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349761 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: UFT
Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I

Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana

Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.
I. Na frase, “Suas recomendações têm como base a constatação” (3.º parágrafo), há sujeito composto. II. Na frase, “Suas recomendações têm como base a constatação” (3.º parágrafo), o verbo „ter" está conjugado na 3.ª pessoa do plural, pois concorda com “suas recomendações”. III. Na frase, “Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana” (8.º parágrafo), não há sujeito (oração sem sujeito), pois se emprega o verbo “haver” no sentido de existir. IV. Na frase, “A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro” (12.º parágrafo), o sujeito da oração é “a mobilidade”.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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349760 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: UFT
Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I

Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana

Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.
I. “mas sim” (1.º parágrafo) pode ser substituído por “porém”, sem prejuízo ao entendimento do texto. II. “Além disso” (2.º parágrafo) pode ser substituído por “Ademais”, sem prejuízo ao entendimento do texto. III. “mas” (4.º parágrafo) é uma conjunção subordinativa, pois liga orações dependentes, estabelecendo relação entre elas. IV. “Segundo” (11.º parágrafo) é uma conjunção que inicia uma oração e exprime a conformidade de um pensamento com o da oração principal.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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349759 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: UFT

Leia a charge a seguir e responder a QUESTÃO.

enunciado 349759-1

A charge humorística promove uma discussão a respeito do uso adequado da linguagem por meio da colocação pronominal, EXCETO:

 

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349758 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: UFT

SEGURANÇA ALIMENTAR

Como e por que evitar o desperdício

Os brasileiros desperdiçam comida. Muita comida. Metade de tudo que é produzido. Estados Unidos, Europa, países ricos em geral, não ficam muito atrás. Nem os mais pobres. Na média mundial, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço dos alimentos se perde. A diferença é que, nos países pobres, o problema acontece no início da cadeia produtiva, por falta de tecnologia e dificuldades no armazenamento e no transporte. Já nos países ricos, a situação se agrava nos supermercados e na casa do consumidor, acostumado a comprar mais do que precisa. "O Brasil sofre nas duas pontas, porque tem tanto aspectos de países ricos quanto de países pobres. Daí a perda ser maior. Ocorre desde a colheita, passando pelo manuseio, transporte, central de abastecimento, indústria, supermercado e consumidor", detalha Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu - Pelo Consumo Consciente.

Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) contabilizam em 10% o desperdício das frutas e hortaliças ainda no campo e indicam que a maior perda está no transporte: 50%. Mas, se o alimento chega machucado, aí é motivo de mais descarte. No Brasil, 58% do lixo é de comida. "O planeta produz o suficiente para alimentar 12 bilhões de pessoas, mas quase 900 milhões vivem em insegurança alimentar - comem num dia e no outro não. Como acabar com isso? Reduzindo o desperdício", defende o presidente do Akatu. "Se metade do que é perdido deixasse de ser, teríamos o dobro de alimento nas gôndolas e o preço cairia. E mais pessoas teriam acesso."

Os números são eloquentes e escandalosos, embora fiquem camuflados por causa de velhos hábitos de consumo. Nacionalmente, fazem parte desse desperdício, por exemplo, um volume de talos e cascas que não são usados (e poderiam ser), folhas e frutas machucadas e sobras de pão, café, arroz e feijão.

Há uma gênese cultural para tanto. "O brasileiro sempre teve mesa farta pelo fato de viver num país tropical, onde tudo dá. E não está acostumado a aproveitar integralmente o alimento. Veja se em Portugal se jogam fora as vísceras do porco? Ou a cabeça do bacalhau?", protesta Carlos Dória, do Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, em São Paulo. O estudioso da alimentação se lembra dos peixes e caramujos desprezados no Ceagesp simplesmente por falta de mercado - a população não os considera comestíveis. "O chef Alex Atala fez um menu interessante com esse „refugo" e provou que o menosprezo é fruto de muito preconceito na cozinha", diz. Ou seja, dá para avançar mais em busca do equilíbrio dessa balança. O Instituto Akatu oferece até um incentivo econômico. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pesquisadores da ONG fizeram a seguinte conta: uma família média brasileira gasta 478 reais mensais para comprar comida. Se o desperdício de 20% de alimentos deixasse de existir em casa, 90 reais deixariam de ir para o ralo. Guardando esses 90 reais todos os meses, depois de 70 anos (expectativa média de vida) a família teria uma poupança de 1,1 milhão de reais.

"Precisamos planejar melhor o cardápio, só comprar o necessário, não nos deixar levar pelas ofertas, cozinhar integralmente os alimentos. E ter uma nutrição adequada. O sobrepeso é outra forma de desperdício", aponta Mattar. De acordo com o Ministério da Saúde, 50% da população nacional está acima do peso. Nos EUA, 70%.

Fonte: Kátia Stringueto. Bons Fluidos. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/como-evitar-desperdicio-seguranca-alimentar-bons-fluidos-752309.shtml?func=2 Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado)

De acordo com o texto, são considerados exemplos de desperdício, EXCETO:
 

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349757 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: UFT
Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I

Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana

Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Os elementos em destaque no texto: “integrar” (1.º parágrafo) e “um arcabouço jurídico e social” (2.º parágrafo) podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo ao sentido global do texto, EXCETO por:
 

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349896 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: UFT
Orgão: UFT
Acerca dos conceitos dos Navegadores para acesso à internet, é CORRETO afirmar que:
Questão Anulada

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349857 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UFT
Orgão: UFT
De acordo com a Lei 12.319, de 1º de setembro de 2010, que regulamenta a profissão do Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais, é CORRETO afirmar que:
Questão Anulada

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349836 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFT
Orgão: UFT
Em relação à redação de documentos oficiais, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, é correto afirmar, EXCETO:
Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
349772 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFT
Orgão: UFT
Quanto à carreira do Magistério Superior, estabelecido na Lei n° 12.772/2012 (Lei do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal), assinale a alternativa INCORRETA.
Questão Anulada

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