 5.344 novos doutores. Em 2001, este número subiu para 6.300. Os mestres, que foram 18.374 em 2000, superaram os 20 mil no ano passado.
Astronomia, biotecnologia, física, medicina e pesquisa agrícola são alguns dos segmentos com desenvolvimento acelerado, projetando o país no cenário internacional. No entanto, outras áreas, como a matemática, de que parte destas pesquisas dependem, ainda não dispõem da quantidade desejável de pesquisadores.
Enquanto comemora conquistas recentes em genômica e ingressa no novíssimo campo da proteômica, o Brasil faz planos para desenvolver, rapidamente, também o segmento da nanotecnologia.
Existe uma demanda não atendida de ensino superior no Brasil, mas esta situação vem mudando. Em 1981, perto de 1,4 milhão de estudantes estavam matriculados nas redes pública e privada de ensino superior. Em 1994, este número subiu para 1,7 milhão e, em 1999, passou para 2,4 milhões. Apenas entre 1994 e 1999, houve um crescimento de 58,1% nos números do ensino privado. O cenário atual prevê um ligeiro e crescente aumento de pesquisas na rede privada, com a incorporação de doutores aposentados precocemente do setor público.
(In: Scientific American Brasil. http://www2.uol.com.br/sciam/ciencia_brasileira/. Acesso em 11/09/2013)
Em “Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa.”, a palavra grifada significa:
 

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1341539 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Uma Indústria fabrica dois tipos de baterias para celular: P1 e P2. A bateria P1 tem duração média 2.484 horas e a bateria P2 tem duração média 2.852 horas, com seus respectivos desvio padrão de 230 horas e 310 horas. Com essas informações podemos afirmar que a dispersão relativa de P1 e P2 são, respectivamente:
 

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1341538 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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O teste t de Student ou, somente teste t, é um teste de hipótese que usa conceitos estatísticos para rejeitar, ou não, uma hipótese nula quando a estatística de teste segue uma distribuição t de Student. Essa premissa é normalmente usada quando a estatística de teste, na verdade, segue uma distribuição normal, mas a variância da população é desconhecida. Nesse caso, é usada a variância amostral e, com esse ajuste, a estatística de teste passa a seguir uma distribuição t de Student.
Com base nessa informação, é correto afirmar que o teste de Student é conduzido para:
 

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1341537 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Uma empresa, para compensar as horas a mais de trabalho de alguns funcionários, resolveu oferecer dias de descanso conforme a sua carga de atividade. Assim, 1 funcionário teve 3 dias de descanso, 2 funcionários tiveram 4 dias de descanso, 3 funcionários tiveram 3 dias de descanso, 4 funcionários tiveram 2 dias de descanso, 5 funcionários tiveram 4 dias de descanso. Em média, por razão destes descansos, a empresa ficará sem o quadro completo de funcionários durante:
 

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1341527 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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De acordo com a Lei nº 11.091 de 12 de janeiro de 2005, analise as afirmativas de I a V, respectivamente, e julgue com (V) para Verdadeira e (F) para Falsa.
I. Cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor.
II. Plano de Carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
III. Usuários: pessoas ou coletividades exclusivamente externas à instituição federal de ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados.
IV. Ambiente Organizacional: área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal.
V. Padrão de Vencimento: posição do servidor que ocupa exclusivamente uma função comissionada na escala de vencimento da carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação da carreira.
Marque a alternativa que responde, corretamente, a questão.
 

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1341513 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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CIÊNCIA BRASILEIRA
No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.
Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.
O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.
Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores. Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.
Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.
Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.
Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.
O Fundo Verde Amarelo vai financiar a formação de recursos humanos, área em que o Brasil vem tendo progresso significativo. Os dados relativos a 2002 estimam em 110 mil o contingente de estudantes em cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado). Ao longo do ano 2000, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foram formados 5.344 novos doutores. Em 2001, este número subiu para 6.300. Os mestres, que foram 18.374 em 2000, superaram os 20 mil no ano passado.
Astronomia, biotecnologia, física, medicina e pesquisa agrícola são alguns dos segmentos com desenvolvimento acelerado, projetando o país no cenário internacional. No entanto, outras áreas, como a matemática, de que parte destas pesquisas dependem, ainda não dispõem da quantidade desejável de pesquisadores.
Enquanto comemora conquistas recentes em genômica e ingressa no novíssimo campo da proteômica, o Brasil faz planos para desenvolver, rapidamente, também o segmento da nanotecnologia.
Existe uma demanda não atendida de ensino superior no Brasil, mas esta situação vem mudando. Em 1981, perto de 1,4 milhão de estudantes estavam matriculados nas redes pública e privada de ensino superior. Em 1994, este número subiu para 1,7 milhão e, em 1999, passou para 2,4 milhões. Apenas entre 1994 e 1999, houve um crescimento de 58,1% nos números do ensino privado. O cenário atual prevê um ligeiro e crescente aumento de pesquisas na rede privada, com a incorporação de doutores aposentados precocemente do setor público.
(In: Scientific American Brasil. http://www2.uol.com.br/sciam/ciencia_brasileira/. Acesso em 11/09/2013)
A produção científica brasileira se concentra mais em:
 

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1341506 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Preencha as lacunas do texto a seguir com a opção que apresenta todos os elementos em acordo com a chamada norma culta da língua.
Fui casa da sua família. Sua mãe não chegar, ficou por estarmos lá. Quando o lanche foi servido, de deliciosos pães de queijo
 

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1341504 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Para descobrir a idade de uma árvore, alguns pesquisadores costumam medir sua circunferência. Numa área de preservação nacional um pesquisador marcou dez árvores e mediu a circunferência de cada uma, registrando as seguintes medidas (em metros): 1,88 - 1,83 - 1,79 - 1,76 - 1,78 - 1,70 - 1,80 - 1,82 - 1,86 - 2,05. Depois de colhida as informações ele apresentou 1,81m como um único resultado para as dez árvores pesquisadas.
Portanto, ele apresentou o resultado dessas medidas utilizando a:
 

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