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Foram encontradas 90 questões.

1721236 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Se !$ (a_1, \, a_2, \, a_3, \, ...) !$ é uma progressão aritmética de razão 2 então podemos dizer que !$ (2^{a_1}, \, 2^{a_2}, \, 2^{a_3}, \, ... \, ) !$

 

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1721229 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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TEXTO V

Uma expedição feita no Rio Branco, em Roraima, coletou mais de 2 mil amostras para identificar os níveis de contaminação por mercúrio nos peixes do estado. A pesquisa foi feita em 12 dias por membros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Para fazer o diagnóstico foram coletados peixes nos rios Branco, Mucajaí e Uraricoera, incluindo a compra de pescado nos mercados de peixe das cidades de Caracaraí e Mucajaí.

O metal pesado mercúrio é utilizado no garimpo ilegal de ouro sendo liberado no ambiente e atingindo os rios e igarapés. Estudos anteriores realizados pela Fundação Oswaldo Cruz revelaram alto índice de contaminação do metal na terra indígena ianomâmi. Os maios afetados são indígenas que vivem nas proximidades das áreas de garimpo.

https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2018/11/13/pesquisa-queridentificar- nivel-de-

contaminacao-por-mercurio-em-peixes-nos-rios-deroraima. ghtml. Texto Adaptado.

Considerando o texto V, assinale a alternativa VERDADEIRA.

 

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1721228 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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TEXTO III

Uma pesquisa ainda inédita da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou contaminação por mercúrio entre indígenas ianomâmis. Há suspeitas de relação desse fato com o aumento dos garimpos ilegais na região que usam mercúrio no processo de extração do ouro.

De acordo com o coordenador do estudo, o pesquisador Paulo Basta, 56% das amostras apontam um índice de contaminação acima do percentual limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 2 microgramas de mercúrio por grama de cabelo examinado. Em 4% da população analisada havia concentrações acima de 6 microgramas de mercúrio por grama de cabelo, considerado o limite de tolerância biológica do corpo humano a essa substância. A partir desse valor, podem surgir doenças neurológicas.

Uma criança de três anos de idade teve seu cabelo analisado e apresentou um índice de 13,87 microgramas, sete vezes mais que o limite da OMS e mais de duas vezes maior que o índice de tolerância biológica. “A região do Alto Rio Negro, onde fica a terra indígena ianomâmi, está altamente impactada pela presença de garimpeiros ilegais. Eles usam o mercúrio no processo de extração do ouro. Esse material vai parar na atmosfera ou na água dos rios e acaba contaminando os peixes que, depois, são fonte da alimentação dos índios”, disse Basta.

PRAZERES, Leandro. Estudo da Fiocruz mostra que 56% dos Ianomâmis têm Mercúrio acima do limite.

O Globo, 03/08/2019. Disponível: https://oglobo.globo.com/brasil/estudo-da-fiocruz-mostra-que-56-

dosianomamis- tem-mercurio-acima-do-limite-23852233. Texto Adaptado.

Considerando o texto III, assinale a alternativa VERDADEIRA.

 

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1721227 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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A exemplo da frase “Fazia horas que procuravam uma sombra.”, assinale a opção que apresenta concordância verbal semelhante de acordo com a norma culta.

 

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1721226 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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TEXTO II

“As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam. Num cotovelo do caminho avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar. A voz saiu-lhe rouca, medonha. Calou-se para não estragar força.”

“Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra. Sinhá Vitória acomodou os filhos, que arriaram como trouxas, cobriu-os com molambos. O menino mais velho, passada a vertigem que o derrubara, encolhido sobre folhas secas, a cabeça encostada a uma raiz, adormecia, acordava. E quando abria os olhos, distinguia vagamente um monte próximo, algumas pedras, um carro de bois. A cachorra Baleia foi enroscarse junto dele.”

“Estavam no pátio de uma fazenda sem vida. O curral deserto, o chiqueiro das cabras arruinado e também deserto, a casa do vaqueiro fechada, tudo anunciava abandono. Certamente o gado se finara e os moradores tinham fugido.”

Vidas Secas. Graciliano Ramos.

A partir da leitura dos excertos da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, mostrados no texto II, podemos observar:

 

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1721225 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Assinale a alternativa em que todas as palavras são compostas por justaposição.

 

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1721224 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas da Língua Portuguesa.

 

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1721400 Ano: 2019
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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La forêt amazonienne est ravagée par des dizaines de milliers d'incendies (extrait)

Article mis à jour le 04 septembre 2019, 15:07 Chaque année, des dizaines de milliers d'incendies ravagent la plus grande forêt tropicale du monde, l'Amazonie. Cependant, l'année 2019 connaît un nombre important de départs de feux particulièrement virulents et incontrôlables, générant un épais nuage de cendres sur des millions de kilomètres carrés. Si la déforestation en Amazonie a tendance à décélérer depuis quelques années, les mois de juillet et août 2019 ont connu un regain avec plus de 4000 kilomètres carrés de forêt détruite (dont 760 km2 par des incendies) selon les données de l'Institut National de Recherche Spatiale (INPE). La plupart du temps ces incendies sont intentionnels, ils sont déclenchés à cette saison appelée "queimada" - par les agriculteurs pour défricher toujours plus d'espace pour le fourrage (à destination notamment du bétail européen) et l'élevage extensif. Depuis le début de l'année 2019, plus de 93 000 départs de feu ont été enregistrés au Brésil, c'est 62% de plus que l'année 2018, détaille l'INPE, et ces incendies ont été les plus nombreux dans les États occupés en totalité ou partiellement par la forêt amazonienne. C'est toutefois nettement moins qu'au début des années 2000 et en 2010 où plus de 250 000 incendies étaient enregistrés. Ce qui rend l'année 2019 exceptionnelle, c'est le nombre inédit d'incendies depuis 2012 (début des enregistrements du système de capteur satellitaire VIIRS). En outre, les incendies de 2019 sont plus intenses que les années précédentes (en terme de pouvoir radiatif), ce qui correspond à l'augmentation observée de la déforestation, explique le Global Fire Data. Les mois de juillet et août 2019 ont été catastrophiques: depuis le 15 août, près de 10 000 nouveaux incendies se sont déclarés au Brésil, principalement dans le bassin amazonien.

Résultat: un épais nuage de fumée d'une taille de plus de 3,1 million de km2 (presque la taille de l'Inde) recouvre l'Amérique du Sud.

La forêt amazonienne, le "poumon vert" de la Terre?

Si les forêts sont généralement considérées comme les "poumons de la Terre" c'est parce qu'elles émettraient plus d'oxygène (O2) que ce dont elles ont besoin. Ainsi, on entend dire que la forêt amazonienne génèrerait 20% de l'oxygène que nous respirons. Ce chiffre est sans fondement: lorsqu'un écosystème forestier est à l'équilibre, que la forêt ne progresse plus, le bilan est neutre: une forêt rejette autant d'oxygène qu'elle en absorbe, idem pour le CO2 (Planet-Terre, 2019). Pire, la forêt amazonienne régresse chaque année, elle pourrait donc bien libérer plus de carbone que d'oxygène (et c'est plutôt ça le vrai problème). On ne peut donc pas parler de "poumon vert" de la Terre. Et quand bien même, nous n'en aurions pas vraiment besoin pour respirer, il y a déjà un stock d'oxygène suffisant dans l'air (21%) et il ne régresse pas à notre échelle de temps. Mais d'où vient alors notre oxygène? Il serait hérité de la modification de la composition des roches terrestres et de sa séquestration pendant des milliards d'années par le phytoplancton piégé dans les fonds sous-marins qui l'a ensuite libéré (National Geographic, 2019).

Publié par: https://www.notre-planete.info/actualites/3064-incendiesrecord- amazonie-deforestation

Dans léxtrait Et quand bien même, nous n'en aurions pas vraiment besoin pour respirer, il y a déjà un stock d'oxygène suffisant dans l'air (21%)... , les mots signalés sont classifiés respectivement:

Questão Anulada

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1721396 Ano: 2019
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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La forêt amazonienne est ravagée par des dizaines de milliers d'incendies (extrait)

Article mis à jour le 04 septembre 2019, 15:07 Chaque année, des dizaines de milliers d'incendies ravagent la plus grande forêt tropicale du monde, l'Amazonie. Cependant, l'année 2019 connaît un nombre important de départs de feux particulièrement virulents et incontrôlables, générant un épais nuage de cendres sur des millions de kilomètres carrés. Si la déforestation en Amazonie a tendance à décélérer depuis quelques années, les mois de juillet et août 2019 ont connu un regain avec plus de 4000 kilomètres carrés de forêt détruite (dont 760 km2 par des incendies) selon les données de l'Institut National de Recherche Spatiale (INPE). La plupart du temps ces incendies sont intentionnels, ils sont déclenchés à cette saison appelée "queimada" - par les agriculteurs pour défricher toujours plus d'espace pour le fourrage (à destination notamment du bétail européen) et l'élevage extensif. Depuis le début de l'année 2019, plus de 93 000 départs de feu ont été enregistrés au Brésil, c'est 62% de plus que l'année 2018, détaille l'INPE, et ces incendies ont été les plus nombreux dans les États occupés en totalité ou partiellement par la forêt amazonienne. C'est toutefois nettement moins qu'au début des années 2000 et en 2010 où plus de 250 000 incendies étaient enregistrés. Ce qui rend l'année 2019 exceptionnelle, c'est le nombre inédit d'incendies depuis 2012 (début des enregistrements du système de capteur satellitaire VIIRS). En outre, les incendies de 2019 sont plus intenses que les années précédentes (en terme de pouvoir radiatif), ce qui correspond à l'augmentation observée de la déforestation, explique le Global Fire Data. Les mois de juillet et août 2019 ont été catastrophiques: depuis le 15 août, près de 10 000 nouveaux incendies se sont déclarés au Brésil, principalement dans le bassin amazonien.

Résultat: un épais nuage de fumée d'une taille de plus de 3,1 million de km2 (presque la taille de l'Inde) recouvre l'Amérique du Sud.

La forêt amazonienne, le "poumon vert" de la Terre?

Si les forêts sont généralement considérées comme les "poumons de la Terre" c'est parce qu'elles émettraient plus d'oxygène (O2) que ce dont elles ont besoin. Ainsi, on entend dire que la forêt amazonienne génèrerait 20% de l'oxygène que nous respirons. Ce chiffre est sans fondement: lorsqu'un écosystème forestier est à l'équilibre, que la forêt ne progresse plus, le bilan est neutre: une forêt rejette autant d'oxygène qu'elle en absorbe, idem pour le CO2 (Planet-Terre, 2019). Pire, la forêt amazonienne régresse chaque année, elle pourrait donc bien libérer plus de carbone que d'oxygène (et c'est plutôt ça le vrai problème). On ne peut donc pas parler de "poumon vert" de la Terre. Et quand bien même, nous n'en aurions pas vraiment besoin pour respirer, il y a déjà un stock d'oxygène suffisant dans l'air (21%) et il ne régresse pas à notre échelle de temps. Mais d'où vient alors notre oxygène? Il serait hérité de la modification de la composition des roches terrestres et de sa séquestration pendant des milliards d'années par le phytoplancton piégé dans les fonds sous-marins qui l'a ensuite libéré (National Geographic, 2019).

Publié par: https://www.notre-planete.info/actualites/3064-incendiesrecord- amazonie-deforestation

Dans léxtrait Si les forêts sont généralement considérées comme les "poumons de la Terre" c'est parce qu'elles émettraient plus d'oxygène (O2) que ce dont elles ont besoin., les mots signalés sont classifiés respectivement:

Questão Anulada

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1721394 Ano: 2019
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: UFRR
Orgão: UFRR
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La forêt amazonienne est ravagée par des dizaines de milliers d'incendies (extrait)

Article mis à jour le 04 septembre 2019, 15:07 Chaque année, des dizaines de milliers d'incendies ravagent la plus grande forêt tropicale du monde, l'Amazonie. Cependant, l'année 2019 connaît un nombre important de départs de feux particulièrement virulents et incontrôlables, générant un épais nuage de cendres sur des millions de kilomètres carrés. Si la déforestation en Amazonie a tendance à décélérer depuis quelques années, les mois de juillet et août 2019 ont connu un regain avec plus de 4000 kilomètres carrés de forêt détruite (dont 760 km2 par des incendies) selon les données de l'Institut National de Recherche Spatiale (INPE). La plupart du temps ces incendies sont intentionnels, ils sont déclenchés à cette saison appelée "queimada" - par les agriculteurs pour défricher toujours plus d'espace pour le fourrage (à destination notamment du bétail européen) et l'élevage extensif. Depuis le début de l'année 2019, plus de 93 000 départs de feu ont été enregistrés au Brésil, c'est 62% de plus que l'année 2018, détaille l'INPE, et ces incendies ont été les plus nombreux dans les États occupés en totalité ou partiellement par la forêt amazonienne. C'est toutefois nettement moins qu'au début des années 2000 et en 2010 où plus de 250 000 incendies étaient enregistrés. Ce qui rend l'année 2019 exceptionnelle, c'est le nombre inédit d'incendies depuis 2012 (début des enregistrements du système de capteur satellitaire VIIRS). En outre, les incendies de 2019 sont plus intenses que les années précédentes (en terme de pouvoir radiatif), ce qui correspond à l'augmentation observée de la déforestation, explique le Global Fire Data. Les mois de juillet et août 2019 ont été catastrophiques: depuis le 15 août, près de 10 000 nouveaux incendies se sont déclarés au Brésil, principalement dans le bassin amazonien.

Résultat: un épais nuage de fumée d'une taille de plus de 3,1 million de km2 (presque la taille de l'Inde) recouvre l'Amérique du Sud.

La forêt amazonienne, le "poumon vert" de la Terre?

Si les forêts sont généralement considérées comme les "poumons de la Terre" c'est parce qu'elles émettraient plus d'oxygène (O2) que ce dont elles ont besoin. Ainsi, on entend dire que la forêt amazonienne génèrerait 20% de l'oxygène que nous respirons. Ce chiffre est sans fondement: lorsqu'un écosystème forestier est à l'équilibre, que la forêt ne progresse plus, le bilan est neutre: une forêt rejette autant d'oxygène qu'elle en absorbe, idem pour le CO2 (Planet-Terre, 2019). Pire, la forêt amazonienne régresse chaque année, elle pourrait donc bien libérer plus de carbone que d'oxygène (et c'est plutôt ça le vrai problème). On ne peut donc pas parler de "poumon vert" de la Terre. Et quand bien même, nous n'en aurions pas vraiment besoin pour respirer, il y a déjà un stock d'oxygène suffisant dans l'air (21%) et il ne régresse pas à notre échelle de temps. Mais d'où vient alors notre oxygène? Il serait hérité de la modification de la composition des roches terrestres et de sa séquestration pendant des milliards d'années par le phytoplancton piégé dans les fonds sous-marins qui l'a ensuite libéré (National Geographic, 2019).

Publié par: https://www.notre-planete.info/actualites/3064-incendiesrecord- amazonie-deforestation

Dans l"extrait: Cependant, l'année 2019 connaît un nombre important de départs de feux particulièrement virulents et incontrôlables, générant un épais nuage de cendres sur des millions de kilomètres carrés., on peut affirmer que les mots signalés peuvent être classifiés comme, respectivement:

Questão Anulada

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