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Texto 2
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À medida que muitas nações do mundo têm falhado reiteradamente em efetuar cortes significativos em sua produção de gases de efeito estufa, cientistas e outras pessoas começaram a se perguntar se a mudança climática poderia ser brecada não por cortes de emissões, mas por uma tecnologia que removesse esses gases da atmosfera. Essa abordagem é chamada geoengenharia.
À medida que muitas nações do mundo têm falhado reiteradamente em efetuar cortes significativos em sua produção de gases de efeito estufa, cientistas e outras pessoas começaram a se perguntar se a mudança climática poderia ser brecada não por cortes de emissões, mas por uma tecnologia que removesse esses gases da atmosfera. Essa abordagem é chamada geoengenharia.
Infelizmente, uma recente simulação de seus efeitos sobre os oceanos verificou que nem métodos extremos seriam capazes de reabilitar completamente os ambientes marinhos. O trabalho foi publicado em Nature Climate Change em 3 de agosto (A Scientific American integra o Nature Publishing Group). Os experimentos focaram a chamada remoção do excesso de dióxido de carbono (CO2) diretamente da atmosfera. Teoricamente, isso poderia ajudar os oceanos porque eles se tornam perigosamente ácidos quando absorvem demais CO2 atmosférico.
Uma ideia de remoção implica plantar árvores, que consomem grandes quantidades de dióxido de carbono, e depois queimá-las em instalações onde os gases podem ser capturados e armazenados no subsolo. Mas até agora ninguém ainda testou esse ou outros esquemas similares de remoção de carbono em larga escala. A segunda melhor opção para testes dessa envergadura é uma simulação em grande escala.
No novo estudo, pesquisadores liderados por Sabine Mathesius, cientista ambiental no Instituto Potsdam de Pesquisa sobre Impacto Climático, na Alemanha, usou um modelo computadorizado para investigar a eficácia da CDR na reabilitação de águas marinhas danificadas por emissões de CO2. [ ... ]
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/extrair_carbono_da_atmosfera _nao_reduzira_aquecimento_global.html>. Acesso em: 1 set. 2015. [Adaptado].
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase abaixo.
Conforme a norma padrão escrita, no 2º parágrafo do Texto 2, a palavra ‘que’é um(a):
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Texto 2
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À medida que muitas nações do mundo têm falhado reiteradamente em efetuar cortes significativos em sua produção de gases de efeito estufa, cientistas e outras pessoas começaram a se perguntar se a mudança climática poderia ser brecada não por cortes de emissões, mas por uma tecnologia que removesse esses gases da atmosfera. Essa abordagem é chamada geoengenharia.
À medida que muitas nações do mundo têm falhado reiteradamente em efetuar cortes significativos em sua produção de gases de efeito estufa, cientistas e outras pessoas começaram a se perguntar se a mudança climática poderia ser brecada não por cortes de emissões, mas por uma tecnologia que removesse esses gases da atmosfera. Essa abordagem é chamada geoengenharia.
Infelizmente, uma recente simulação de seus efeitos sobre os oceanos verificou que nem métodos extremos seriam capazes de reabilitar completamente os ambientes marinhos. O trabalho foi publicado em Nature Climate Change em 3 de agosto (A Scientific American integra o Nature Publishing Group). Os experimentos focaram a chamada remoção do excesso de dióxido de carbono (CO2) diretamente da atmosfera. Teoricamente, isso poderia ajudar os oceanos porque eles se tornam perigosamente ácidos quando absorvem demais CO2 atmosférico.
Uma ideia de remoção implica plantar árvores, que consomem grandes quantidades de dióxido de carbono, e depois queimá-las em instalações onde os gases podem ser capturados e armazenados no subsolo. Mas até agora ninguém ainda testou esse ou outros esquemas similares de remoção de carbono em larga escala. A segunda melhor opção para testes dessa envergadura é uma simulação em grande escala.
No novo estudo, pesquisadores liderados por Sabine Mathesius, cientista ambiental no Instituto Potsdam de Pesquisa sobre Impacto Climático, na Alemanha, usou um modelo computadorizado para investigar a eficácia da CDR na reabilitação de águas marinhas danificadas por emissões de CO2. [ ... ]
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/extrair_carbono_da_atmosfera _nao_reduzira_aquecimento_global.html>. Acesso em: 1 set. 2015. [Adaptado].
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase abaixo.
No Texto 2, a palavra ‘essa’, na oração “Essa abordagem é chamada de geoengenharia” tem a função:
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729247
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é CORRETO afirmar que:
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Texto 1
Produção Interdisciplinar de Conhecimento Científico no Brasil: temas ambientais
Tatiana de P. A. Maranhão¹
Resumo: A importância dos temas ambientais parece ser compartilhada por diversos discursos políticos internacionais. Apesar desse aparente consenso, países adotam estratégias diferentes de investimentos no desenvolvimento científico e tecnológico, produzido de modo desigual e concentrado. Ademais, questões ambientais constituem objetos de pesquisa extremamente complexos, que necessitam de pesquisas interdisciplinares. No Brasil, houve uma reorientação temática dos investimentos em P&D, o que poderia incrementar a pesquisa interdisciplinar, mas que, de fato, demonstra a dificuldade de se superar a divisão de campos disciplinares. Analisou-se que o número de grupos de pesquisa, linhas de pesquisa, pesquisadores e produção científica cresceu de modo significativo nos censos de 2000 a 2006. Apesar desse crescimento na pesquisa, manteve-se uma concentração temática nos campos disciplinares: as Ciências Humanas e as Ciências Sociais Aplicadas concentraram-se em pesquisas sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, enquanto as Biológicas, Agrárias e Exatas dedicaram-se majoritariamente à biodiversidade e aos recursos naturais.
Palavras-chave: interdisciplinaridade; produção interdisciplinar de conhecimento; desenvolvimento científico e tecnológico; pesquisa científica.
1. Introdução
Na contemporaneidade de um planeta cujo processo civilizador caracteriza-se por formar redes de interdependências dinâmicas e desiguais entre as sociedades dos indivíduos (Elias, 1994a: 112; 1994b: 264), diversos problemas interpenetram as fronteiras reais das nações e das grandes áreas do conhecimento científico. Problemas mundiais, como a desigualdade socioeconômica e a degradação ambiental (Shiva, 2004: 163-164; Latour, 2002: 15-16), transformados em problemas científicos, transcendem os limites circunscritos pela organização disciplinar do conhecimento (Bursztyn & Sayago, 2006: 104).
Na contemporaneidade de um planeta cujo processo civilizador caracteriza-se por formar redes de interdependências dinâmicas e desiguais entre as sociedades dos indivíduos (Elias, 1994a: 112; 1994b: 264), diversos problemas interpenetram as fronteiras reais das nações e das grandes áreas do conhecimento científico. Problemas mundiais, como a desigualdade socioeconômica e a degradação ambiental (Shiva, 2004: 163-164; Latour, 2002: 15-16), transformados em problemas científicos, transcendem os limites circunscritos pela organização disciplinar do conhecimento (Bursztyn & Sayago, 2006: 104).
Ocorre que, ao longo da história, com a divisão e a especialização do trabalho (Herrera, 1984: 60-67; Bursztyn, 2005: 59-76) e com a divisão dos saberes em disciplinas baseadas numa lógica racionalista (Bartholo, 1984:71), houve uma ênfase na separação do ser humano em relação à natureza, na medida em que este pretendeu controlá-la e transformá-la por meio da ciência, da política, da economia. Atualmente, as externalidades, os riscos e a incerteza de um contexto de relações mundializadas, num tempo-espaço que ocorre em fluxos dinâmicos e velozes (Castells, 2005; Beck, Giddens & Lash, 1997; Beck, 2002), reduzem a crença humana acerca das possibilidades de ação e de compreensão sobre a Natureza, assim como se reduz a capacidade desta de renovação.
A prática interdisciplinar de pesquisa ocorre em meio a diversos contextos no âmbito da história e consiste num empreendimento coletivo (e controverso) para conhecer as realidades². Tal contexto, caracterizado pela complexidade (Baumgarten, 2006; Floriani, 2006; Zellmer et al, 2006), indica a necessidade de novas explicações científicas multidimensionais de médio e longo alcance (Baumgarten, 2006: 16-17), principalmente quando se investigam objetos complexos, que escapam às explicações de uma única disciplina (Floriani, 2006: 72).
Diante dos desafios da contemporaneidade, o presente trabalho pretende analisar certos aspectos da pesquisa interdisciplinar (Sobral, 2006a; 2006b), com base em informações sobre programas de pós-graduação interdisciplinares e dados dos quatro Censos realizados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, em 2000, 2002, 2004 e 2006, sobre o diretório dos Grupos de Pesquisa. Uma vez que saberes disciplinares isolados são insuficientes para a análise (e solução) de problemas ambientais complexos, há que se enfrentar desafios e transcender os limites do campo científico e da organização disciplinar do conhecimento. Portanto, quais são os significados da interdisciplinaridade na produção do conhecimento científico contemporâneo?
2. Significados da interdisciplinaridade
A concepção utilizada pelo presente trabalho está de acordo com a definição esta-belecida por Lélé & Norgaard:
A concepção utilizada pelo presente trabalho está de acordo com a definição esta-belecida por Lélé & Norgaard:
[...] o termo interdisciplinaridade pode ser usado para descrever todos os tipos de cruzamentos entre as disciplinas, desfazendo as sutis diferenças entre multi-, inter- e trans-, levantadas em discussões mais elaboradas sobre o assunto (2005: 967).
Tal posicionamento considera que disciplinas são artefatos acadêmico-administrativos e que, para analisar problemas complexos como a questão ambiental, é preciso pensar nas comunidades científicas sem se restringir aos saberes compartimentalizados em disciplinas curriculares (Lélé & Norgaard, 2005: 972).
Pressupõe-se, portanto, que “é impossível a construção de uma única, absoluta e geral teoria da interdisciplinaridade” (Fazenda, 1994: 13), principalmente pelo fato dessa interdisciplinaridade se constituir na prática, ou seja, ser “mais processo do que produto” (Fazenda, 1994: 25). “O significado de interdisciplinaridade evidencia um cruzamento de saberes disciplinares no campo científico e um esforço organizado de coordenação, cooperação e comunicação menos assimétrica” (Teixeira, 2004: 64).
[...]
3. Questões Ambientais e Interdisciplinaridade na Pós-Graduação
[...]
O que se percebe quando a “causa ambiental emerge como foco de interesse no mundo acadêmico” (Bursztyn, 2004: 68) é que o sistema universitário público brasileiro encontra-se em crise, para alguns, uma “crise de confiança epistemológica” (Santos, 1999: 282-283). Até 1985, existiam 54.000 pesquisadores, vinculados a 36.000 projetos. Destes, um total de 580 tratava sobre “meio ambiente e recursos naturais”. As áreas do conhecimento que dominavam tais projetos relacionavam-se principalmente às Engenharias, à Biologia e à Química, que correspondiam a 95,9% do total (Bursztyn, 2004: 68). “Observa-se, dessa forma, a existência de um ‘duplo movimento’: há, simultaneamente, um destaque maior para a questão ambiental como objeto de pesquisa e um maior número de programas interdisciplinares na Pós-Graduação” (Bursztyn, 2004: 70).
O que se percebe quando a “causa ambiental emerge como foco de interesse no mundo acadêmico” (Bursztyn, 2004: 68) é que o sistema universitário público brasileiro encontra-se em crise, para alguns, uma “crise de confiança epistemológica” (Santos, 1999: 282-283). Até 1985, existiam 54.000 pesquisadores, vinculados a 36.000 projetos. Destes, um total de 580 tratava sobre “meio ambiente e recursos naturais”. As áreas do conhecimento que dominavam tais projetos relacionavam-se principalmente às Engenharias, à Biologia e à Química, que correspondiam a 95,9% do total (Bursztyn, 2004: 68). “Observa-se, dessa forma, a existência de um ‘duplo movimento’: há, simultaneamente, um destaque maior para a questão ambiental como objeto de pesquisa e um maior número de programas interdisciplinares na Pós-Graduação” (Bursztyn, 2004: 70).
Em 2008, tal situação sofreu alterações: de um total de 240 cursos de pós-graduação designados na grande área “multidisciplinar”, 190 são programas e cursos da área de conhecimento “interdisciplinar”, sendo que 96 oferecem Mestrados, 9 Doutorados, 48 Mestrados e Doutorados e 73 Mestrados profissionais reconhecidos (CAPES, 2008). Dentre esses, 17 receberam avaliação nota 5, mais do que o dobro de programas interdisciplinares com essa nota na avaliação anterior da CAPES, o que indica um aumento significativo na qualidade (e quantidade) de programas reconhecidos. Apesar disso, ainda não há nenhum curso avaliado com notas 6 ou 7, o que reforça a hipótese de resistência na cultura institucional/disciplinar das universidades e de contínuo aprimoramento dos sistemas de avaliação.
[...]
[...]
4. Produção interdisciplinar de pesquisa científica: o Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq
[...]
A partir do levantamento feito no Diretório de Grupos de Pesquisa (CNPq, 2008), há evidências da concentração de certas áreas do conhecimento em determinadas questões ambientais. À exceção dos grupos de pesquisa da grande área “Linguística, Letras e Artes”, que praticamente não apresentam afinidade com os temas ambientais selecionados para esta pesquisa, nota-se que o tema ambiental mais presente entre os grupos de pesquisa registrados no CNPq é meio ambiente (N=985 em 2006 e N’=1151 em 2008). A base do CNPq pode apresentar um mesmo grupo de pesquisa relacionado a diferentes temas, o que resulta numa dupla contagem.
A partir do levantamento feito no Diretório de Grupos de Pesquisa (CNPq, 2008), há evidências da concentração de certas áreas do conhecimento em determinadas questões ambientais. À exceção dos grupos de pesquisa da grande área “Linguística, Letras e Artes”, que praticamente não apresentam afinidade com os temas ambientais selecionados para esta pesquisa, nota-se que o tema ambiental mais presente entre os grupos de pesquisa registrados no CNPq é meio ambiente (N=985 em 2006 e N’=1151 em 2008). A base do CNPq pode apresentar um mesmo grupo de pesquisa relacionado a diferentes temas, o que resulta numa dupla contagem.
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5. Considerações Finais
[...]
Apesar da prática de pesquisa interdisciplinar no cenário mundial não estar sis-tematizada e das dificuldades relativas à institucionalização de cursos interdisciplinares, observou-se que, no Brasil, todas as áreas do conhecimento possuem grupos de pesquisa que trabalham temas predominantes na questão ambiental, num envolvimento crescente e constante. Todavia, as Ciências Humanas e as Ciências Sociais Aplicadas concentram-se em pesquisas sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, enquanto as Biológicas, Agrárias e Exatas dedicam-se majoritariamente às temáticas da biodiversidade e dos recursos naturais.
[...]
Apesar da prática de pesquisa interdisciplinar no cenário mundial não estar sis-tematizada e das dificuldades relativas à institucionalização de cursos interdisciplinares, observou-se que, no Brasil, todas as áreas do conhecimento possuem grupos de pesquisa que trabalham temas predominantes na questão ambiental, num envolvimento crescente e constante. Todavia, as Ciências Humanas e as Ciências Sociais Aplicadas concentram-se em pesquisas sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, enquanto as Biológicas, Agrárias e Exatas dedicam-se majoritariamente às temáticas da biodiversidade e dos recursos naturais.
[...]
6. Referências
[...]
Notas
1. Cientista política, mestre em Ciência Política e doutora em Sociologia pela Universidade de Brasília.
2. Pode-se citar, como um outro exemplo de esforços coletivos para lidar com fenômenos mundiais complexos, a criação de organismos internacionais, organizações não-governamentais e movimentos sociais. [...]
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922010000300008&script =sci_arttext>. Acesso em: 2 set. 2015. [Adaptado].
Ainda considerando o Texto 1, analise as afirmativas a seguir.
I. O conectivo ‘Apesar’ dá ideia de oposição à afirmação anterior.
II. O recurso coesivo ‘Ademais’ introduz um argumento, apresentado como acréscimo, justamente para problematizar o argumento contrário.
III. O uso do ‘mas’ denota um valor explicativo e aponta que a ideia posterior é a causa do exposto antes.
IV. O recurso lexical ‘todavia’ remete a ideia de consequência lógica.
V. A escrita em terceira pessoa em ‘A importância dos temas ambientais [...]’ e ‘A concepção utilizada [...]’, assim como a escrita impessoal em ‘O que se percebe [...]’ e ‘Pode-se citar [...]’ buscam um efeito de objetividade ao texto.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase abaixo.
O convênio será proposto pelo interessado ao titular do Ministério, órgão ou entidade responsável pelo programa, mediante a apresentação do Plano de Trabalho (Anexo I), que conterá, além das razões que justifiquem a sua celebração, no mínimo, as seguintes informações:
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Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Na teoria patrimonialista as contas são classificadas em: contas patrimoniais, que representam bens, direitos e obrigações e contas de resultados, que representam a situação líquida inicial e suas alterações.
( ) As contas do Patrimônio Líquido são bilaterais, ou seja, as despesas são debitadas e as receitas creditadas.
( ) Conta é um recurso contábil utilizado para reunir sob um único item todos os eventos e valores patrimoniais de mesma natureza.
( ) Segundo a teoria personalista, as contas são classificadas em: pessoais, patrimoniais e do proprietário.
( ) A função de cada conta é representar graficamente a variação patrimonial que um fato promoveu no patrimônio da entidade (empresa). Essa variação pode ser a débito ou a crédito da conta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase abaixo.
Na estrutura básica do Plano de Contas da União, em vigor, tem-se:
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Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A contabilidade é uma ciência social, pois estuda o comportamento das riquezas que se integram no patrimônio em face das ações humanas. Ainda que utilize métodos quantitativos, são simples medidas de fatos que ocorrem em razão da ação do homem.
( ) As contas são classificadas em contas patrimoniais e contas de resultado, sendo que as primeiras exprimem a posição estática do patrimônio e as segundas mostram a dinâmica patrimonial.
( ) De forma geral, o pagamento de qualquer despesa sempre conduz a um fato modificativo diminutivo do tipo -PL / -A, desde que tal despesa seja relativa ao mesmo período do pagamento.
( ) A conta Capital a Integralizar pode estar sendo creditada sem que o débito em contrapartida esteja sendo feito em uma conta do Ativo.
( ) A incorporação de parte do saldo da conta Reserva Legal ao Capital Social é operação que deve ser mostrada tanto na Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados quanto na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
Com relação à classificação das Receitas Orçamentárias, sabe-se que ela, por natureza, embora admita detalhamentos, é composta, basicamente, por oito dígitos. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a identificação desses dígitos.
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A Resolução CFC 1.282/10 do Conselho Federal de Contabilidade, que atualizou e consolidou a Resolução CFC 750/93, destaca alguns dos Princípios de Contabilidade. Sobre esses princípios e seus pressupostos, relacione a coluna 2 com a coluna 1.
| Coluna 1 | Coluna 2 |
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I. Princípio da Entidade II. Princípio da Continuidade III. Princípio da Competência IV. Princípio da Oportunidade V. Princípio da Prudência |
( ) Refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.
( ) Define o patrimônio como objeto da Contabilidade, ressaltando a necessidade de separação entre patrimônio dos sócios e patrimônio da empresa.
( ) Adota o menor valor para os elementos do Ativo e o maior para os componentes do Passivo.
( ) Determina que as receitas e despesas devem ser reconhecidas nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento. ( ) Afirma que a contabilidade faz a avaliação do patrimônio e a apresentação dos seus componentes considerando que a empresa continuará em operação no futuro. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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