O Mapa de Risco é a representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho, capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores. No Mapa de Risco de uma determinada empresa, foi constatada a existência de 04 (quatro) tipos de riscos ambientais:
- levantamento e transporte manual de cargas;
- existência de animais peçonhentos;
- fumos metálicos;
- umidade.
Na representação gráfica do Mapa de Riscos, estes riscos deverão ser identificados, respectivamente, pelas cores:
A NR 6 trata do Equipamento de Proteção Individual (EPI), que é um dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador com o objetivo de proteger sua integridade física. Das opções abaixo, assinale a opção INCORRETA.
A Consolidação das Leis do Trabalho (Art. 158) e a Norma Regulamentadora Nº 1 (NR 1) estabelecem as obrigações dos empregados referentes à segurança e à medicina do trabalho. NÃO representa uma obrigação do trabalhador:
A NR 33 define “espaço confinado” como qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. Neste contexto, a opção abaixo que NÃO corresponde a uma medida técnica de prevenção para espaço confinado é:
Com o objetivo de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho, o Ministério do Trabalho publicou a NR 4 referente ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Assinale a opção CORRETA sobre a SESMT.
A Norma Regulamentadora Nº 35, de 23/03/2012, foi elaborada para proteger os trabalhadores dos riscos dos trabalhos realizados em altura, prevenindo riscos de quedas. Para tanto, a NR 35 atribui responsabilidades tanto ao empregador como aos trabalhadores. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar:
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça!$ ^{(I)} !$ foi avisar a polícia!$ ^{(II)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia!$ ^{(III)} !$. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe!$ ^{(IV)} !$ e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto ao uso do acento grave, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “veio à cabeça” , o acento grave está corretamente empregado, haja vista que o verbo ‘vir’ exige preposição ‘a’ e o substantivo ‘cabeça’ admite o artigo feminino ‘a’;
II. Em “foi avisar a polícia” , o não uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo direto;
III. Em “devo avisar à polícia” , o uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo indireto;
IV. Em “o amor à mãe” , pode-se confirmar o adequado emprego do acento grave antes do substantivo ‘mãe’ a partir da permuta deste por um masculino correlato.