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Foram encontradas 850 questões.

1320078 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A anemia falciforme é caracterizada por uma mutação na molécula da hemoglobina que resulta de uma modificação na sua estrutura, levando a produção da hemoglobina anormal do tipo S (Hb S). A mutação ocorre no cromossomo 11 e resulta na substituição do ácido glutâmico pelo aminoácido valina na cadeia beta da hemoglobina. Das opções abaixo, assinale aquela que contém achados laboratoriais que podem ser encontrados no hemograma de paciente com anemia falciforme.
 

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1320070 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
Um técnico de prótese recebe uma solicitação de montagem de dentes na cor 66 de um caso de prótese total superior e inferior. Junto com a requisição, o técnico recebeu duas bases de prova e os modelos funcionais montados em articulador semiajustável. Para selecionar o tamanho e montar os dentes, o técnico deve levar em consideração
 

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1319846 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFS
Orgão: UFS

O dever de prestar contas é inerente ao exercício da função pública e pode ser exigido através de diversos instrumentos previstos pela Constituição Federal. Os principais mecanismos de controle externo são

 

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1319775 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFS
Orgão: UFS
Sobre o Modo de Transferência Assíncrono, é INCORRETO afirmar:
 

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1319767 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Considerando a prática segura na técnica de administração de medicamentos pela equipe de enfermagem, tem-se, segundo Potter (2009), a regra dos 6 certos. Nesse sentido, assinale a opção que NÃO relata uma regra a ser seguida:
 

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1319763 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFS
Orgão: UFS
Segundo a Norma ABNT NBR 14565, a topologia adotada para o cabeamento secundário é:
 

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1319748 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça!$ ^{(I)} !$ foi avisar a polícia!$ ^{(II)} !$. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia!$ ^{(III)} !$. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar: o amor à mãe!$ ^{(IV)} !$ e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
Quanto ao uso do acento grave, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “veio à cabeça” , o acento grave está corretamente empregado, haja vista que o verbo ‘vir’ exige preposição ‘a’ e o substantivo ‘cabeça’ admite o artigo feminino ‘a’;
II. Em “foi avisar a polícia” , o não uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo direto;
III. Em “devo avisar à polícia” , o uso do acento grave antes do substantivo ‘polícia’ se explica porque, no trecho em questão, a autora usou o verbo como transitivo indireto;
IV. Em “o amor à mãe” , pode-se confirmar o adequado emprego do acento grave antes do substantivo ‘mãe’ a partir da permuta deste por um masculino correlato.
 

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1319734 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Com relação aos Princípios Constitucionais da Administração Pública, considere:
I. O princípio da publicidade requer que o administrador público explicite seu nome em obras, serviços e campanhas do poder público;
II. Em razão do princípio da eficácia, todo agente público deve realizar suas atribuições com presteza, perfeição e rendimento funcional;
III. Em decorrência do princípio da legalidade, a atividade administrativa somente terá validade se exercida no limite e intensidade necessária ao fim proposto;
IV. O princípio da moralidade determina que o agente público deva ser capaz de distinguir, além do ato legal do ilegal, o ato honesto do desonesto.
Está INCORRETO apenas o que se afirma em
 

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1319721 Ano: 2012
Disciplina: Radiologia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Dentre as opções abaixo, assinale a que apresenta a melhor definição para camada decirredutora.
 

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1319719 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
Com base na leitura do texto que se segue, responda a questão.
Nem tudo por dinheiro
Por que aquele casal de moradores de rua de São Paulo devolveu os R$ 20 mil que encontrou na rua? Tenho me perguntado. Até fiz rápida enquete entre aqueles com quem convivo. Se você fosse morador de rua, devolveria o dinheiro confortavelmente acondicionado num saco plástico? Na pesquisa vapt-vupt, a devolução da grana venceu por larga maioria de votos. Mas eu, além de vencida, continuei inconformada: como dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo recusaram a sorte e procuraram a polícia para devolver o dinheiro? Achado não é roubado, oras bolas.
Vinte mil reais para eles é uma pequena fortuna. É a loteria que poderia lhes assegurar!$ ^{(I)} !$ um período de boa comida, boas roupas e um teto, ou até, se assim decidissem, a possibilidade de recomeçar uma vida cidadã.
Tentei me colocar no lugar dos dois – exercício de alteridade que não me levará muito longe. Só sabemos do que somos capazes na hora do pega pra capar. Não adianta arrotar regras. É só quando o Titanic começa a afundar é que nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos!$ ^{(II)} !$. Mas ainda assim me arrisquei, e concluí sem nenhuma dificuldade: Eu não devolveria o dinheiro, de jeito e maneira. Mudaria de viaduto, de bairro, de cidade, mas iria desfrutar de algum conforto por dias ou meses que fosse.
E, antes que um leitor mais ofendido me acuse de desonestidade, informo-lhe que me considero uma das pessoas mais honestas que conheço, dentro das regras que a lei e o convívio social me impõem. Nem precisava tanto. O que não me imuniza das tentações – cada Titanic é um Titanic.
Continuei acompanhando as entrevistas de Rejaniel de Jesus Silva Santos e de sua mulher, Sandra Regina Domingues, tentando decifrar as razões que os teriam levado a devolver o dinheiro. Ouço Rejaniel dizer aos jornalistas, ao lado dos policiais, que a primeira coisa que lhe veio à cabeça foi avisar a polícia. Está aí um motivo razoável para a devolução: o medo de ser pego com a grana, espancado e levado para o fundo da cadeia. Aos olhos da polícia e de muita gente que se considera de bem, morador de rua é um arremedo de ser humano.
Havia mais um motivo: Rejaniel queria que a mãe se orgulhasse de seu gesto. “A minha mãe me ensinou que não devo roubar e, se vir alguém roubando, devo avisar à polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas mais honestas deste mundo.”
Aos poucos, fui entendendo as razões do casal. Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar!$ ^{(IV)} !$: o amor à mãe e o desejo de que ela reconheça nele o filho que ela teve e criou.
Desde que devolveram o dinheiro, o casal tem sido tratado como gente. Almoços, lugar para dormir, entrevistas. Seria a soma desses valores e vantagens, a proteção da polícia, a admiração dos cidadãos, o amor à mãe, maior do que a pequena fortuna de R$ 20 mil? Talvez seja. Mas eu não me conformo.
FREITAS, Conceição. CORREIO BRAZILIENSE, Cidades, 11 de julho de 2012, p. 29.
No que toca aos processos de referenciação, julgue os itens abaixo e, em seguida, marque a opção CORRETA.
I. Em “É a loteria que poderia lhes assegurar” , o pronome ‘lhes’ se refere, no parágrafo anterior, a ‘dois pobres moradores de um viaduto da cidade de São Paulo’;
II. Em “nos confrontamos com o heroísmo ou a covardia de nós mesmos” , o pronome ‘nos’ refere-se tanto ao casal de moradores de rua quanto à autora do texto;
III. Todas as formas do pronome ‘lhe’ (singular) que ocorrem no texto referem-se a ‘Rejaniel de Jesus Silva Santos’;
IV. Em “Rejaniel tem um valor supremo, que nenhuma imprevidência conseguiu lhe tirar” ), o nome próprio retoma a ideia anterior de que a autora foi “entendendo as razões do casal”. Essa estratégia, no entanto, não foi bem desenvolvida, uma vez que, em todo parágrafo, a referência é só a Rejaniel e não ao casal.
 

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