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3098034 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço

Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Um estudo de uma rede de hospitais de São Paulo mostra que o uso de celulares e tablets pode causar problemas na coluna e pescoço. O resultado disso aparece nos consultórios e nos hospitais.

Inclinado para frente, assistindo a um vídeo. No final do dia, dores nas costas. "Dói sempre na base das costas, na curva mesmo", diz o consultor de vendas Ronaldo Krajevski

Uma perna em cima da mala e meio deitado na poltrona. Dores nos ombros e problemas com a postura. "De vez em quando eu sinto principalmente no ombro", conta o piloto de aeronaves Valtemir Girard.

Uma fisioterapeuta adota estratégias para evitar as dores. "Quando eu percebo que já estou muito tempo eu costumo alongar para dar uma aliviada", explica Livia Capelo.

O uso contínuo de aparelhos como celulares, tablets e computadores portáteis pode gerar problemas ortopédicos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, especializada no tratamento de pessoas com deficiência motora, fez uma pesquisa e constatou que, entre 201O e 2011, atendeu a mais de duas mil pessoas com dores nas costas. Desse total, destaque para o número de pacientes com dores nas regiões lombar, tórax e pescoço.

No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Detalhe: as dores ocorrem em lugares que não são comuns. "Pela sustentação do tablet na posição em pé, ou em uma postura inadequada, você sobrecarrega a musculatura das mãos. A digitação em teclados diminutos, como os do celular ou do tablet levam também a dores nos dedos", explica o diretor clínico Daniel Rúbio.

A professora Edilaine Delgado usa diariamente o tablet, sem se preocupar com a postura.

Ela tem dores na altura do pescoço e coloca uma bolsa de água quente para relaxar. "A região fica dolorida e rígida. Quando vou para uma massagem ou fisioterapia fica muito perceptível", diz.

A terapeuta explica como ela deve se posicionar: sentada em uma mesa, com os pés apoiados, braços e mãos também. O aparelho fica colocado em um apoio para evitar que a cabeça da professora fique flexionada para baixo.

"É realmente mais confortável, e acredito que não terei problemas de dores à noite e nos finais de semana e nem precisarei procurar auxílio médico caso continue mantendo essa postura", conclui a professora.

Disponível em: <http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/estudo-liga-uso-detablets-e-celulares-problemas-na-coluna-e-no-pescoco.html>. Acesso em: 1 jul. 2013.

A frase "Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens."

 

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3098033 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço

Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Um estudo de uma rede de hospitais de São Paulo mostra que o uso de celulares e tablets pode causar problemas na coluna e pescoço. O resultado disso aparece nos consultórios e nos hospitais.

Inclinado para frente, assistindo a um vídeo. No final do dia, dores nas costas. "Dói sempre na base das costas, na curva mesmo", diz o consultor de vendas Ronaldo Krajevski

Uma perna em cima da mala e meio deitado na poltrona. Dores nos ombros e problemas com a postura. "De vez em quando eu sinto principalmente no ombro", conta o piloto de aeronaves Valtemir Girard.

Uma fisioterapeuta adota estratégias para evitar as dores. "Quando eu percebo que já estou muito tempo eu costumo alongar para dar uma aliviada", explica Livia Capelo.

O uso contínuo de aparelhos como celulares, tablets e computadores portáteis pode gerar problemas ortopédicos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, especializada no tratamento de pessoas com deficiência motora, fez uma pesquisa e constatou que, entre 201O e 2011, atendeu a mais de duas mil pessoas com dores nas costas. Desse total, destaque para o número de pacientes com dores nas regiões lombar, tórax e pescoço.

No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Detalhe: as dores ocorrem em lugares que não são comuns. "Pela sustentação do tablet na posição em pé, ou em uma postura inadequada, você sobrecarrega a musculatura das mãos. A digitação em teclados diminutos, como os do celular ou do tablet levam também a dores nos dedos", explica o diretor clínico Daniel Rúbio.

A professora Edilaine Delgado usa diariamente o tablet, sem se preocupar com a postura.

Ela tem dores na altura do pescoço e coloca uma bolsa de água quente para relaxar. "A região fica dolorida e rígida. Quando vou para uma massagem ou fisioterapia fica muito perceptível", diz.

A terapeuta explica como ela deve se posicionar: sentada em uma mesa, com os pés apoiados, braços e mãos também. O aparelho fica colocado em um apoio para evitar que a cabeça da professora fique flexionada para baixo.

"É realmente mais confortável, e acredito que não terei problemas de dores à noite e nos finais de semana e nem precisarei procurar auxílio médico caso continue mantendo essa postura", conclui a professora.

Disponível em: <http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/estudo-liga-uso-detablets-e-celulares-problemas-na-coluna-e-no-pescoco.html>. Acesso em: 1 jul. 2013.

O fato de o texto não estar assinado por um autor

 

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3098032 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço

Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Um estudo de uma rede de hospitais de São Paulo mostra que o uso de celulares e tablets pode causar problemas na coluna e pescoço. O resultado disso aparece nos consultórios e nos hospitais.

Inclinado para frente, assistindo a um vídeo. No final do dia, dores nas costas. "Dói sempre na base das costas, na curva mesmo", diz o consultor de vendas Ronaldo Krajevski

Uma perna em cima da mala e meio deitado na poltrona. Dores nos ombros e problemas com a postura. "De vez em quando eu sinto principalmente no ombro", conta o piloto de aeronaves Valtemir Girard.

Uma fisioterapeuta adota estratégias para evitar as dores. "Quando eu percebo que já estou muito tempo eu costumo alongar para dar uma aliviada", explica Livia Capelo.

O uso contínuo de aparelhos como celulares, tablets e computadores portáteis pode gerar problemas ortopédicos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, especializada no tratamento de pessoas com deficiência motora, fez uma pesquisa e constatou que, entre 201O e 2011, atendeu a mais de duas mil pessoas com dores nas costas. Desse total, destaque para o número de pacientes com dores nas regiões lombar, tórax e pescoço.

No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.

Detalhe: as dores ocorrem em lugares que não são comuns. "Pela sustentação do tablet na posição em pé, ou em uma postura inadequada, você sobrecarrega a musculatura das mãos. A digitação em teclados diminutos, como os do celular ou do tablet levam também a dores nos dedos", explica o diretor clínico Daniel Rúbio.

A professora Edilaine Delgado usa diariamente o tablet, sem se preocupar com a postura.

Ela tem dores na altura do pescoço e coloca uma bolsa de água quente para relaxar. "A região fica dolorida e rígida. Quando vou para uma massagem ou fisioterapia fica muito perceptível", diz.

A terapeuta explica como ela deve se posicionar: sentada em uma mesa, com os pés apoiados, braços e mãos também. O aparelho fica colocado em um apoio para evitar que a cabeça da professora fique flexionada para baixo.

"É realmente mais confortável, e acredito que não terei problemas de dores à noite e nos finais de semana e nem precisarei procurar auxílio médico caso continue mantendo essa postura", conclui a professora.

Disponível em: <http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/estudo-liga-uso-detablets-e-celulares-problemas-na-coluna-e-no-pescoco.html>. Acesso em: 1 jul. 2013.

O título do texto "Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço" indica

 

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3098031 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

uso da voz passiva em "A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões."

 

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3098030 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

O uso, logo nos dois primeiros parágrafos, dos pensamentos de Jacques Delors e Celestín Freinet funciona como um argumento de autoridade a partir de uma operação inferencial do tipo

 

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3098029 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

No texto, pode-se inferir da conclusão a que chega o autor uma

 

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3098028 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

Em"[...] uma agenda mundial de apropriação das novas mídias[...]", o uso do termo "apropriação" torna as novas mídias, no contexto do ensino formal, um elemento

 

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3098027 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

O uso da conjunção "Mas" em "Mas não há ainda uma percepção[ ...]"

 

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3098026 Ano: 2013
Disciplina: Português
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por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

A ressalva"[...] algumas interessantes outras nem tanto[...]" instaura no quarto parágrafo

 

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3098025 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
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Onde esteve a escola esse tempo todo?

por Alexandre Sayad*

De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.

Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.

Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.

Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.

Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.

Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.

Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.

* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,

e coordena programas de Civic

Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.

O trecho "Ainda reverberando esses recentes fatos,[...]" consiste em uma

 

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