Foram encontradas 50 questões.
Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Na oração “Estrelas solitárias deixaram de ter valor”, há uma informação
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
O uso do vocábulo “isso”, nas duas ocorrências, justifica-se porque os elementos coesivos
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A mamoneira, muito cultivada no Nordeste, é uma planta exigente em nutrientes, tendo, nas sementes, elevada concentração de óleo e proteínas, o que conduz a uma demanda por elementos essenciais.
É correto afirmar que o fósforo, nessa cultura,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um lote de sementes de uma espécie de forrageira foi analisado e apresentou valor cultural (VC) igual a 48%, sendo o resultado do teste de germinação igual a 80%. Logo, é correto afirmar que esse lote apresentou um percentual de impureza de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a 21 empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado.
Na oração “É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes [...]”, a ocorrência do acento grave justifica-se porque
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A sigatoka amarela é uma das mais importantes doenças da bananeira, também conhecida como cercosporiose ou mal-de-sigatoka, sendo causada pelo fungo Mycosphaerella musicola (Leach).
Sobre as características sintomáticas dessa doença, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No Brasil, a maior parte da cultura do mamoeiro encontra-se implantada em solos de baixa fertilidade, principalmente no que se refere aos níveis de fósforo, o que leva à utilização de altas doses de fertilizantes.
Sobre o cultivo de mamão, analise as afirmativas que seguem.
| I | O mamoeiro desenvolve-se bem em solos com alto teor de argila, bem drenados e pobres em matéria orgânica. Considera-se adequado para o seu cultivo solos com textura argilosa, cujo pH varie de 3,5 a 4,7. |
| II | Deve-se optar por solos mais compactados, sujeitos ao encharcamento, pois, nessas condições, as plantas apresentam melhor desenvolvimento, produzindo maior quantidade frutos. |
| III | Caso seja necessário, o uso de solos argilosos e rasos, e/ou com presença de camadas adensadas, deve-se efetuar subsolagem a 0,50 m ou mais de profundidade. |
| IV | O mamoeiro cresce em todas as classes de solos, desde que não sejam mal drenadas ou que ressequem facilmente pela baixa capacidade de retenção de água. |
Estão corretas as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No cultivo de algumas espécies agrícolas, como a cultura do algodão, são utilizados produtos denominados “maturadores”.
Sobre esses produtos, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A tiririca (Cyperus rotundus) é a mais importante planta infestante do mundo. Suas características facilitam a sua adaptação e a competição com as plantas cultivadas.
Uma dessas características são seus frutos, classificados como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
De acordo com o texto, as empresas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container