Foram encontradas 60 questões.
A questão 10 deve ser respondida com base nos textos 1 e 2.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
Texto 2


Disponível em:< http://repensarampliar.blogspot.com.br>. Acesso em: 07 maio 2014.
No confronto entre os textos 1 e 2 , observa-se que
I. o texto 2 confirma a perspectiva consumista apresentada no texto 1.
II. o texto 2 sintetiza a temática presente no texto 1.
III. o texto 2 extrapola a visão crítica apresentada no texto 1.
Está(ão) CORRETA(s) a(s) afirmativa(s)
Provas
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Oral e Escrita
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 2 para responder às questões de 7 a 9.
Texto 2


Disponível em:< http://repensarampliar.blogspot.com.br>. Acesso em: 07 maio 2014.
O diálogo do primeiro quadrinho apresenta traços de oralidade porque nele
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 2 para responder às questões de 7 a 9.
Texto 2


Disponível em:< http://repensarampliar.blogspot.com.br>. Acesso em: 07 maio 2014.
No último quadrinho, a fala da personagem apresenta uma falácia comum no discurso publicitário e é representada por meio de um raciocínio
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 2 para responder às questões de 7 a 9.
Texto 2


Disponível em:< http://repensarampliar.blogspot.com.br>. Acesso em: 07 maio 2014.
No último quadrinho da tira, a fala da personagem evidencia
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
Leia este trecho:
Por toda a parte, exibem-se as felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas promessas de felicidade individual.
As construções morfossintáticas ‘exibem-se’ e ‘tudo se vende’ caracterizam casos de uso da palavra SE como
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
São vocábulos empregados no texto que se associam semanticamente à palavra disciplina (linha 12), EXCETO:
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
São ideias que se associam ao título do texto, EXCETO:
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
No trecho:
Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em si, preocupações quotidianas de massa. (linhas 4 a 6),
as aspas foram utilizadas para
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
Leia este trecho:
Desenvolve-se toda uma cultura que nos convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia [...] (linhas 6 a 8).
Assinale a alternativa em que o termo apresentado NÃO pode substituir a palavra em destaque, por alterar o sentido do trecho:
Provas
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Texto 1
O Hedonismo no consumo
A sociedade do objeto apresenta-se como civilização do desejo, prestando culto ao
bem-estar material e aos prazeres imediatos. Por toda a parte, exibem-se as
felicidades do consumo, ressoam os hinos ao lazer e às férias, tudo se vende nas
promessas de felicidade individual. Viver melhor, “gozar a vida”, usufruir do conforto e
05 das novidades comercializadas são reclamados como direitos do indivíduo, fins em
si, preocupações quotidianas de massa. Desenvolve-se toda uma cultura que nos
convida a provar dos prazeres do momento, a alcançar a felicidade aqui e agora, a
vivermos para nós próprios; uma cultura que já não prescreve a renúncia, que faz
cintilar em letras de néon o novo Evangelho: “Comprai, gozai, essa é a verdade”.
10 Assim se rege a sociedade de consumo, cuja ambição proclamada é a de libertar o
princípio do prazer, arrancar o homem a todo o passado de carência, inibição e
ascetismo. As imposições de disciplina e rigor dão lugar à solicitação dos desejos
materiais, à celebração do lazer e do consumo, ao encantamento perpétuo das
felicidades privadas.
LIPOVETSKY, Gilles. “O hedonismo no consumo”._In: A Felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70, 2010. p. 87. [Fragmento].
De acordo com Othon Moacir Garcia, “o parágrafo padrão é uma unidade de composição constituída por um ou mais de um período, em que se desenvolve determinada ideia central ou nuclear, a que se agregam outras secundárias, intimamente relacionadas pelo sentido e logicamente decorrentes dela” (2010, p.219).
Considerando esse conceito, identifique a ideia central do texto 1.
Provas
Caderno Container