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2430793 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Na LDB 9394/96, o artigo 2º apresenta os fins e princípios da educação brasileira. Com base nessa afirmação, assinale a alternativa correta.

 

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2430787 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Os indicadores bioquímicos ou fisiológicos sofrem variações de acordo com a atividade física. Sobre eles, marque a alternativa correta.

 

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2430776 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia a reportagem de Luís Guilherme Barrucho publicada na edição da revista Veja, de 05 /03/2012.

Onde está o verbete “bom senso” ?

O dicionário Houaiss, o maior do país, está na mira da patrulha politicamente correta, que acredita lutar contra o preconceito apagando
palavras e denições. Dicionário, conforme se encontra no Aurélio, é o “conjunto de vocábulos duma língua ou de termos próprios duma ciência ou arte, dispostos, em geral, alfabeticamente, e com o respectivo signicado”. Dicionário é o celeiro do idioma, o banco central da linguagem formado por palavras compiladas segundo um único critério, o de estarem em uso ou terem sido usadas no passado.

Censurar ou podar palavras dos dicionários é uma estupidez que se equipara à loucura de rasgar dinheiro por ser contra o capitalismo ou ao desatino de queimar orestas nativas para matar serpentes venenosas.

Pois foi exatamente isso que um procurador da República do Ministério Público Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, tentou ao ajuizar uma ação civil pública pedindo a remoção das livrarias do dicionário Houaiss, o mais completo do país, com 228.500 verbetes, publicado pela editora Objetiva. O procurador deu guarida a um pedido bizarro feito em 2009 por uma pessoa que sustentava que duas definições da palavra “cigano”, mesmo que devidamente registradas no dicionário como sendo de uso pejorativo, são ofensivas à etnia e devem ser banidas.

Enquanto isso não fosse feito e novas edições devidamente “higienizadas” do dicionário não fossem produzidas, o Houaiss deveria ser retirado das livrarias, e sua venda, proibida. O Houaiss registra que, pejorativamente, cigano é “aquele que trapaceia; velhaco, burlador” e “aquele que faz barganha, que é apegado ao dinheiro; agiota, sovina”.

Pode incorrer em preconceito quem utiliza a palavra cigano nas acepções acima, mas incorre em um desvio muito pior quem propõe censurar esses registros por seu potencial ofensivo. Esta postura, a de empobrecer o idioma, é um dos instintos automáticos das mentes totalitárias. No livro 1984, de George Orwell, um Ministério da Verdade se dedica justamente à supressão das palavras consideradas inadequadas pelos ditadores e à sua substituição por termos novos criados especicamente para suprimir a verdade.

“Quem pede a suspensão de uma obra porque ela contém um termo considerado discriminatório está assassinando a cultura brasileira, que a cada dia é torpedeada por novas empreitadas da patrulha do politicamente correto” , diz o imortal Evanildo Bechara, membro da comissão de lexicógrafos – como são chamados os fazedores de dicionários – da Academia Brasileira de Letras. Diz Breno Lerner, superintendente da Melhoramentos, responsável pelo dicionário Michaelis, que é contra a intervenção do procurador: “À medida que a sociedade se torna mais politicamente correta, cabe ao dicionário retratar isso com o maior rigor possível. É como a fotograa de uma paisagem—se a paisagem muda, é nosso dever fazer um novo retrato, com a maior exatidão”.

O diretor-geral da Objetiva, que edita o Houaiss, Roberto Feith, não concorda com a tese de que a maneira de se atualizar passe pela higienização do conteúdo dos dicionários e de outras obras literárias ou culturais. Os dicionaristas do Houaiss pretendem, segundo ele, reetir as mudanças na paisagem mencionadas por Breno Lerner, não suprimindo dados do passado, mas acrescentando informações relevantes para o presente. No caso de “cigano”, destaca Feith, as próximas edições vão informar que as denições ofensivas " resultam de antiga tradição europeia, pejorativa e xenófoba". A tentação de reescrever o passado é resistente. Há mais de dez anos, outra ação contra o Houaiss tentou apagar a denição pejorativa de judeu como " pessoa usurária, avarenta".

Os dicionários costumam ser revistos por equipes de lexicógrafos a cada cinco ou dez anos, quando se montam novas edições que incluem palavras incorporadas ao idioma (exemplos encontrados no novo Houaiss: “blogosfera”, “tubaína”, “blogar”, “pitaco”, “empoderamento”). Resume o acadêmico Bechara: “O dicionário tem a função de ser o espelho vivo da língua, o repertório da memória cultural e histórica do idioma”. (adaptado)

Como recurso de conclusão do primeiro parágrafo, constrói-se uma definição de dicionário ao aproximá-lo das imagens de um celeiro e de um banco de dados. Com essa estratégia, nota-se que o é usado para a expressão linguística dessas imagens e a expressividade da linguagem é explorada como recurso argumentativo.

A sequência correta é

 

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2430748 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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A difusão das redes de computadores e o aumento do uso da tecnologia de informação trouxeram alguns problemas em relação à segurança. Marque a alternativa correta.

 

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2430714 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Sobre as recomendações de 2010 da IDSA para a terapia empírica nos pacientes neutropênicos com câncer, considere as afirmativas a seguir.

I - É recomendável estraticar os pacientes em alto e baixo risco através do escore MASCC e aqueles com escore > 21 podem ser candidatos à terapia oral ambulatorial.

II - A terapia inicial deve considerar cobertura empírica para germes Gram-negativos, em especial Pseudomonas e Gram-positivos.

III - Cobertura antifúngica empírica deve ser considerada em pacientes de alto risco que apresentam febre persistente após período de 4 a 7 dias de regime antibiótico de amplo espectro.

IV - Caso vancomicina ou outra cobertura para Gram-positivo tenha sido iniciada, pode ser interrrompida após 2 dias, se não houver evidência de infecção por germes Gram-positivos.

Está(ão) correta(s)

 

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2430675 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica indicam princípios a serem seguidos para todas as etapas e modalidades da educação básica. Assinale a alternativa que NÃO expressa esses princípios.

 

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2430666 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para realizar o processo de edição de conteúdo jornalístico, necessita-se que o editor de imagens compreenda a linguagem e a técnica utilizadas pelo repórter. Relacione as colunas, ligando o nome à ação ou característica identificada.

1. Sonora

( ) Momento em que o repórter é enquadrado na câmera para destacar
uma informação, fazendo ligação entre um trecho da reportagem e
outro.

2. Off

( ) Som ambiente ou música de fundo.

3. Passagem

( ) Indicação para o editor de onde ele deve cortar.

4. Background (BG)

( ) Narração da reportagem gravada pelo repórter e coberta por imagens.

5. Deixa

Fala do entrevistado na reportagem.

A relação correta é

 

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2430639 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Haverá emprego para nós?

A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.

Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.

Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.

Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.

Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”

As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.

A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.

Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.

Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.

Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)

Considere que o personagem central do texto fosse referido já no título, como é mostrado nas alternativas a seguir. Se observado o emprego da vírgula, a pontuação poderia ser alterada, sem prejuízo da correção gramatical, retirando-se a(s) vírgula(s)em

 

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Questão presente nas seguintes provas
2430633 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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A respeito dos procedimentos adequados para a iluminação local, quando as filmagens de uma cena não ocorrem em estúdio, considere as seguintes afirmativas:

I - Quando a gravação ocorre em um escritório com uma janela grande, é possível fotografar a vista da janela, utilizando a imagem obtida como fonte de vídeo para chroma-key.

II - Em uma gravação interna, como um quarto, a luz de uma janela pode ser usada como principal ou contraluz, atentando para a combinação da temperatura de cor entre todas as fontes de luz utilizadas.

III - A luz ideal para a gravação ao ar livre é de um dia com luz solar intensa, em que a iluminação é semelhante à produzida pelos soft lights.

Está(ão) correta(s)

 

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2430610 Ano: 2012
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Com relação à Administração Pública Gerencial, assinale a alternativa que apresenta a característica mais relevante.

 

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