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Foram encontradas 220 questões.

1262831 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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As plantas daninhas competem com as plantas de arroz por luz, água e nutrientes, constituindo-se em um dos principais limitantes da produtividade das lavouras de arroz irrigado no Sul do Brasil. São medidas preventivas indicadas para reduzir os riscos do desenvolvimento de resistência de plantas daninhas aos herbicidas, EXCETO

 

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1262801 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O gráfico a seguir ilustra os percentuais de sobras e resto-ingestão de um serviço de alimentação ao longo de uma semana, os quais são importantes de serem analisados, pois impactam os custos.

Enunciado 1262801-1

Com base no gráfico, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) O uso de fichas técnicas de preparação, bem como o porcionamento adequado poderiam auxiliar na redução do resto-ingestão.

( ) Na terça-feira e quinta-feira, o treinamento dos profissionais seria mais importante do que ações de conscientização com os comensais na redução dos desperdícios.

( ) Os desperdícios mensurados indicam problemas relacionados à sustentabilidade do serviço de alimentação, já que tem impacto em questões ambientais, sociais e econômicas.

( ) A elaboração de cardápios que satisfaça à população atendida e o planejamento adequado do número de refeições seriam importantes na redução dos desperdícios apresentados na segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

A sequência correta é

 

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1262756 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Sobre corantes e coloração, é correto afirmar que

 

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1262609 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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No envelhecimento, alterações fisiológicas comprometem as necessidades nutricionais. São alterações que interferem na ingestão alimentar do idoso:

 

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1258324 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para preparar 500mL de uma solução de concentração em massa de 8g/L, a massa correta a ser medida é

 

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1258123 Ano: 2019
Disciplina: Radiologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Com relação aos diferentes métodos de imagem, marque a alternativa correta.

 

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1258046 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Os religadores automáticos são dispositivos de proteção importantes para manter a continuidade do fornecimento de energia em redes de distribuição.

A UFSM pretende instalar em sua rede um religador eletrônico com as curvas de operação mostradas na figura a seguir. O religador será parametrizado com os ajustes apresentados na tabela a seguir.

Enunciado 1258046-1

Enunciado 1258046-2

Com base nessas informações, qual é o tempo total de eliminação de um curto-circuito de 2 kARMS do tipo permanente?

 

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1255357 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder à questão, leia o texto a seguir.

Enunciado 1255357-1

A UFSM lança, neste mês de junho, a campanha institucional “Transforma o lugar que te transforma”. Iniciativa do projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), a campanha é composta por materiais gráficos que orientam a comunidade universitária sobre o uso racional dos recursos, chamando a atenção para a responsabilidade de cada um na sustentabilidade da instituição.

A campanha foi elaborada pela Facos Agência e desdobrada por bolsistas de Comunicação Social e Desenho Industrial do UMA e do Laboratório de Relações Públicas (LARP). Os materiais elaborados trazem dados e orientações sobre o consumo de energia, água e copos plásticos, o uso correto do ar-condicionado, entre outros temas. As peças serão veiculadas no site institucional da UFSM e do UMA, em mídias sociais e murais das unidades universitárias. Os dados da campanha foram obtidos por meio de estudos realizados pelo UMA e pelo Grupo de Eficiência Energética e também de pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), de Minas Gerais, instituição referência em sustentabilidade e preservação do meio ambiente na América Latina.

Para a coordenadora pedagógica do LARP, professora Carlise Rudnicki, a campanha se apresenta como uma importante ferramenta de conscientização e estímulo ao debate, em que os diversos públicos da Universidade atentam a questões de interesse público e passam a fazer parte dos processos de forma mais crítica. “Temos pensado em ações a partir de estatísticas e informações que tangenciam o cotidiano e que demandam contemplação de todos nós. Sabemos da complexidade de entendermos que somos autores dos acontecimentos e que, a partir de cada um de nós, estudantes e servidores, será possível entender os processos e buscar soluções de forma coletiva”, avalia Carlise.

Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. Disponível em: https://www.ufsm.br/2018/06/19/campanha-institucional-busca-conscientizar-

estudantes-e-servidores-para-sustentabilidade-da-universidade-2/. Acesso em: 29 jul. 2019.(Adaptado)

Lendo o texto, encontram-se respostas para todas as perguntas sobre a iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria em foco na notícia, EXCETO

 

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1254168 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

O ódio na internet

Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?

Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém-chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.

Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.

As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.

Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todos. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.

Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.

De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.

Fonte: CORSO, Mário. O ódio na internet. Disponível em:
marioedianacorso.com/o_odio_na_internet. Acesso em: 13 jun. 2019.(Adaptado)

Coesa e coerentemente, pode-se introduzir a expressão linguística No entanto no início do período das linhas em destaque porque, entre a ideia que ele expressa e a ideia apresentada anteriormente sobre a escrita e o envio de um carta no passado, está implícita a relação de

 

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1254148 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

O ódio na internet

Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?

Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém-chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.

Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.

As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.

Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todos. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.

Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.

De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.

Fonte: CORSO, Mário. O ódio na internet. Disponível em:
marioedianacorso.com/o_odio_na_internet. Acesso em: 13 jun. 2019.(Adaptado)

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Com a expressão desgaste semântico, o autor indicia sua concordância com a designação de nazista para o praticante de atos violentos na vida cotidiana.

( ) Com a declaração Acredito na segunda hipótese, o autor revela sua crença na tese de que a própria internet permite a exacerbação de condutas já praticadas pelas pessoas.

( ) Com a sequência ainda escarramos no chão, o autor expressa, figuradamente, a opinião de que, no momento presente, as pessoas não demonstram comportamento social adequado para o ambiente digital.

A sequência correta é

 

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