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Foram encontradas 378 questões.

3460607 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

Urbanização e crescimento demográfico são processos relacionados ao desenvolvimento social e econômico. Os países mais industrializados do mundo exibem taxas positivas nesses dois processos.

 

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3460606 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

No Brasil atual, diante das altas taxas de crescimento vegetativo da população, observa-se um quadro de explosão populacional, sobretudo, nas regiões mais urbanizadas do país.

 

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3460605 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

Enquanto o Brasil era um país rural, verificava-se baixa taxa de fecundidade, que era responsável pelos vazios populacionais no interior do país.

 

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3460604 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

A corrente demográfica neomalthusiana considera o crescimento populacional como forma de combate à pobreza nos países menos desenvolvidos, uma vez que ele gera mais capacidade de produção.

 

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3460603 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

No mundo atual, o declínio da taxa de fecundidade e a diminuição no ritmo de crescimento da população no último século contribuíram para a melhoria no padrão de qualidade de vida dos países menos desenvolvidos e para a redução das desigualdades socioeconômicas entre países ricos e pobres.

 

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3460602 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A história da humanidade tem sido a história da luta pela sobrevivência da espécie. O ser humano sempre lutou para se manter vivo diante dos inúmeros obstáculos do dia-a-dia e pela continuidade de sua descendência, constantemente ameaçada pelas altas taxas de mortalidade. Para fazer frente ao desafio da mortalidade, a sociedade se organizava para manter altas taxas de fecundidade, de modo a possibilitar o crescimento populacional. No século XIX, alguns poucos países começaram a vencer a batalha pela vida. Vários fatores contribuíram para a transição da mortalidade: a melhoria do padrão de vida da população, fruto dos ganhos de produtividade ocorridos especialmente a partir da segunda metade do século passado, decorrentes da chamada Segunda Revolução Industrial; as conquistas da medicina, resultado da inovação médica, dos programas de saúde pública, do avanço do saneamento básico, da higiene pessoal e, também, do avanço educacional, que permitiu aos pais melhor atenção aos cuidados das crianças. Assim, alguns países mais industrializados conseguiram uma redução em suas taxas de mortalidade. Nesses países, este processo ocorreu de forma lenta e foi acompanhada, logo em seguida, pela redução das taxas de fecundidade. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, entretanto, a queda da mortalidade caiu muito rapidamente após a Segunda Guerra Mundial e não foi seguida, imediatamente, pela queda da fecundidade. Isto provocou um rápido crescimento populacional, que propiciou a difusão do mito da explosão populacional.

José Eustáquio Diniz Alves. Mitos e realidade da dinâmica populacional. Internet: <www.abep.nepo.unicamp.brs> (com adaptações).

Considerando o texto e o tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

A Segunda Revolução Industrial, mencionada no texto, que diz respeito à industrialização dos países menos desenvolvidos, teve como consequência a diminuição do contingente populacional.

 

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3460601 Ano: 2007
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Adivinhações. O que é, o que é?

Enunciado 3505623-1

A B

a) Moleque arteiro, de pito na boca e capuz vermelho.

Saci-pererê

b) Moça bonita que vive a cantar a todo rapaz ela quer conquistar.

Iara, mãe d’água

c) Cabelos cor de fogo e pés para trás; de alcançá-lo ninguém é capaz.

Curupira

d) Com olhos de fogo, de dia não dá; apenas à noite ela pode enxergar.

Boitatá

Ilustralando/UOL – Cartões especiais pelo dia do Folclore (com adaptações).

Considere que as figuras do texto Adivinhações ilustram personagens de lendas correntes no Brasil; na coluna A estão adivinhações a elas relacionadas e, na coluna B, as respostas correspondentes às adivinhações. Aplicando conhecimentos acerca de características dos textos literários à leitura dessas adivinhações, julgue o item subsequente.

Nas quatro adivinhações da coluna A, há rima interna.

 

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3460600 Ano: 2007
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Adivinhações. O que é, o que é?

Enunciado 3505622-1

A B

a) Moleque arteiro, de pito na boca e capuz vermelho.

Saci-pererê

b) Moça bonita que vive a cantar a todo rapaz ela quer conquistar.

Iara, mãe d’água

c) Cabelos cor de fogo e pés para trás; de alcançá-lo ninguém é capaz.

Curupira

d) Com olhos de fogo, de dia não dá; apenas à noite ela pode enxergar.

Boitatá

Ilustralando/UOL – Cartões especiais pelo dia do Folclore (com adaptações).

Considere que as figuras do texto Adivinhações ilustram personagens de lendas correntes no Brasil; na coluna A estão adivinhações a elas relacionadas e, na coluna B, as respostas correspondentes às adivinhações. Aplicando conhecimentos acerca de características dos textos literários à leitura dessas adivinhações, julgue o item subsequente.

O conjunto de adivinhações da coluna A, tendo isonomia de ritmo e esquema de rima, constitui-se como versos de um quarteto.

 

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3460599 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Adivinhações. O que é, o que é?

Enunciado 3505621-1

A B

a) Moleque arteiro, de pito na boca e capuz vermelho.

Saci-pererê

b) Moça bonita que vive a cantar a todo rapaz ela quer conquistar.

Iara, mãe d’água

c) Cabelos cor de fogo e pés para trás; de alcançá-lo ninguém é capaz.

Curupira

d) Com olhos de fogo, de dia não dá; apenas à noite ela pode enxergar.

Boitatá

Ilustralando/UOL – Cartões especiais pelo dia do Folclore (com adaptações).

Considere que as figuras do texto Adivinhações ilustram personagens de lendas correntes no Brasil; na coluna A estão adivinhações a elas relacionadas e, na coluna B, as respostas correspondentes às adivinhações. Aplicando conhecimentos acerca de características dos textos literários à leitura dessas adivinhações, julgue o item subsequente.

Água, fogo e terra estão representados nas caracterizações das personagens ilustradas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3460598 Ano: 2007
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Adivinhações. O que é, o que é?

Enunciado 3505620-1

A B

a) Moleque arteiro, de pito na boca e capuz vermelho.

Saci-pererê

b) Moça bonita que vive a cantar a todo rapaz ela quer conquistar.

Iara, mãe d’água

c) Cabelos cor de fogo e pés para trás; de alcançá-lo ninguém é capaz.

Curupira

d) Com olhos de fogo, de dia não dá; apenas à noite ela pode enxergar.

Boitatá

Ilustralando/UOL – Cartões especiais pelo dia do Folclore (com adaptações).

Considere que as figuras do texto Adivinhações ilustram personagens de lendas correntes no Brasil; na coluna A estão adivinhações a elas relacionadas e, na coluna B, as respostas correspondentes às adivinhações. Aplicando conhecimentos acerca de características dos textos literários à leitura dessas adivinhações, julgue o item subsequente.

As figuras retratadas indicam que, a despeito da força representada pelo poder do colonizador, a cultura brasileira exprime uma construção histórica rica e diversificada, para a qual grupos étnicos e sociais dominados — como indígenas e africanos — deram sua decisiva contribuição.

 

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