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A estratégia de desenvolvimento da China tem sido embasada na expansão de seu mercado doméstico e no crédito interno. A indústria doméstica tem papel relevante no crescimento global da economia. A exportação de produtos industrializados garante a geração de divisas, o que mantém o ritmo da modernização. Nesse sentido, a política de abertura desse país, mediante a atração de investimentos diretos estrangeiros, resultou em um padrão de inserção internacional bastante diferenciado em relação à maioria dos países em desenvolvimento. A estabilidade cambial obtida com a formação de reservas em dólar foi pedra angular dessa estratégia, além de reafirmar a liderança da China na Ásia.
Luciana Acioly. O iuane e a inserção externa da China. In: Desafios, set./2005, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima, que realça os atuais mecanismos utilizados pela China para a ampliação de sua riqueza nacional, julgue os itens subseqüentes.
A urbanização é um dos fenômenos sociais que foram influenciados pelo atual processo de modernização vivido pela China.
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A estratégia de desenvolvimento da China tem sido embasada na expansão de seu mercado doméstico e no crédito interno. A indústria doméstica tem papel relevante no crescimento global da economia. A exportação de produtos industrializados garante a geração de divisas, o que mantém o ritmo da modernização. Nesse sentido, a política de abertura desse país, mediante a atração de investimentos diretos estrangeiros, resultou em um padrão de inserção internacional bastante diferenciado em relação à maioria dos países em desenvolvimentoE. A estabilidade cambial obtida com a formação de reservas em dólar foi pedra angular dessa estratégia, além de reafirmar a liderança da China na Ásia.
Luciana Acioly. O iuane e a inserção externa da China. In: Desafios, set./2005, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima, que realça os atuais mecanismos utilizados pela China para a ampliação de sua riqueza nacional, julgue os itens subseqüentes.
O segmento “em um padrão de inserção internacional bastante diferenciado em relação à maioria dos países em desenvolvimento” (l.8-10) justifica-se pelo fato de a economia da China fundamentar-se unicamente na produção e na exportação de produtos tecnologicamente sofisticados.
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A estratégia de desenvolvimento da China tem sido embasada na expansão de seu mercado doméstico e no crédito interno. A indústria doméstica tem papel relevante no crescimento global da economia. A exportação de produtos industrializados garante a geração de divisas, o que mantém o ritmo da modernização. Nesse sentido, a política de abertura desse país, mediante a atração de investimentos diretos estrangeiros, resultou em um padrão de inserção internacional bastante diferenciado em relação à maioria dos países em desenvolvimento. A estabilidade cambial obtida com a formação de reservas em dólar foi pedra angular dessa estratégia, além de reafirmar a liderança da China na Ásia.
Luciana Acioly. O iuane e a inserção externa da China. In: Desafios, set./2005, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima, que realça os atuais mecanismos utilizados pela China para a ampliação de sua riqueza nacional, julgue os itens subseqüentes.
O recente desenvolvimento econômico da China fundamentou-se em uma crescente abertura econômica e política, com a entrada de capitais estrangeiros e o desmantelamento do poder do partido comunista.
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A estratégia de desenvolvimento da China tem sido embasada na expansão de seu mercado doméstico e no crédito interno. A indústria doméstica tem papel relevante no crescimento global da economia. A exportação de produtos industrializados garante a geração de divisas, o que mantém o ritmo da modernização. Nesse sentido, a política de abertura desse país, mediante a atração de investimentos diretos estrangeiros, resultou em um padrão de inserção internacional bastante diferenciado em relação à maioria dos países em desenvolvimento. A estabilidade cambial obtida com a formação de reservas em dólar foi pedra angular dessa estratégia, além de reafirmar a liderança da China na Ásia.
Luciana Acioly. O iuane e a inserção externa da China. In: Desafios, set./2005, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima, que realça os atuais mecanismos utilizados pela China para a ampliação de sua riqueza nacional, julgue os itens subseqüentes.
Contribui para a impessoalidade do texto a constituição de sujeitos cujos núcleos estão expressos por substantivos abstratos.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, que, seguindo seus interesses particulares, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
Internet: <www.hystoria.hpg.ig.com.br> (com adaptações).
Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
A abertura dos portos do Brasil, em 1808, inscreve-se na lógica do liberalismo econômico, especialmente por ter significado rompimento com o princípio do monopólio comercial sobre o qual se assentava o regime colonial português.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, que, seguindo seus interesses particulares, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
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Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
A expressão francesa laissez-faire, laissez-passer sintetiza a política econômica adotada pelos países capitalistas na segunda metade do século XVIII. Entretanto, a rigor, apenas a França apresentava as condições exigidas para essa adoção, visto que se encontrava à margem dos conflitos europeus, por ter intensificado sua produção industrial e fortalecido o poder absolutista do Estado.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, que, seguindo seus interesses particulares, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
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Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
Ao defender a livre concorrência, a competição entre os produtores e o funcionamento da economia subordinada às leis naturais do mercado, a denominada “mão invisível”, Adam Smith explicita alguns dos princípios fundamentais do liberalismo, contrapondo-se ao mercantilismo até então praticado.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, que, seguindo seus interesses particulares, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
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Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
Em sua obra clássica, Adam Smith, ao criticar as práticas intervencionistas do Estado na esfera econômico-social, traduzia as aspirações industrialistas da nova burguesia em ascensão.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, que, seguindo seus interesses particulares, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
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Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
As idéias de Adam Smith apresentadas no texto contrapõem-se ao mundo econômico de hoje, haja vista a forte intervenção dos estados nacionais, que comandam os fluxos de capitais e de mercadorias, restringindo-os à esfera dos blocos econômicos regionais aos quais pertencem.
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Adam Smith publicou, em 1776, a obra Uma Investigação Sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, em que procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava do trabalho dos indivíduos, queC, seguindo seus interesses particularesC, promoviam, no conjunto, a ordem e o progresso da nação. Para ele, ao contrário dos mercantilistas, não havia necessidade de o Estado intervir na economia, pois ela era guiada por uma mão invisível, isto é, pelas leis naturais do mercado. Essas leis eram a livre concorrência e a competição entre os produtores, as quais determinavam o preço das mercadorias e eliminavam os fracos e os ineficientes. Assim, o próprio mercado regulamentava a economia, proporcionando harmonia social, sem a necessidade da intervenção da autoridade pública.
Smith ensinava que a produção nacional podia crescer por meio da divisão do trabalho, criando-se especializações capazes de aumentar a produtividade e fazer baixar o preço das mercadorias. Na opinião de Smith, se o trabalho determinava a prosperidade nacional e o valor das mercadorias, ele não se realizava sem o trabalhador, e este não vivia sem o salário. Como os trabalhadores buscavam ganhar o máximo possível, e os empregadores, pagar o mínimo possível, o salário estava condicionado à procura e à oferta de mão-de-obra. Os patrões levavam vantagem, mas nunca deveriam pagar menos do que fosse necessário para o trabalhador se manter. “Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz sendo a maior parte de seus membros pobre e miserável.”
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Com referência ao texto anterior e considerando o tema a que ele se reporta, julgue os seguintes itens.
A vírgula é empregada após “que” (l.4) e “particulares” (l.5) para isolar uma oração intercalada.
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