Foram encontradas 515 questões.
Com relação ao dimensionamento de peças comprimidas de concreto armado, analise as afirmativas abaixo.
I. Os estribos em pilares são necessários para impedir a flambagem das barras longitudinais.
II. O índice de esbeltez do pilar influencia no cálculo da armadura longitudinal.
III. Não é necessária a consideração de esforços de segunda ordem no dimensionamento de pilares muito esbeltos.
IV. A taxa de armadura máxima em pilares é de 10 %.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Em relação aos processos de usinagem, analise as afirmativas a seguir.
I. Nas figuras A e B, o ângulo de saída,γformado pela superfície de saída da ferramenta e pelo plano de referência, medido no plano de medida, tem influência sobre a formação do cavaco e sobre a força de corte.
II. Nas figuras A e B, o ângulo de folga αé o ângulo formado entre a superfície de folga e o plano de corte medido no plano de medida da cunha cortante, sendo que em ferramentas de aço rápido esse ângulo varia entre 6º e 12º.

III. Em baixa velocidade, os fluidos de corte contribuem para a diminuição da força de usinagem.
IV. A ferramenta normalmente utilizada para a operação de sangramento é o bedame.
V. A fresagem (mostrada na figura abaixo) é uma operação de usinagem na qual o material é removido por meio de uma ferramenta giratória chamada fresadora e que apresenta múltiplas arestas cortantes.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Conforme a resolução que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Pedagogia – licenciatura (2006), é CORRETO afirmar que, para a formação do licenciado em Pedagogia, é central:
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Leia a seguinte afirmação de Marques (2006) e relacione os períodos listados na coluna da esquerda com os significados correspondentes.
“O discurso da democracia vem permeando os debates e estudos na área da educação no Brasil, embora com significados diferenciados em cada momento histórico.”
| I. Década de 1930 | ( ) Embora a discussão da universalização da educação básica continuasse presente, consolidam-se o debate e as demandas pela democratização do sistema educacional e das unidades escolares, que têm como pontos centrais, respectivamente, a descentralização/municipalização, a eleição direta para dirigentes escolares e a criação dos conselhos escolares. Observa-se, neste período, a implementação de mecanismos para assegurar a participação da sociedade civil na formulação da política educacional em diferentes estados. |
| II. Década de 1980 | ( ) A democratização da educação referia-se, principalmente, à garantia de acesso à escola pública às crianças de 7 a 14 anos, observando-se recorrência aos temas do acesso à escola, da seletividade, da repetência e da evasão. |
| III. Década de 1990 | ( ) O foco do debate sobre a democratização da educação é direcionado para as relações internas da escola, que deveriam ser democráticas, com a participação da comunidade escolar em sua gestão. A democratização das relações na escola torna-se uma exigência legal, que a comunidade escolar deve assumir. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa CORRETA.
Tradicionalmente, o conceito de comunicação integrada é empregado para descrever:
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Acerca de taxa de reações, é CORRETO afirmar que:
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De acordo com a AACR2, revisão 2002, é CORRETO afirmar que:
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Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta a seguir.
O que é off the record no jornalismo?
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Para as questões 39 e 40, analise a planta de formas esquematizada abaixo, na qual as vigas têm dimensão de 20 cm x 50 cm, os pilares têm dimensão de 20 cm x 40 cm e as lajes são maciças com espessura de 10 cm (a espessura das lajes está incluída na altura das vigas).

Assinale a alternativa CORRETA.
O volume de concreto necessário para concretar as lajes e as vigas é de aproximadamente:
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O título de hoje faz uma afirmação não muito original, mas inevitável. Não estou mais em Paris desta vez e, sim, em Berlim, cidade onde já morei e aonde volto sempre que posso, porque é das minhas duas ou três preferidas e vale muito a pena ser visitada. Quando o muro caiu, eu morava aqui. Um dos comentários mais frequentes entre os visitantes costumeiros era de que aqui, como em outras capitais europeias, a cidade já estava pronta. Ao contrário do Brasil, onde tudo parecia mudar de nome, endereço ou aparência, depois de uns poucos meses de ausência, aqui tudo estava no lugarzinho de sempre, desde o monumento grandioso à lojinha na esquina da Nürnbergerstrasse.
Não mais. É um escândalo. Espero que, quando fizer minha indispensável revisita ao Zoológico, ainda o encontre lá, com a mesma aparência e no mesmo lugar, até porque não deve ser fácil carregar elefantes e hipopótamos de lá para cá. Claro, era de se antecipar que, com a unificação da Alemanha, a cidade fosse mudar, mas isto me parece um abuso. O restaurantezinho de nome italiano que ficava a poucos metros daqui virou uma espécie de antro ameaçador, em que dá um certo medo de entrar. Fechou até – acreditem! – aquele restaurante ótimo do EuropaCenter, na sobreloja, onde as garçonetes eram simpaticíssimas, falavam todas as línguas e conseguiam adaptar ao freguês todos os pratos do menu. Muito inquietante.
Mas não somente a aparência de Berlim mudou. Do ponto de vista brasileiro, agora há também notáveis diferenças. Não vim fazer palestras ou leituras desta feita, vim para bater perna mesmo, de maneira que não encontro plateias curiosas sobre nós, como de outras vezes.
Parecem jazer no passado os tempos épicos em que eu era obrigado a discutir os índios que frequentavam nossos quintais no Rio de Janeiro e ser tido como deslavado mentiroso, por responder que não conhecia a Amazônia. Mas, se não há plateias para fazer perguntas interessantes, há sempre com quem trocar umas palavrinhas, sobretudo com motoristas de táxi, meus preferidos. Faz pouco tempo, o Brasil era lembrado com entusiasmo e admiração e Lula era frequentemente citado quase no mesmo tom.
Deve ser a Copa. Não sei que assombrações podem estar sendo divulgadas na imprensa, mas agora não se referem mais, com os olhos acesos, aos traseiros de nossas mulheres e a seu temperamento tão dadivoso, amplamente apregoados pelas agências de viagem, nem mesmo lembram o sol e o carnaval, nem mesmo cantam “ai, se eu te pego”. Agora querem saber se não vão ser assaltados dentro do hotel.
Não fiz uma pesquisa de opinião, mas, pelo que ouvi, especialmente de Helmut, a quem já lhes apresento, a preocupação é essa. Em algumas coisas, mesmo os mais pessimistas têm dificuldade em acreditar, como os arrastões em restaurantes, mas do resto eles têm medo. Um deles chegou a me perguntar se adotamos um toque de recolher nas nossas grandes cidades, após o qual todo mundo se tranca a sete chaves e só sai de ambulância, camburão ou tanque do Exército, porque já viram pela televisão tropas de combate nos centros urbanos, do mesmo jeito que no Afeganistão ou na Síria.
Helmut, nome fictício que empresto a um motorista de táxi amigo meu, que faz ponto numa transversal do Ku'damm (e continua lá, Deus é grande), estava com planos de comparecer à Copa, mas agora se encontra meio dividido. A violência, contudo, não é o principal fator de sua dúvida, antes pelo contrário. Não temos grande intimidade, mas agora me ocorre que ele leva uma forte parecença com Peter Lorre, no papel do Vampiro de Dusseldorf. De qualquer forma, tivemos um diálogo digno de nota, enquanto eu procurava a lojinha onde costumava comprar bagulhinhos para levar de lembrança ao Brasil e que também sumiu.
– Eu vi outra coisa interessante sobre o Brasil, na televisão – disse ele. – Sempre vejo coisas interessantes sobre o Brasil. Nesta eu não acreditei muito, mas talvez você possa me dizer se é verdade.
– Qualquer coisa que se diga sobre o Brasil pode ser verdade, Helmut, você já deve saber disto.
– É, eu sei, mas isto... Bem, é o seguinte. Eu vi que o sujeito pode matar a mulher em casa, se arrumar, sair para dar parte na polícia, confessar, assinar um papel e voltar para casa na hora, sem problema, é isso mesmo?
– Não, que é isso, também não é assim.
– Ah, foi o que eu pensei. É porque tudo estava contado com detalhes e eu até vi as caras de uns dois que fizeram isso.
– Bem, a verdade é que pode acontecer. A lei brasileira é muito moderna. Mas não se mata tanto assim. Nesses casos mesmo, é porque o assassino não foi preso em flagrante, é réu primário e tem domicílio conhecido. Mas não fica impune, é processado depois. E, se for condenado, vai para a cadeia, como em qualquer outro lugar.
– Nessa reportagem, eles diziam isso. Mas ainda nenhum deles tinha sido condenado.
– É, demora um pouco.
– Muitos anos?
– Sim, a depender do caso, dos advogados e assim por diante.
– Grande país – disse Helmut.
– Como assim?
– Agora estou pensando em acabar minha velhice por lá. Sem aquela... Sem minha mulher, vai ser muito divertido – concluiu ele, com uma risadinha meio vampiro de Dusseldorf.
Disponível em: <http://estadao.com.br/>. Acesso em: 5 maio 2014.
Levando-se em consideração o que estabelecem as Teorias do Jornalismo, classifica-se CORRETAMENTE o texto como:
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