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O gráfico acima mostra, em função do tempo t, as respostas de dois indivíduos, um fenilcetonúrico e outro saudável ou com relação a essa doença, relativamente à concentração plasmática de tirosina, em mg/L, após a ingestão de 5 g de d-L-fenilalanina (C9H11O2N), durante um período de 4 horas de exames. A curva que representa a resposta do indivíduo saudável é o gráfico da função F(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} log_4 (16t+4), se 0 \le t \le T \\ -log_4 \left ( \dfrac{t}{42} \right ), se T \le t \le 4 \end{cases} \)
em que 1 < T < 2. A curva que representa a resposta do indivíduo fenilcetonúrico é o gráfico da função G(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} 0,2t^2 - 0,4t+1, se 0 \le t \le T \\ -0,03t^2 + 0,11t+0,9, se 2 \le t \le 4. \end{cases} \)
Com base nas informações do texto acima, julgue os itens que se seguem.
A função y = F(t), para T < t < 4, é injetiva e, nesse caso, a sua função inversa é expressa por t(y) = 42x4-y
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O gráfico acima mostra, em função do tempo t, as respostas de dois indivíduos, um fenilcetonúrico e outro saudável ou com relação a essa doença, relativamente à concentração plasmática de tirosina, em mg/L, após a ingestão de 5 g de d-L-fenilalanina (C9H11O2N), durante um período de 4 horas de exames. A curva que representa a resposta do indivíduo saudável é o gráfico da função F(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} log_4 (16t+4), se 0 \le t \le T \\ -log_4 \left ( \dfrac{t}{42} \right ), se T \le t \le 4 \end{cases} \)
em que 1 < T < 2. A curva que representa a resposta do indivíduo fenilcetonúrico é o gráfico da função G(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} 0,2t^2 - 0,4t+1, se 0 \le t \le T \\ -0,03t^2 + 0,11t+0,9, se 2 \le t \le 4. \end{cases} \)
Com base nas informações do texto acima, julgue os itens que se seguem.
O valor de T é superior a 1,6 h.
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O gráfico acima mostra, em função do tempo t, as respostas de dois indivíduos, um fenilcetonúrico e outro saudável ou com relação a essa doença, relativamente à concentração plasmática de tirosina, em mg/L, após a ingestão de 5 g de d-L-fenilalanina (C9H11O2N), durante um período de 4 horas de exames. A curva que representa a resposta do indivíduo saudável é o gráfico da função F(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} log_4 (16t+4), se 0 \le t \le T \\ -log_4 \left ( \dfrac{t}{42} \right ), se T \le t \le 4 \end{cases} \)
em que 1 < T < 2. A curva que representa a resposta do indivíduo fenilcetonúrico é o gráfico da função G(t) definida por \( G(t)=\begin{cases} 0,2t^2 - 0,4t+1, se 0 \le t \le T \\ -0,03t^2 + 0,11t+0,9, se 2 \le t \le 4. \end{cases} \)
Com base nas informações do texto acima, julgue os itens que se seguem.
É inferior a 2 mg/L a quantidade de tirosina plasmática no indivíduo saudável, exatamente após 1 hora da ingestão de 5 g de d-L-fenilalanina.
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O gráfico acima mostra, em função do tempo t, as respostas de dois indivíduos, um fenilcetonúrico e outro saudável ou com relação a essa doença, relativamente à concentração plasmática de tirosina, em mg/L, após a ingestão de 5 g de d-L-fenilalanina (C9H11O2N), durante um período de 4 horas de exames. A curva que representa a resposta do indivíduo saudável é o gráfico da função F(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} log_4 (16t+4), se 0 \le t \le T \\ -log_4 \left ( \dfrac{t}{42} \right ), se T \le t \le 4 \end{cases} \)
em que 1 < T < 2. A curva que representa a resposta do indivíduo fenilcetonúrico é o gráfico da função G(t) definida por \( F(t)=\begin{cases} 0,2t^2 - 0,4t+1, se 0 \le t \le T \\ -0,03t^2 + 0,11t+0,9, se 2 \le t \le 4. \end{cases} \)
Com base nas informações do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Em um indivíduo saudável, a queda da tirosina a partir do instante T pode estar associada à conversão desse aminoácido em adrenalina, melanina ou tirosina.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
A desaminação da fenilalanina produz ácido feniletanóico.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
O ácido feniloláctico é isômero de função do ácido fenilpirúvico.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
A nomenclatura para o ácido feniloláctico é ácido fenil-2- hidroxietanóico.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
A descamação da pele, comum em indivíduos fenilcetonúricos, envolve a perda de células pobres em queratina.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
Os ácidos resultantes da via metabólica alternativa da fenilalanina mostrada acima, assim como o NH3(aq), são compostos muitos tóxicos ao organismo humano e, por isso, são excretados na urina sem sofrerem transformações no organismo.
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O esquema acima ilustra uma via alternativa do metabolismo da fenilalanina em indivíduos.
A excreção urinária dos ácidos fenilpirúvico e fenilacético é indicativo de deficiência mental, sem dúvida, a conseqüência mais grave da fenilcetonúria. Porém o aparecimento de descamação da pele e a tendência a hipopigmentação também são comuns em indivíduos fenilcetonúricos.
Acerca desse tema e considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.
Em geral, bebês que não produzem a enzima fenilalanina hidroxilase não apresentam, ao nascimento, concentrações plasmáticas de fenilalanina, pois a mãe depura a fenilalanina antes que esta chegue ao feto por meio da placenta.
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