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Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
Em"[...] é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens", a expressão "é assim que"
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Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
Notrecho: "Professores pareciam perguntar: 'onde estive que nada percebi?' Mas a pergunta precisa seria onde a escola 'não esteve' e a resposta, 'nas redes sociais', ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.", encontram-se perguntas
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Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
Com a expressão "assistiu mesmo ao bonde passar", o autor
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Onde esteve a escola esse tempo todo?
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De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
Vários são os recursos que podem ser utilizados no processo de argumentação. Em: "Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos." encontra(m)-se
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De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
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Podem ser encontradas no texto as tipologias
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Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
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Titular o texto com uma pergunta é uma estratégia de produção de texto baseada na função de linguagem
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Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
No que se refere à Cultura,
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Considere a relação a seguir, definida na linguagem SQL padrão.
CREATE TABLE ALUNO (
ID NUMBER(4) PRIMARY KEY,
NOME VARCHAR(1 O),
RENDIMENTO NUMBER(5,2))
Considere também as consultas (C1, C2, C3 e C4) a seguir, expressas na linguagem SQL.
C1 :select NOME from ALUNO
where ID in ((select ID from ALUNO)
minus (select A1.ID from ALUNO A1,ALUNO E2
where A1. RENDIMENTO> A2.RENDIMENTO))
Obs: o operador minus realiza a operação de subtração entre relações.
C2:select NOME from ALUNO
where ID in ( select A1.ID from ALUNO A1, ALUNO A2
where A1. RENDIMENTO< A2. RENDIMENTO)
C3:select NOME from ALUNOwhere RENDIMENTO = (select
min(RENDIMENTO) from ALUNO)
C4:select NOME from ALUNOwhere RENDIMENTO <= all (select RENDIMENTO
from ALUNO)
Com relação às consultas, assinale a opção CORRETA.
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Considere o esquema de banco de dados relacional apresentado a seguir que representa o conjunto de funcionários de uma empresa, sendo a relação DIRETORIA modelada como um subconjunto da relação FUNCIONARIO. A chave primária de cada relação está grifada e as chaves estrangeiras são devidamente identificadas pela palavra referencia.
FUNCIONARIO (FunclD: integer, Nome: varchar(50), Endereco: varchar(80));
TELEFONE (FunclD: integer referencia FUNCIONARIO, DDD: varchar(3), Numero: varchar(8));
DEPARTAMENTO (DeplD: integer, Nome: varchar(30), Sigla: varchar(5));
DIRETORIA (DirlD: integer, Cargo: varchar(30), FunclD: integer referencia FUNCIONARIO, DeplD: integer referencia DEPARTAMENTO) Agora, suponha que existam as seguintes tuplas no banco FUNCIONAR/O (10, "João Leite", "Rua Teca, 30''); e DEPARTAMENTO (50, "Departamento de Informática", "DTINF'').
Dadas as opções abaixo, assinale a que apresenta apenas tuplas válidas.
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No que diz respeito à linguagem e ao discurso, num estudo feito por Rezende (2000) sobre o perfil editorial do telejornalismo no Brasil, é CORRETO afirmar que
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Caderno Container