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A importância da família para a formação de cidadãos conscientes
Laura Bergamo
Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
Disponível em: <http://www.metodista.br/cidadania/numero-58/a-importanciada-familia-para-a-formacao-de-cidadaos-conscientes/> Acesso em: 01 jul. 2013.
O segundo parágrafo mantém
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A importância da família para a formação de cidadãos conscientes
Laura Bergamo
Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
Disponível em: <http://www.metodista.br/cidadania/numero-58/a-importanciada-familia-para-a-formacao-de-cidadaos-conscientes/> Acesso em: 01 jul. 2013.
A expressão"[...] por parte da maioria da população jovem" quer dizer que
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A importância da família para a formação de cidadãos conscientes
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Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
Disponível em: <http://www.metodista.br/cidadania/numero-58/a-importanciada-familia-para-a-formacao-de-cidadaos-conscientes/> Acesso em: 01 jul. 2013.
Ao afirmar que "A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.", a autora
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A importância da família para a formação de cidadãos conscientes
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Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
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Na frase "[...] no contato com as adversidades culturais e sociais [...]" "adversidades" significa
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A importância da família para a formação de cidadãos conscientes
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Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
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O uso conjunto de "sólida" e "segura" na expressão"[ ...] base mais sólida e segura [...]" (linha 4) coloca em foco
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A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
Disponível em: <http://www.metodista.br/cidadania/numero-58/a-importanciada-familia-para-a-formacao-de-cidadaos-conscientes/> Acesso em: 01 jul. 2013.
Ao afirmar que "A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem[...]", coloca-se a família como
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Laura Bergamo
Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
Disponível em: <http://www.metodista.br/cidadania/numero-58/a-importanciada-familia-para-a-formacao-de-cidadaos-conscientes/> Acesso em: 01 jul. 2013.
O fato de o texto não estar assinado por um autor
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Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração
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No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte da maioria da população jovem. O ingresso da mulher no mercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.
O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que, a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. "O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa", diz Costa.
O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. "Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade", revela.
FORMAÇÃO NA ESCOLA
O pouco contato com os pais durante o dia a dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve também o papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.
Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A
psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos. "Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem".
A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz. Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia, Sônia Küster, considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.
A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos. "Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar".
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Iniciar o texto com a frase "Pouco contato dos pais com os filhos no dia a dia pode prejudicar a formação cidadã da nova geração", indica
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Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço
Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.
Um estudo de uma rede de hospitais de São Paulo mostra que o uso de celulares e tablets pode causar problemas na coluna e pescoço. O resultado disso aparece nos consultórios e nos hospitais.
Inclinado para frente, assistindo a um vídeo. No final do dia, dores nas costas. "Dói sempre na base das costas, na curva mesmo", diz o consultor de vendas Ronaldo Krajevski
Uma perna em cima da mala e meio deitado na poltrona. Dores nos ombros e problemas com a postura. "De vez em quando eu sinto principalmente no ombro", conta o piloto de aeronaves Valtemir Girard.
Uma fisioterapeuta adota estratégias para evitar as dores. "Quando eu percebo que já estou muito tempo eu costumo alongar para dar uma aliviada", explica Livia Capelo.
O uso contínuo de aparelhos como celulares, tablets e computadores portáteis pode gerar problemas ortopédicos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, especializada no tratamento de pessoas com deficiência motora, fez uma pesquisa e constatou que, entre 201O e 2011, atendeu a mais de duas mil pessoas com dores nas costas. Desse total, destaque para o número de pacientes com dores nas regiões lombar, tórax e pescoço.
No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.
Detalhe: as dores ocorrem em lugares que não são comuns. "Pela sustentação do tablet na posição em pé, ou em uma postura inadequada, você sobrecarrega a musculatura das mãos. A digitação em teclados diminutos, como os do celular ou do tablet levam também a dores nos dedos", explica o diretor clínico Daniel Rúbio.
A professora Edilaine Delgado usa diariamente o tablet, sem se preocupar com a postura.
Ela tem dores na altura do pescoço e coloca uma bolsa de água quente para relaxar. "A região fica dolorida e rígida. Quando vou para uma massagem ou fisioterapia fica muito perceptível", diz.
A terapeuta explica como ela deve se posicionar: sentada em uma mesa, com os pés apoiados, braços e mãos também. O aparelho fica colocado em um apoio para evitar que a cabeça da professora fique flexionada para baixo.
"É realmente mais confortável, e acredito que não terei problemas de dores à noite e nos finais de semana e nem precisarei procurar auxílio médico caso continue mantendo essa postura", conclui a professora.
Disponível em: <http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/estudo-liga-uso-detablets-e-celulares-problemas-na-coluna-e-no-pescoco.html>. Acesso em: 1 jul. 2013.
A frase "No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets." foi usada para
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Estudo liga uso de tablets e celulares a problemas na coluna e no pescoço
Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.
Um estudo de uma rede de hospitais de São Paulo mostra que o uso de celulares e tablets pode causar problemas na coluna e pescoço. O resultado disso aparece nos consultórios e nos hospitais.
Inclinado para frente, assistindo a um vídeo. No final do dia, dores nas costas. "Dói sempre na base das costas, na curva mesmo", diz o consultor de vendas Ronaldo Krajevski
Uma perna em cima da mala e meio deitado na poltrona. Dores nos ombros e problemas com a postura. "De vez em quando eu sinto principalmente no ombro", conta o piloto de aeronaves Valtemir Girard.
Uma fisioterapeuta adota estratégias para evitar as dores. "Quando eu percebo que já estou muito tempo eu costumo alongar para dar uma aliviada", explica Livia Capelo.
O uso contínuo de aparelhos como celulares, tablets e computadores portáteis pode gerar problemas ortopédicos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, especializada no tratamento de pessoas com deficiência motora, fez uma pesquisa e constatou que, entre 201O e 2011, atendeu a mais de duas mil pessoas com dores nas costas. Desse total, destaque para o número de pacientes com dores nas regiões lombar, tórax e pescoço.
No levantamento, a pesquisa mostrou também que cerca de 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. Especialistas dizem que o uso contínuo e prolongado desses equipamentos está provocando problemas posturais até em pessoas jovens.
Detalhe: as dores ocorrem em lugares que não são comuns. "Pela sustentação do tablet na posição em pé, ou em uma postura inadequada, você sobrecarrega a musculatura das mãos. A digitação em teclados diminutos, como os do celular ou do tablet levam também a dores nos dedos", explica o diretor clínico Daniel Rúbio.
A professora Edilaine Delgado usa diariamente o tablet, sem se preocupar com a postura.
Ela tem dores na altura do pescoço e coloca uma bolsa de água quente para relaxar. "A região fica dolorida e rígida. Quando vou para uma massagem ou fisioterapia fica muito perceptível", diz.
A terapeuta explica como ela deve se posicionar: sentada em uma mesa, com os pés apoiados, braços e mãos também. O aparelho fica colocado em um apoio para evitar que a cabeça da professora fique flexionada para baixo.
"É realmente mais confortável, e acredito que não terei problemas de dores à noite e nos finais de semana e nem precisarei procurar auxílio médico caso continue mantendo essa postura", conclui a professora.
Disponível em: <http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/estudo-liga-uso-detablets-e-celulares-problemas-na-coluna-e-no-pescoco.html>. Acesso em: 1 jul. 2013.
Ao usar os adjetivos "contínuo" e "prolongado" juntos no texto, reforça-se
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