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Os 20 milhões de itens expostos ao público, objetos de pesquisa e testemunhas à mão da memória e da História do Brasil, ainda ardiam no incêndio que devastou o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, por não haver água nos hidrantes do prédio, e vários oportunistas já vinham à tona para se aproveitarem da tragédia.
O esqueleto de Luzia, a mulher mais antiga do continente, resistente a 12 mil anos de intempéries, era apenas uma imagem virtual quando os repórteres dos telejornais, enfrentando a desinformação absoluta com a necessidade de falar alguma coisa, noticiaram que a polícia terá de descobrir e revelar se o incêndio foi acidental ou criminoso. Truísmo é pouco para definir essa platitude. Minhas senhoras, meus senhores, o que se assistiu na noite de domingo passado foi ao assassinato sem piedade de milhares de anos da História do País e da humanidade pelas castas que dilapidam há séculos o patrimônio público. A documentação do registro da passagem do mamífero bípede, impropriamente definido como racional, e da identidade nacional de uma pretensa civilização, instalada nestes tristes trópicos em substituição à barbárie dos silvícolas, anterior a ela, virou cinzas molhadas pelos jatos impotentes de uma escada de bombeiros jorrando água suficiente para apagar uma fogueira junina, se muito.
NÊUMANNE, José. Incêndio do Museu Nacional foi um crime.
O Estado de S. Paulo, 05 de set. 2018. Disponível em: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,incendio-do-museu-nacional-foi-um-crime,70002488267. Acesso em 05 set. 2018
No trecho “Os 20 milhões de itens expostos ao público, objetos de pesquisa e testemunhas à mão da memória e da História do Brasil, ainda ardiam no incêndio que devastou o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, por não haver água nos hidrantes do prédio [...].”, a passagem destacada pode ser reescrita, sem prejuízo de sentido, por
 

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No Brasil, a Polícia Federal estima que cerca de 500 venezuelanos entrem diariamente pela fronteira. Porém, o movimento está menor do que em janeiro, quando até 1.200 pessoas fugiam todos os dias da crise no país vizinho. No primeiro semestre deste ano, 56.740 venezuelanos procuraram legalizar sua situação no Brasil quando solicitaram refúgio ou visto de residência temporária.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2018/08/19/aumento-restricoes-imigracao venezuelanos.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=noticias&cmpid=copiaecola. Acesso em 19 ago. 2018.Adapatado.
O tempo verbal expressa o momento em que um fato acontece. A partir dessa consideração e dos termos destacados no trecho, assinale a alternativa cujo tempo verbal expressa um fato incerto no presente.
 

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Enunciado 3536341-1
WATTERSON, Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo,
21 jan.2018. Disponível em: http://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. Acesso em 10 ago. 2018.
Com base na tirinha, é correto afirmar que a criação de novas palavras
 

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A maioria dos migrantes longe do país natal há algum tempo sabe como é ficar um pouco enferrujado na sua língua de origem. O processo parece óbvio: quanto mais tempo se está fora, mais dificuldade se enfrenta. Mas isso não é tão preto no branco.
Na verdade, a ciência que explica por que, quando e como perdemos nossa língua, é complexa e frequentemente contraintuitiva. O período fora nem sempre importa. Já socializar com outros falantes de nossa língua materna no exterior pode piorar a habilidade com esse idioma. E fatores emocionais, como trauma, podem ser o principal motivo (...).
Schmid pesquisa o atrito de linguagem, um crescente campo de estudo que investiga o que nos leva a esquecer a língua materna. Na infância, o fenômeno é relativamente fácil de explicar, já que o cérebro nessa fase é mais flexível e adaptável. Até por volta dos 12 anos, a habilidade linguística é mais suscetível a mudanças. Estudos com pessoas adotadas por estrangeiros mostram que crianças com até 9 anos podem esquecer completamente a primeira língua quando retiradas de seu país de origem.
Mas, em adultos, é pouco provável que a língua nativa desapareça completamente, exceto em circunstâncias extremas. Por exemplo, Schmid entrevistou judeus alemães idosos que se refugiaram da Segunda Guerra Mundial no Reino Unido e nos Estados Unidos. O que mais influenciou suas habilidades linguísticas não foi quanto tempo eles passaram no exterior ou a idade com que deixaram seu país, mas sim a intensidade do trauma como vítimas da perseguição nazista (...).
Mas a fluência na língua materna também está fortemente relacionada a como gerenciamos diferentes idiomas no cérebro. "A diferença fundamental entre o cérebro do monolíngue e do bilíngue é que, quando você se torna bilíngue, você tem que criar algum tipo de módulo de controle para poder fazer a troca", diz Schmid (...).
Trocar de língua não é, obviamente, o mesmo que esquecer. Mas Schmid argumenta que, com o passar do tempo, esse vai e vem informal pode dificultar a permanência do cérebro em uma única linha linguística quando necessário: "Você se vê numa acelerada espiral de mudança de língua".
Sophie Hardach. Texto disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/como-traumas-e-conviver-com-compatriotas-podem-nos-fazer-esquecer-a-lingua-materna-no-exterior,e4da1d6c4dac5a5a056dde6d15e9d949r5eql1k8.html. Acesso em 05 ago. 2018.
Com base no texto, NÃO é possível afirmar que
 

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Há quem se insatisfaça com a interferência estatal na vida privada, que não se resume ao caso das crianças e dos adolescentes e à limitação dos direitos decorrentes do poder familiar, mas isso existe em diversas outras normas legais no nosso sistema jurídico, sem que haja qualquer irregularidade nisso.
Outrossim, há que se considerar a possível aplicação do artigo 268 do Código Penal, já que as vacinas para o público infanto-juvenil estão inseridas no Programa Nacional de Imunizações. Afora as considerações legais, há que se levar em conta as consequências fáticas da negativa injustificada, ou seja, aquela que não é motivada por critérios médicos.
Inglacir Delavedova. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
opiniao/2018/08/pais-que-nao-vacinam-os-filhos-devem-ser-multados-sim.shtml. Acesso em 4 ago.2018.
O termo em destaque, “outrossim”, relaciona os dois parágrafos,
 

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2298619 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFU
Orgão: UFU
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A elevação dos níveis de ácido úrico tem sido encontrada em pacientes com doença renal crônica, doença coronariana e insuficiência cardíaca. Em relação aos níveis de ácido úrico e à hipertensão, assinale a alternativa correta.
 

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2298618 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Em relação à HAS, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2298616 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFU
Orgão: UFU
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O cálculo do Kt/V é o método preferido para se avaliar a dose da diálise. Baseando-se nesse cálculo, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2298615 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Em relação ao controle renal do equilíbrio ácido-básico, assinale a alternativa correta.
 

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2298614 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Paciente feminina de 25 anos de idade, doença renal crônica terminal por lúpus, realiza HD três vezes por semana há cinco anos. Após período de amenorreia e de ganho ponderal, realiza Beta-HCG com resultado positivo. A USG transvaginal evidencia que a paciente está grávida de aproximadamente 12 semanas. Com relação à gravidez em paciente com insuficiência renal crônica em programa de diálise, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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