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Fernando, de 20 anos, refere dor testicular aguda. Na investigação diagnóstica, a dor se alivia ao se elevar o saco escrotal em posição supina.
O diagnóstico mais provável é:
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André, de 17 anos, apresenta-se à consulta médica com dor de garganta, referindo tratamento prévio por 05 dias com penicilina. Apresenta febre persistente, mal-estar progressivo e disfagia. Tem as amigdalas hipertrofiadas e esplenomegalia dolorosa.
Qual o diagnóstico mais provável?
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Artur, 09 anos, é levado para consulta médica por apresentar tosse produtiva, febre de 39ºC, prostração, redução do apetite e dispnéia há três dias. Ao exame físico encontra-se taquidispnéico, Frequencia Respiratoria= 60 ipm, febril, com retração intercostal, ausculta pulmonar apresentando murmúrio vesicular diminuído à direita, e presença de estertores e frêmito tóraco-vocal aumentado à direita.
Qual o diagnóstico mais provável e qual a conduta mais adequada para Artur?
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Vinícius, 35 anos, refere em consulta médica que há dois dias, após carregar um peso de 10 kg em seu trabalho, sentiu uma forte dor em fisgada nas costas, diz que foi “na altura dos rins”, e que “travou naquela hora”. A partir desse momento, vem evoluindo com dor contínua de forte intensidade, principalmente quando sentado ou andando, referindo melhor quando deitado ou quando “dobra os joelhos”. Nega irradiação para membros inferiores (mmii). Ao exame clínico apresenta sinal de Lasègue negativo e dor à palpação dos músculos paravertebrais lombares bilaterais. Tem força muscular normal em mmii, reflexos patelares e aquileos vivos e simétricos.
Frente a esse quadro clínico, que hipótese diagnóstica você faria e qual a sua conduta?
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Eugenio, 22 anos, chegou à Unidade de Saúde da Família com história de febre baixa não medida e mialgia difusa há 6 dias. Desde ontem vem notando a urina escurecida (“amarronzada”) e a pele e olhos amarelados. Ao exame físico encontra-se em bom estado geral, corado, hidratado, ictérico 2+/4+, afebril, vigil e orientado. O hálito é incaracterístico. Não tem tremores. O abdômen é plano, flácido, levemente doloroso no hipocôndrio direito, onde se palpa o fígado a 2 cm do rebordo costal direito, de superfície e bordas lisas. Não tem ascite.
Qual das alternativas abaixo melhor explica o diagnóstico etiológico do quadro clínico descrito?
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Aparecida, de 65 anos de idade, vai a procura de atendimento médico em ambulatório com queixa de dores articulares há três anos, principalmente em mãos, joelhos e coluna cervical. O exame físico mostra os seguintes achados: a) mãos: atrofia da musculatura interóssea e hipotenar, nódulos de Heberden e Bouchard; b) joelhos: limitação à extensão (até cerca de 140 graus) com crepitação à movimentação.
A partir da história e exame clínicos colocados acima, qual a sua principal hipótese diagnóstica?
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Solange, de 28 anos de idade, procurou atendimento médico em seu consultório com queixa de disúria e polaciúria há três dias. Dois dias atrás ela tinha ido a outro médico que lhe deu dose única da associação sulfametoxazol e trimetropin (equivalente a 1600 mg de sulfametoxazol) e solicitou urocultura. Como não melhorou, decidiu procurar outro médico. Ao exame apresentava-se febril (38°C) e a urocultura mostrou l00.000 colônias de Escherichia coli sensível à associação sulfametoxazol e trimetoprim.
Qual a melhor hipótese que explique a evolução ocorrida?
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Maria, 69 anos, fumante, obesa, com histórico de hiperlipidemia, foi internada para colecistectomia aberta, cujo ato cirúrgico foi bastante complicado. No 5º dia após a cirurgia, ao se levantar do leito, apresentou mal estar súbito, com perda transitória da consciência, desconforto torácico e taquidispnéia. Ao exame físico se apresentava afebril, taquicárdica, taquipnêica, e com a pressão arterial em níveis inferiores ao seu padrão habitual. Não se detectou déficit motor ou desvio da rima bucal.
A hipótese diagnóstica mais provável nesta situação é:
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A sífilis primária é caracterizada:
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Mulher de 68 anos foi atendida pelo seu Médico com quadro de abdome agudo. Apresenta dor no Quadrante Inferior Esquerdo do abdome com descompressão dolorosa à palpação do baixo ventre e febre.
Qual o diagnóstico mais provável?
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