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Analise as afirmativas a seguir no que diz respeito à Posse do Cargo Público, conforme preceitua a Lei n° 8.112/1990 e assinale a alternativa que contém afirmativas correta:
I - A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.
II - A posse é exercício pessoal de direito e não poderá dar-se mediante procuração específica.
III - A posse ocorrerá no prazo de quinze dias contados da publicação do ato de provimento.
IV - No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
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O chefe de departamento, em conjunto com o técnico-administrativo da Secretaria, está elaborando uma convocação para uma reunião ordinária do Conselho Departamental. Dentre as sentenças elaboradas, qual é a alternativa que apresenta corretamente o uso da vírgula como sinal de pontuação?
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Observe o quadrinho e assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito desse texto:

Fonte: <https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/32968810334/as-cobras-por-lu %C3%ADs-fernando-ver%C3%ADssimo>. Acesso em: 10 fev 2018 (fragmento).
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Texto para a questão.
(Fragmento adaptado do texto de Notícias UFSCar)
UFSCar busca voluntários idosos para estudo da dor crônica Publicado em 20-02-2018 13:00
Uma pesquisa na UFSCar pretende avaliar a combinação entre a educação em Neurociência da dor e o pilates para a diminuição da dor crônica em pacientes idosos. O estudo "Educação em Neurociência da dor e pilates para idosos com dor lombar crônica: ensaio clínico randomizado controlado" é desenvolvido pela doutoranda E.R., sob orientação de docente do DEnf, e coorientação de professor do DGero. O trabalho é realizado em parceria entre os programas de pós-graduação em Enfermagem (PPGEnf) e em Gerontologia (PPGGero) da Universidade.
A educação em Neurociência da dor consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo, além de implicar em mostrar que a dor está no cérebro e não é apenas uma sensação física.
O objetivo do estudo é analisar o efeito da educação em Neurociência da dor combinada à prática do pilates em comparação com a aplicação somente do pilates em idosos com dor lombar crônica.
Para desenvolver o estudo, estão sendo recrutados voluntários, homens ou mulheres, a partir de 60 anos de idade, que tenham dor lombar há mais de seis meses. Os participantes
vão passar por sessões gratuitas de pilates, somadas à terapia complementar, para ajudar no controle da dor, durante oito semanas. Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora até o dia 4 de agosto de 2018 por e-mail ou por telefone.
Fonte: <http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=10469>. Acesso em: 10 fev 2018 (fragmento adaptado).
Observe a frase retirada do texto e indique a alternativa que apresenta corretamente as relações semânticas estabelecidas pelos conectivos ‘em linhas gerais’ e ‘além de’, respectivamente, e que aponta a referência correta do pronome ‘cujo’:
“A educação em Neurociência da dor consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo, além de implicar em mostrar que a dor está no cérebro e não é apenas uma sensação física.”
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Texto para a questão.
(Fragmento adaptado do texto de Notícias UFSCar)
UFSCar busca voluntários idosos para estudo da dor crônica Publicado em 20-02-2018 13:00
Uma pesquisa na UFSCar pretende avaliar a combinação entre a educação em Neurociência da dor e o pilates para a diminuição da dor crônica em pacientes idosos. O estudo "Educação em Neurociência da dor e pilates para idosos com dor lombar crônica: ensaio clínico randomizado controlado" é desenvolvido pela doutoranda E.R., sob orientação de docente do DEnf, e coorientação de professor do DGero. O trabalho é realizado em parceria entre os programas de pós-graduação em Enfermagem (PPGEnf) e em Gerontologia (PPGGero) da Universidade.
A educação em Neurociência da dor consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo, além de implicar em mostrar que a dor está no cérebro e não é apenas uma sensação física.
O objetivo do estudo é analisar o efeito da educação em Neurociência da dor combinada à prática do pilates em comparação com a aplicação somente do pilates em idosos com dor lombar crônica.
Para desenvolver o estudo, estão sendo recrutados voluntários, homens ou mulheres, a partir de 60 anos de idade, que tenham dor lombar há mais de seis meses. Os participantes
vão passar por sessões gratuitas de pilates, somadas à terapia complementar, para ajudar no controle da dor, durante oito semanas. Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora até o dia 4 de agosto de 2018 por e-mail ou por telefone.
Fonte: <http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=10469>. Acesso em: 10 fev 2018 (fragmento adaptado).
Observe a frase retirada do texto: “A educação em Neurociência da dor consiste, em linhas gerais, em ensinar...” e indique a alternativa que traz sinônimos do verbo ‘consistir' neste contexto:
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Assinale a alternativa em que a concordância verbal e nominal é estabelecida de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
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Texto para a questão.
(Fragmento do artigo de divulgação científica)
EFEITOS DA TURBULÊNCIA QUÂNTICA
Perturbação introduzida em nuvem de átomos frios de rubídio produz fenômeno ondulatório similar ao da luz
Victória Flório | (http://revistapesquisa.fapesp.br/autor/victoria-florio/) Ed. 263 | Janeiro 2018
[1] Quando submetido a condições específicas que caracterizam os sistemas quânticos, os mesmos átomos que formam uma folha de papel, os seres vivos e as estrelas deixam de se comportar como partículas e passam a manifestar seu caráter de onda.
[2] Nesse estado, a matéria apresenta efeitos que violam à intuição clássica e os átomos podem atravessar barreiras antes intransponíveis.
[3] Em experimentos recentes, uma equipe coordenada por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) constatou que uma nuvem de átomos do elemento químico rubídio, mantida super - resfriada e confinada, preserva aspectos de seu comportamento ondulatório mesmo depois de ter sido perturbada pela geração de vórtices e evoluir para uma condição de turbulência quântica.
[4] Amostras de átomos nessas condições são bem conhecidas e estudadas, mas não se sabia qual seria os resultados da introdução de uma grande desordem nesse tipo de sistema. [...].
(Fonte: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/01/16/efeitos-da-turbulencia-quantica/>. Acesso em: 07/02/2018. Texto adaptado.).
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito do que diz o texto:
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Texto para a questão.
(Fragmento do artigo de divulgação científica)
EFEITOS DA TURBULÊNCIA QUÂNTICA
Perturbação introduzida em nuvem de átomos frios de rubídio produz fenômeno ondulatório similar ao da luz
Victória Flório | (http://revistapesquisa.fapesp.br/autor/victoria-florio/) Ed. 263 | Janeiro 2018
[1] Quando submetido a condições específicas que caracterizam os sistemas quânticos, os mesmos átomos que formam uma folha de papel, os seres vivos e as estrelas deixam de se comportar como partículas e passam a manifestar seu caráter de onda.
[2] Nesse estado, a matéria apresenta efeitos que violam à intuição clássica e os átomos podem atravessar barreiras antes intransponíveis.
[3] Em experimentos recentes, uma equipe coordenada por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) constatou que uma nuvem de átomos do elemento químico rubídio, mantida super - resfriada e confinada, preserva aspectos de seu comportamento ondulatório mesmo depois de ter sido perturbada pela geração de vórtices e evoluir para uma condição de turbulência quântica.
[4] Amostras de átomos nessas condições são bem conhecidas e estudadas, mas não se sabia qual seria os resultados da introdução de uma grande desordem nesse tipo de sistema. [...].
(Fonte: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/01/16/efeitos-da-turbulencia-quantica/>. Acesso em: 07/02/2018. Texto adaptado.).
Em quais frases a concordância verbal e/ou nominal não é estabelecida de acordo com a norma culta da língua portuguesa?
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Texto para a questão.
(Fragmento do artigo científico do linguista José Luiz Fiorin)
LÍNGUA, IDENTIDADE E FRONTEIRA
As reflexões deste texto foram suscitadas pelo filme Língua: vidas em português, de Victor Lopes, que trata da presença da língua portuguesa em diferentes continentes, em contextos culturais muito diversos (Portugal, Moçambique, Índia, Brasil, França, Japão), e, portanto, de sua diferenciação, já que ela foi reinventada centenas de vezes por colonizadores, imigrantes, colonizados, etc. Isso é feito mostrando o cotidiano de personagens anônimas ou ilustres (por exemplo, Mia Couto, José Saramago, Martinho da Vila, João Ubaldo Ribeiro). Diz Mia Couto: “No fundo, não estás a viajar por lugares, mas sim por pessoas.”. Daí o titulo Vidas em português. O foco sobre o qual incide o filme é então a identidade da língua portuguesa, mas também SUA variedade (sotaques e diferenças lexicais, sintáticas, etc.). A cantora Teresa Salgueiro explica: “Falamos a mesma língua, mas ela não é falada da mesma maneira.”. Saramago, diante da diversidade do português, afirma: “Não há uma língua portuguesa, há línguas em português”. O documentário quer mostrar que o português não é uma língua uniforme e estática, assim como não são uniformes e estáticas as sociedades que se valem DELE em seu cotidiano. O que o diretor pretende é reconstruir os caminhos da língua portuguesa, mostrar como ela chegou a cada lugar do mundo em que é falada, como os habitantes de uma região se apropriaram dela e como a reinventaram.
O que importa é a memória armazenada na língua, pois um idioma é a condensação da história de um povo, das influências que ELE sofreu, dos seus desejos, de suas expectativas, de seus preconceitos, do modo de ser sua gente, de sua música, de sua literatura. [...].
Fonte: FIORIN, J. L.. Língua, identidades e fronteiras. Revista Diversitas, v. 1, p. 147-164, 2013. (texto adaptado)
As conjunções e locuções conjuntivas grifadas no texto – “portanto”; “mas”; “assim como”; “pois” – podem ser substituídas, respectivamente, sem que haja alteração de sentido, por:
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Texto para a questão.
(Fragmento do artigo científico do linguista José Luiz Fiorin)
LÍNGUA, IDENTIDADE E FRONTEIRA
As reflexões deste texto foram suscitadas pelo filme Língua: vidas em português, de Victor Lopes, que trata da presença da língua portuguesa em diferentes continentes, em contextos culturais muito diversos (Portugal, Moçambique, Índia, Brasil, França, Japão), e, portanto, de sua diferenciação, já que ela foi reinventada centenas de vezes por colonizadores, imigrantes, colonizados, etc. Isso é feito mostrando o cotidiano de personagens anônimas ou ilustres (por exemplo, Mia Couto, José Saramago, Martinho da Vila, João Ubaldo Ribeiro). Diz Mia Couto: “No fundo, não estás a viajar por lugares, mas sim por pessoas.”. Daí o titulo Vidas em português. O foco sobre o qual incide o filme é então a identidade da língua portuguesa, mas também SUA variedade (sotaques e diferenças lexicais, sintáticas, etc.). A cantora Teresa Salgueiro explica: “Falamos a mesma língua, mas ela não é falada da mesma maneira.”. Saramago, diante da diversidade do português, afirma: “Não há uma língua portuguesa, há línguas em português”. O documentário quer mostrar que o português não é uma língua uniforme e estática, assim como não são uniformes e estáticas as sociedades que se valem DELE em seu cotidiano. O que o diretor pretende é reconstruir os caminhos da língua portuguesa, mostrar como ela chegou a cada lugar do mundo em que é falada, como os habitantes de uma região se apropriaram dela e como a reinventaram.
O que importa é a memória armazenada na língua, pois um idioma é a condensação da história de um povo, das influências que ELE sofreu, dos seus desejos, de suas expectativas, de seus preconceitos, do modo de ser sua gente, de sua música, de sua literatura. [...].
Fonte: FIORIN, J. L.. Língua, identidades e fronteiras. Revista Diversitas, v. 1, p. 147-164, 2013. (texto adaptado)
As formas pronominais destacadas no texto – “sua”; “dele”; “ele” – referem-se respectivamente a:
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