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Uma biblioteca universitária deve atender a diferentes segmentos, como, por exemplo, estudantes, professores, funcionários, gestores, entre outros. Na perspectiva do marketing em bibliotecas, quando se trata de pesquisar o mercado no que tange ao tamanho e à natureza, é preciso investigar o(a)
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A textura ou granulometria refere-se à proporção de argila, silte e areia do solo. De acordo com essa proporção, o solo pode ser classificado em diferentes classes texturais, como representado na figura a seguir.

Assinale a alternativa que caracteriza o solo como classe argila siltosa.
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Fratura é uma ruptura completa ou incompleta na continuidade de uma estrutura óssea. Quando ocorre uma fratura, estruturas adjacentes também são afetadas. Em casos de fratura, o manejo imediato e adequado pode significar a diferença entre a recuperação e a incapacidade. Em relação aos cuidados imediatos em casos de fraturas, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
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De acordo com a lei que dispõe sobre a regulamentação do exercício de enfermagem, assinale a alternativa INCORRETA.
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A assessoria de imprensa pode ser definida como
I → a troca de informações entre fontes autorizadas e jornalistas.
II → a administração dos fluxos de informação e do relacionamento entre fontes e jornalistas.
III → a especialização que faz parte do campo da comunicação organizacional.
Está(ão) correta(s)
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Um link de fibra óptica construído na década de 80 operando no comprimento de onda de 850 nm interliga dois centros de pesquisa afastados por 12 Km. Sabendo que, para o receptor operar dentro da confiabilidade necessária, a mínima potência recebida deve ser igual a -30 dBm e que, nessa configuração, a atenuação do sinal óptico é de 3 dB/Km, a mínima potência do sinal óptico quando transmitido é
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A era da impaciência
Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário
A vida no século XXI pode não ser maravilhosa como sugerem as propagandas de telefones celulares, graças aos consideráveis impactos sociais provocados pela onipresença das novas tecnologias de comunicação e informação. Dois filmes recentes tratam do tema: Disconnect (2012) e Men, Women & Children (2014). As duas obras adoçam seu olhar crítico com uma visão humanista. O grande tema é a vida contemporânea, marcada pelo consumo de bens e estilos e povoada pelas doenças da sociedade moderna: bullying, identidades roubadas, comunicações mediadas e relações fragilizadas. No centro dos dramas, estão a internet e as mídias sociais.
Se determinados impactos sociais já são notáveis, alguns efeitos econômicos ainda estão sendo descobertos. No dia 17 de fevereiro de 2015, Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra, realizou uma palestra para estudantes da University of East Anglia. O tema foi crescimento econômico.
Haldane inicia mostrando que o crescimento econômico é uma condição relativamente recente na história da humanidade, começou há menos de 300 anos. Três fases de inovação marcaram essa breve história do crescimento: a Revolução Industrial, no século XVIII, a industrialização em massa, no século XIX, e a revolução da tecnologia da informação, na segunda metade do século XX. Qual a fonte primária do crescimento econômico? Em uma palavra, paciência. Na visão do economista, é a paciência que permite poupar, o que por sua vez financia os investimentos que resultam no crescimento. Combinada com a inovação tecnológica, a paciência move montanhas. Existem também, lembra Haldane, fatores endógenos, a exemplo de educação e habilidades, cultura e cooperação, infraestrutura e instituições. Todos se reforçam mutuamente e funcionam de forma cumulativa. Pobres os países que não conseguem desenvolvê-los.
De onde veio a paciência? Da invenção da impressão por tipos móveis, por Gutenberg, no século XV, que resultou na explosão da produção de livros, sugere Haldane. Os livros levaram a um salto no nível de alfabetização e, em termos neurológicos, “reformataram” nossas mentes, viabilizando raciocínios mais profundos, amplos e complexos. Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
E os avanços tecnológicos contemporâneos, terão o mesmo efeito? Haldane receia que não. Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário. Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção, e menor nossa capacidade de análise. E nossa paciência sofre com o processo.
Hipnotizados por tablets e smart phones, vivemos em uma sociedade assolada pelo transtorno do déficit de atenção e pela impaciência crônica. Não faltam exemplos: alunos lacrimejam e bocejam depois de 20 minutos de aula; leitores parecem querer textos cada vez mais curtos, fúteis e ilustrados; executivos saltam furiosamente sobre diagnósticos e análises e tomam decisões na velocidade do som; projetos são iniciados e rapidamente esquecidos; reuniões iniciam sem pauta e terminam sem rumo.
Haldane conclui que os ingredientes do crescimento ainda são misteriosos, mas que a história aponta para uma combinação complexa de fatores tecnológicos e sociológicos. É prudente observar que o autor não está sugerindo uma relação direta entre o crescimento das mídias sociais e a estagnação econômica que vem ocorrendo em muitos países. Sua análise é temporalmente mais ampla, profunda e especulativa. Entretanto, há uma preocupação clara com os custos cognitivos da “revolução” da informação, que se somam aos custos sociais tratados nos dois filmes que abriram esta coluna. Não é pouco.
Fonte: Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/840/a-era-da-impaciencia-5039.html>.
Acesso em: 6 de maio de 2016. (Adaptado)
Na defesa de suas ideias, o autor articula à sua argumentação ponderações e reflexões apresentadas na University of East Anglia, em uma palestra proferida por Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra. Esse procedimento mostra que, ao longo de seu texto, o produtor explorou como estratégia argumentativa
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Considere as afirmações a seguir, a respeito do protocolo ARP.
I → Armazena as tabelas de roteamento de nível 3 (OSI).
II → Mapeia o endereçamento IP para seus respectivos endereços fisícos MAC.
III → Mapeia o endereço IP como nome do host.
Está(ão) correta(s)
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Assuma uma transmissão digital em que é utilizado o código de Hamming (7,4) e cujas palavras-código estão organizadas na forma
| c = [m0m1m2m3b0b1b2 ] |
com as seguintes equações de verificação de paridade:
| !$ b_0 = m_1 \oplus m_2 \oplus m_3; !$ !$ b_1 = m_0 \oplus m_1 \oplus m_3; !$ !$ b_2 = m_0 \oplus m_2 \oplus m_3. !$ |
Considere as afirmativas a seguir.
I → A matriz de verificação de paridade desse código pode ser dada por
| !$ H = \begin{bmatrix} 0 1 1 1 1 0 0 \\ 1 1 0 1 0 1 0 \\ 1 0 1 1 0 0 1 \end{bmatrix} !$ |
II → Esse código possui taxa igual a 4/7.
III → A utilização desse código garante a correção de um erro e detecção de dois erros para qualquer palavra-código transmitida.
Está(ão) correta(s)
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
Em um cenário como o atual, caracterizado por crescentes índices de desemprego e instabilidade no emprego, uma alternativa vislumbrada pela sociedade tem sido a busca pela estabilidade financeira através da ocupação de cargos públicos. Todavia, o funcionário público sempre foi alvo de severas críticas, sendo caracterizado como o trabalhador que não trabalha. Segundo um estudo de Marcos Guedes Veneu, o servidor público é presença assídua nas criações de literatos, compositores de música popular, humoristas e caricaturistas. A música Maria Candelária, lançada no Carnaval de 1952, exemplifica o estereótipo que tem, historicamente, caracterizado o servidor público: "Maria Candelária é alta funcionária [...], a uma vai ao dentista, às duas vai ao café, às três vai à modista, às quatro assina o ponto e dá no pé, que grande vigarista ela é!".
Frente a essa descrição, Veneu ainda destaca que, em sua pesquisa sobre a representação social do funcionário público, outra figura bastante citada por seus informantes (funcionários ou não) é a do conhecido "Barnabé", típico funcionário público de baixo escalão, sempre com um terno preto surrado, uma gravatinha " vagabunda", que passa o dia lendo jornal e tomando cafezinho, ou então deixa o paletó na cadeira e sai, voltando na hora de assinar o ponto.
Assim, comparando essas duas representações, o referido autor ressalta que as figuras de Maria Candelária e Barnabé compartilham um elemento básico em sua definição: mesmo com um emprego, nenhum dos dois trabalha efetivamente, substituindo o trabalho por rituais formais, como assinar o ponto e pendurar o paletó. A sentença final, porém, é dada pela irônica marchinha carnavalesca: no final das contas, são dois "vigaristas", ou seja, pessoas que pretendem ganhar dinheiro sem trabalhar.
Entretanto, em contrapartida a essas representações do funcionário público, sabe-se que todo o aparato estatal compõe-se de servidores públicos e são estes que fazem a máquina administrativa funcionar, prestando à população os serviços necessários. Considerando que serviço público é, de maneira geral, aquele que é prestado à sociedade pela administração pública - uma vez que o reconhece como essencial para a sobrevivência do grupo social e do próprio Estado -, pode-se afirmar que o servidor público é o mediador entre a administração pública e a sociedade. Desse modo, os servidores são os principais agentes responsáveis pela consolidação das políticas públicas.
Dentro dessa perspectiva, a pesquisadora Nancy Muniz explica que muitos servidores trabalham nos bastidoresI), sem o contato direto com a população, preparando e organizando o serviço que outros servidores estarão desempenhando em contato direto com o povoII). Mas também há aqueles que estão na linha de frenteIII) de implementação das políticas governamentais e, portanto, em grande parte, o êxito dessas políticas e do estado como cumpridor de seu papel político e social depende do relacionamento do servidor com a população e vice-versa.
Fonte: DA SILVA, Regina e ICHIKAWA, Elisa Yoshie. A Representação Social na Esfera Pública: Percepções sobre o
Funcionário Público em uma Administração Municipal. Qualit@as Revista Eletrônica, vol. 9. no.1, 2009. (Adaptado)
Nos fragmentos destacados, considere que o segmento sublinhado seja substituído pela expressão um conjunto expressivo de servidores.
I → [...] Muniz explica que muitos servidores trabalham nos bastidores.
II → [...] preparando e organizando o serviço que outros servidores estarão desempenhando em contato direto como povo.
III → [...] há também aqueles que estão na linha de frente.
Em qual(is) ocorrência(s), a substituição cria condições para a concordância verbal ser feita no singular?
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