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CONTRA OS GARRANCHOS

Cursos de caligrafia atraem alunos que, apesar dos computadores, querem reaprender a letra cursiva

por Thiago Alves

Numa época em que os manuscritos andam cada vez mais raros, em que quase tudo é digitado num teclado de computador ou na tela de um smartphone, ainda existem pessoas interessadas em caligrafia, a arte milenar da escrita a mão. Nas escolas especializadas ou em aulas particulares, alunos repetem exaustivamente o abecedário em letra cursiva até alcançar uma estética primorosa. "As pessoas esqueceram como se escreve, temos de reensiná-Ias", diz Kátia Xanchão, instrutora de caligrafia do Senac Minas, especialista nos estilos inglês e bordado holandês. Carioca que se mudou para Belo Horizonte há 26 anos, Kátia até tentou não seguir os passos de calígrafa da mãe. Chegou a formar-se em administração de empresas, mas só trabalhou na área por um curto período. "Não gostei da profissão e resolvi cursar caligrafia", conta. Há doze anos, ela começou a dar aulas particulares e não parou mais. Assim que conseguiu uma boa clientela, largou de vez a antiga profissão. "Tenho uma boa rentabilidade e ainda faço o que amo." Adolescentes com garranchos ininteligíveis, vestibulandos e interessados em prestar concurso público são frequentes em sua sala de aula.

A restauradora Nathália Falagán, de 25 anos, é um exemplo dessa geração que praticamente abandonou a escrita a mão e procura, no curso de caligrafia, melhorar a própria letra. "Uso o computador ou o celular para me comunicar, praticamente não escrevo no papel", admite. A falta de prática com a caneta fez sua letra ficar quase ilegível, a ponto de deixar a moça constrangida nas primeiras aulas da faculdade de letras, que iniciou neste mês. "Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita", afirma. O servidor estadual Geraldo Magela de Almeida, de 48 anos, se matriculou no começo de fevereiro. "Em apenas um mês de aulas, minha letra já está muito mais bonita." Pai de um rapaz que se prepara para prestar concurso público, Almeida recomendou as aulas de caligrafia ao filho. "A letra dele é horrível, e isso pode prejudicá-Io na prova."

Apaixonada pela escrita desde os tempos em que trabalhava como alfabetizadora, a educadora aposentada Marina Miranda não tem letra feia, mas voltou à escola como aprendiz em busca de uma terapia. "A caligrafia me deixa mais calma e ajuda a me concentrar", garante. A aposentada não descarta a possibilidade de trabalhar como calígrafa e complementar a renda sobrescritando convites de casamento e formatura. "É um bom passatempo para não ficar parada", diz ela.

A Associação de Calígrafos de Belo Horizonte estima que cerca de 2000 pessoas exerçam o ofício na cidade. Entre esses profissionais, um dos mais famosos é Silvio Antônio de Sousa, de 73 anos, que há mais de duas décadas ensina a técnica em seu escritório na Rua São Paulo, no Centro. Autor de dois livros sobre o assunto, o professor só dá aulas particulares. Para a primeira lição, não é preciso papel nem caneta. O que Sousa explica, antes de qualquer coisa, é como sentar-se corretamente à mesa. "Os meninos de hoje sentam-se na ponta da cadeira, com a coluna toda curvada. Não dá para escrever direito assim." Com sua mão sobre a do discípulo, ele mostra pacientemente como desenhar cada letra nas folhas pautadas. "Não existe caso incorrigível", assegura. Segundo o mestre dos calígrafos, bastam dez horas de aula para qualquer um sair de lá escrevendo bonito.

(ALVES, Thiago. Contra os garranchos. Revista Veja BH. Ano 46, n. 12, 20 mar. 2013, p. 33-34.)

“ 'Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita' "afirma.” (§ 2)

Na passagem acima, a conjunção “se” foi utilizada com a intenção de:

 

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CONTRA OS GARRANCHOS

Cursos de caligrafia atraem alunos que, apesar dos computadores, querem reaprender a letra cursivaA

por Thiago Alves

Numa época em que os manuscritos andam cada vez mais raros, em que quase tudo é digitado num teclado de computador ou na tela de um smartphone, ainda existem pessoas interessadas em caligrafia, a arte milenar da escrita a mão. Nas escolas especializadas ou em aulas particulares, alunos repetem exaustivamente o abecedário em letra cursiva até alcançar uma estética primorosa. "As pessoas esqueceram como se escreve, temos de reensiná-Ias", diz Kátia Xanchão, instrutora de caligrafia do Senac Minas, especialista nos estilos inglês e bordado holandês. Carioca que se mudou para Belo Horizonte há 26 anos, Kátia até tentou não seguir os passos de calígrafa da mãe. Chegou a formar-se em administração de empresas, mas só trabalhou na área por um curto período. "Não gostei da profissão e resolvi cursar caligrafia", conta. Há doze anos, ela começou a dar aulas particulares e não parou mais. Assim que conseguiu uma boa clientela, largou de vez a antiga profissão. "Tenho uma boa rentabilidade e ainda faço o que amo." Adolescentes com garranchos ininteligíveis, vestibulandos e interessados em prestar concurso público são frequentes em sua sala de aula.

A restauradora Nathália Falagán, de 25 anos, é um exemplo dessa geração que praticamente abandonou a escrita a mão e procura, no curso de caligrafia, melhorar a própria letra. "Uso o computador ou o celular para me comunicar, praticamente não escrevo no papel", admite. A falta de prática com a caneta fez sua letra ficar quase ilegível, a ponto de deixar a moça constrangida nas primeiras aulas da faculdade de letras, que iniciou neste mês. "Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita", afirma. O servidor estadual Geraldo Magela de Almeida, de 48 anos, se matriculou no começo de fevereiro. "Em apenas um mês de aulas, minha letra já está muito mais bonita." Pai de um rapaz que se prepara para prestar concurso público, Almeida recomendou as aulas de caligrafia ao filho. "A letra dele é horrível, e isso pode prejudicá-Io na prova."

Apaixonada pela escrita desde os tempos em que trabalhava como alfabetizadora, a educadora aposentada Marina Miranda não tem letra feia, mas voltou à escola como aprendiz em busca de uma terapia. "A caligrafia me deixa mais calma e ajuda a me concentrar", garante. A aposentada não descarta a possibilidade de trabalhar como calígrafa e complementar a renda sobrescritando convites de casamento e formatura. "É um bom passatempo para não ficar parada", diz ela.

A Associação de Calígrafos de Belo Horizonte estima que cerca de 2000 pessoas exerçam o ofício na cidade. Entre esses profissionais, um dos mais famosos é Silvio Antônio de Sousa, de 73 anos, que há mais de duas décadas ensina a técnica em seu escritório na Rua São Paulo, no Centro. Autor de dois livros sobre o assunto, o professor só dá aulas particulares. Para a primeira lição, não é preciso papel nem caneta. O que Sousa explica, antes de qualquer coisa, é como sentar-se corretamente à mesa. "Os meninos de hoje sentam-se na ponta da cadeira, com a coluna toda curvada. Não dá para escrever direito assim." Com sua mão sobre a do discípulo, ele mostra pacientemente como desenhar cada letra nas folhas pautadas. "Não existe caso incorrigível", assegura. Segundo o mestre dos calígrafos, bastam dez horas de aula para qualquer um sair de lá escrevendo bonito.

(ALVES, Thiago. Contra os garranchos. Revista Veja BH. Ano 46, n. 12, 20 mar. 2013, p. 33-34.)

Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual é evidenciada a proposta do texto “Contra os garranchos”:

 

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Cursos de caligrafia atraem alunos que, apesar dos computadores, querem reaprender a letra cursiva

por Thiago Alves

Numa época em que os manuscritos andam cada vez mais raros, em que quase tudo é digitado num teclado de computador ou na tela de um smartphone, ainda existem pessoas interessadas em caligrafia, a arte milenar da escrita a mão. Nas escolas especializadas ou em aulas particulares, alunos repetem exaustivamente o abecedário em letra cursiva até alcançar uma estética primorosa. "As pessoas esqueceram como se escreve, temos de reensiná-Ias", diz Kátia Xanchão, instrutora de caligrafia do Senac Minas, especialista nos estilos inglês e bordado holandês. Carioca que se mudou para Belo Horizonte há 26 anos, Kátia até tentou não seguir os passos de calígrafa da mãe. Chegou a formar-se em administração de empresas, mas só trabalhou na área por um curto período. "Não gostei da profissão e resolvi cursar caligrafia", conta. Há doze anos, ela começou a dar aulas particulares e não parou mais. Assim que conseguiu uma boa clientela, largou de vez a antiga profissão. "Tenho uma boa rentabilidade e ainda faço o que amo." Adolescentes com garranchos ininteligíveis, vestibulandos e interessados em prestar concurso público são frequentes em sua sala de aula.

A restauradora Nathália Falagán, de 25 anos, é um exemplo dessa geração que praticamente abandonou a escrita a mão e procura, no curso de caligrafia, melhorar a própria letra. "Uso o computador ou o celular para me comunicar, praticamente não escrevo no papel", admite. A falta de prática com a caneta fez sua letra ficar quase ilegível, a ponto de deixar a moça constrangida nas primeiras aulas da faculdade de letras, que iniciou neste mês. "Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita", afirma. O servidor estadual Geraldo Magela de Almeida, de 48 anos, se matriculou no começo de fevereiro. "Em apenas um mês de aulas, minha letra já está muito mais bonita." Pai de um rapaz que se prepara para prestar concurso público, Almeida recomendou as aulas de caligrafia ao filho. "A letra dele é horrível, e isso pode prejudicá-Io na prova."

Apaixonada pela escrita desde os tempos em que trabalhava como alfabetizadora, a educadora aposentada Marina Miranda não tem letra feia, mas voltou à escola como aprendiz em busca de uma terapia. "A caligrafia me deixa mais calma e ajuda a me concentrar", garante. A aposentada não descarta a possibilidade de trabalhar como calígrafa e complementar a renda sobrescritando convites de casamento e formatura. "É um bom passatempo para não ficar parada", diz ela.

A Associação de Calígrafos de Belo Horizonte estima que cerca de 2000 pessoas exerçam o ofício na cidade. Entre esses profissionais, um dos mais famosos é Silvio Antônio de Sousa, de 73 anos, que há mais de duas décadas ensina a técnica em seu escritório na Rua São Paulo, no Centro. Autor de dois livros sobre o assunto, o professor só dá aulas particulares. Para a primeira lição, não é preciso papel nem caneta. O que Sousa explica, antes de qualquer coisa, é como sentar-se corretamente à mesa. "Os meninos de hoje sentam-se na ponta da cadeira, com a coluna toda curvada. Não dá para escrever direito assim." Com sua mão sobre a do discípulo, ele mostra pacientemente como desenhar cada letra nas folhas pautadas. "Não existe caso incorrigível", assegura. Segundo o mestre dos calígrafos, bastam dez horas de aula para qualquer um sair de lá escrevendo bonito.

(ALVES, Thiago. Contra os garranchos. Revista Veja BH. Ano 46, n. 12, 20 mar. 2013, p. 33-34.)

De acordo com o texto, caligrafia é a arte milenar da escrita a mão. Assinale a afirmativa que apresenta CORRETAMENTE em que consiste o aperfeiçoamento dessa arte:

 

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A restauradora Nathália Falagán, de 25 anos, é um exemplo dessa geração que praticamente abandonou a escrita a mão e procura, no curso de caligrafia, melhorar a própria letra. "Uso o computador ou o celular para me comunicar, praticamente não escrevo no papel", admite. A falta de prática com a caneta fez sua letra ficar quase ilegível, a ponto de deixar a moça constrangida nas primeiras aulas da faculdade de letras, que iniciou neste mês. "Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita", afirma. O servidor estadual Geraldo Magela de Almeida, de 48 anos, se matriculou no começo de fevereiro. "Em apenas um mês de aulas, minha letra já está muito mais bonita." Pai de um rapaz que se prepara para prestar concurso público, Almeida recomendou as aulas de caligrafia ao filho. "A letra dele é horrível, e isso pode prejudicá-Io na prova."

Apaixonada pela escrita desde os tempos em que trabalhava como alfabetizadora, a educadora aposentada Marina Miranda não tem letra feia, mas voltou à escola como aprendiz em busca de uma terapia. "A caligrafia me deixa mais calma e ajuda a me concentrar", garante. A aposentada não descarta a possibilidade de trabalhar como calígrafa e complementar a renda sobrescritando convites de casamento e formatura. "É um bom passatempo para não ficar parada", diz ela.

A Associação de Calígrafos de Belo Horizonte estima que cerca de 2000 pessoas exerçam o ofício na cidade. Entre esses profissionais, um dos mais famosos é Silvio Antônio de Sousa, de 73 anos, que há mais de duas décadas ensina a técnica em seu escritório na Rua São Paulo, no Centro. Autor de dois livros sobre o assunto, o professor só dá aulas particulares. Para a primeira lição, não é preciso papel nem caneta. O que Sousa explica, antes de qualquer coisa, é como sentar-se corretamente à mesa. "Os meninos de hoje sentam-se na ponta da cadeira, com a coluna toda curvada. Não dá para escrever direito assim." Com sua mão sobre a do discípulo, ele mostra pacientemente como desenhar cada letra nas folhas pautadas. "Não existe caso incorrigível", assegura. Segundo o mestre dos calígrafos, bastam dez horas de aula para qualquer um sair de lá escrevendo bonito.

(ALVES, Thiago. Contra os garranchos. Revista Veja BH. Ano 46, n. 12, 20 mar. 2013, p. 33-34.)

Considerando as informações apresentadas no texto, analise as afirmativas abaixo:

I. Nos cursos de caligrafia, observa-se com frequência adolescentes com letra ilegível e pessoas interessadas em prestar exames e concursos públicos.

II. O uso intensivo do computador faz com que as pessoas procurem os cursos de caligrafia para se tornarem revisores, já que devem reaprender a utilizar a língua.

III. As pessoas reaprendem a escrever em letra cursiva nos cursos de caligrafia oferecidos por vários profissionais que atuam nessa área.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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Numa época em que os manuscritos andam cada vez mais raros, em que quase tudo é digitado num teclado de computador ou na tela de um smartphone, ainda existem pessoas interessadas em caligrafia, a arte milenar da escrita a mão. Nas escolas especializadas ou em aulas particulares, alunos repetem exaustivamente o abecedário em letra cursiva até alcançar uma estética primorosa. "As pessoas esqueceram como se escreve, temos de reensiná-Ias", diz Kátia Xanchão, instrutora de caligrafia do Senac Minas, especialista nos estilos inglês e bordado holandês. Carioca que se mudou para Belo Horizonte há 26 anos, Kátia até tentou não seguir os passos de calígrafa da mãe. Chegou a formar-se em administração de empresas, mas só trabalhou na área por um curto período. "Não gostei da profissão e resolvi cursar caligrafia", conta. Há doze anos, ela começou a dar aulas particulares e não parou mais. Assim que conseguiu uma boa clientela, largou de vez a antiga profissão. "Tenho uma boa rentabilidade e ainda faço o que amo." Adolescentes com garranchos ininteligíveis, vestibulandos e interessados em prestar concurso público são frequentes em sua sala de aula.

A restauradora Nathália Falagán, de 25 anos, é um exemplo dessa geração que praticamente abandonou a escrita a mão e procura, no curso de caligrafia, melhorar a própria letra. "Uso o computador ou o celular para me comunicar, praticamente não escrevo no papel", admite. A falta de prática com a caneta fez sua letra ficar quase ilegível, a ponto de deixar a moça constrangida nas primeiras aulas da faculdade de letras, que iniciou neste mês. "Se um dia vier a ser professora, terei pelo menos de ter letra bonita", afirma. O servidor estadual Geraldo Magela de Almeida, de 48 anos, se matriculou no começo de fevereiro. "Em apenas um mês de aulas, minha letra já está muito mais bonita." Pai de um rapaz que se prepara para prestar concurso público, Almeida recomendou as aulas de caligrafia ao filho. "A letra dele é horrível, e isso pode prejudicá-Io na prova."

Apaixonada pela escrita desde os tempos em que trabalhava como alfabetizadora, a educadora aposentada Marina Miranda não tem letra feia, mas voltou à escola como aprendiz em busca de uma terapia. "A caligrafia me deixa mais calma e ajuda a me concentrar", garante. A aposentada não descarta a possibilidade de trabalhar como calígrafa e complementar a renda sobrescritando convites de casamento e formatura. "É um bom passatempo para não ficar parada", diz ela.

A Associação de Calígrafos de Belo Horizonte estima que cerca de 2000 pessoas exerçam o ofício na cidade. Entre esses profissionais, um dos mais famosos é Silvio Antônio de Sousa, de 73 anos, que há mais de duas décadas ensina a técnica em seu escritório na Rua São Paulo, no Centro. Autor de dois livros sobre o assunto, o professor só dá aulas particulares. Para a primeira lição, não é preciso papel nem caneta. O que Sousa explica, antes de qualquer coisa, é como sentar-se corretamente à mesa. "Os meninos de hoje sentam-se na ponta da cadeira, com a coluna toda curvada. Não dá para escrever direito assim." Com sua mão sobre a do discípulo, ele mostra pacientemente como desenhar cada letra nas folhas pautadas. "Não existe caso incorrigível", assegura. Segundo o mestre dos calígrafos, bastam dez horas de aula para qualquer um sair de lá escrevendo bonito.

(ALVES, Thiago. Contra os garranchos. Revista Veja BH. Ano 46, n. 12, 20 mar. 2013, p. 33-34.)

O objetivo comunicativo do texto é:

 

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