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Foram encontradas 50 questões.

1333697 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A atuação do fonoaudiólogo na saúde coletiva tem-se estruturado com uma proposta mais fortalecida principalmente na promoção da saúde, desenvolvendo ações que visam à interdisciplinaridade em prol da qualidade de vida da população. Levando em consideração a atuação do fonoaudiólogo na saúde coletiva, é CORRETO afirmar:
 

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1333686 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Sobre a terapia de voz realizada com criança, é CORRETO afirmar:
 

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1333348 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Minervina da Silva é aposentada do serviço público federal em cargo técnico, recebendo normalmente os proventos merecidos. Aprovada em novo concurso público para professora da administração pública federal, ela quer continuar recebendo seus proventos e tomar posse no novo cargo. Com relação a isso, pode-se afirmar que
 

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1333216 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Servidores públicos federais de cargo efetivo foram condenados em processo administrativo disciplinar por ofensa física a outro servidor, durante o serviço e sem estarem atuando em legítima defesa. Um deles aposentou-se após a condenação e o outro permaneceu na ativa. De acordo com o disposto na Lei Federal nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União,
 

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1333070 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFS
Orgão: UFS
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É considerada infração ética profissional quando o fonoaudiólogo infringe o que determina o Código de Ética, EXCETO:
 

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1332801 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado!$ ^{(A)} !$, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna!$ ^{(B)} !$. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(E)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira!$ ^{(A)} !$. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse!$ ^{(B)} !$.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic!$ ^{(E)} !$.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia!$ ^{(C)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia!$ ^{(C)} !$. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto!$ ^{(D)} !$. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou!$ ^{(D)} !$.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Levando-se em conta a resposta à questão anterior, marque, dentre as opções abaixo, aquela em que há trechos linguístico-textuais que confirmam a escolha CORRETA da primeira questão.
 

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1332243 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
Em relação ao ato de posse do servidor público, conforme a lei 8.112/90, é INCORRETO afirmar que
 

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1332119 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Ainda com relação ao texto, o provérbio abaixo que melhor pode funcionar como uma síntese para ele é:
 

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1332049 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Em relação às crianças, como apontado por Ryan (1992), Bloodstein (1987), Hill (1995) e Andrade (1999), durante os anos de aquisição e desenvolvimento da linguagem, é comum a existência de períodos variáveis no grau da fluência. Essa variação decorre das incertezas morfo-sintático-semânticas e do amadurecimento neuromotor para os atos de fala. A conduta fonoaudiológica diante de um paciente de 3 anos, acompanhado dos pais para uma avaliação fonoaudiológica, com queixa de gagueira é:
 

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1331719 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
Provas:
A deficiência auditiva no idoso gera várias limitações na área da comunicação, dificultando sua convivência em sociedade, principalmente a compreensão da fala. Essa dificuldade auditiva denominou-se presbiacusia. Analise os itens abaixo e marque a opção CORRETA, em relação à presbiacusia e às características auditivas do indivíduo idoso.
 

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