As línguas de sinais passaram a ser estudadas como línguas a partir dos estudos de Stokoe, na década de 1960. A Libras, como as demais línguas de sinais, possui características e qualidades linguísticas como aquelas atribuídas a qualquer língua. Dentre essas características, está a arbitrariedade, que pode ser definida como:
A Língua Brasileira de Sinais é basicamente produzida com as mãos, apresentando também movimentos do corpo e da face. Os principais parâmetros fonológicos da Libras são:
De acordo com o Decreto 5.626/2005, as instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem garantir a inclusão de alunos surdos ou com deficiência auditiva. De que forma essa educação inclusiva é proposta?
Um aluno surdo, durante a interpretação em sala de aula, não conhece um sinal realizado pelo tradutor e intérprete de língua de sinais. Que atitude mostrase mais adequada ao profissional?
Um aluno surdo universitário solicita ao intérprete que, durante uma aula, em sua ausência, o profissional esteja atento às informações para depois repassá-las ao aluno. Qual a medida mais adequada a ser tomada pelo intérprete?
De acordo com Lacerda (2009, p. 33), o termo “Intérprete Educacional” é utilizado para diferenciar o profissional intérprete (em geral) daquele que atua no campo educacional. Esta diferenciação ocorre devido:
O trabalho de tradução e interpretação Libras – Língua Portuguesa requer domínio e fluência das línguas envolvidas neste processo. Entretanto, no campo educacional, apenas o domínio das línguas não é suficiente, sendo necessários e desejáveis outros conhecimentos ao profissional, para uma atuação adequada, tais como: