Foram encontradas 378 questões.
Adivinhações. O que é, o que é?

| A | B |
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(a) Moleque arteiro, de pito na boca e capuz vermelho. |
Saci-pererê |
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(b) Moça bonita que vive a cantar a todo rapaz ela quer conquistar. |
Iara, mãe d’água |
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(c) Cabelos cor de fogo e pés para trás; de alcançá-lo ninguém é capaz. |
Curupira |
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(d) Com olhos de fogo, de dia não dá; apenas à noite ela pode enxergar. |
Boitatá |
Ilustralando/UOL – Cartões especiais pelo dia do Folclore (com adaptações).
Considere que as figuras do texto Adivinhações ilustram personagens de lendas correntes no Brasil; na coluna A estão adivinhações a elas relacionadas e, na coluna B, as respostas correspondentes às adivinhações. Aplicando conhecimentos acerca de características dos textos literários à leitura dessas adivinhações, julgue o item subsequente.
Na adivinhação (b), a expressão “a todo rapaz” é complemento do verbo “cantar”.
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O escritor Kaká Wera resolveu testar uma nova forma de ensinar a cultura indígena nas escolas: afastar os professores dos livros e fazê-los vivenciar mitos, cantos e danças dos índios em um espaço que reproduz uma oca. O que o motivou a abrir a oca-escola foram os livros didáticos. “Percebi que tudo sobre o índio, nos livros, aparecia no passado. O índio fazia aquilo, gostava daquilo, usava aquele adereço” — era, para ele, como se já tivessem, com esse tempo verbal, colocado toda uma cultura no passado, como se ela não fizesse mais parte do país. Ele imagina que, pela experimentação, os significados dos mitos farão sentido no cotidiano dos professores. “É pelos mitos que se registra a sabedoria.” Essa sabedoria se mescla às danças e aos cantos.
Gilberto Dimenstein. O cidadão de papel. São Paulo: Ática, 2005, p. 113-4 (com adaptações).
Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos linguísticos, históricos e geográficos, julgue o item que se segue.
Os pares de aspas que foram usadas nas linhas 6-8 e 12-13 têm a mesma finalidade: indicar a fala de Kaká Wera.
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O escritor Kaká Wera resolveu testar uma nova forma de ensinar a cultura indígena nas escolas: afastar os professores dos livros e fazê-los vivenciar mitos, cantos e danças dos índios em um espaço que reproduz uma oca. O que o motivou a abrir a oca-escola foram os livros didáticos. “Percebi que tudo sobre o índio, nos livros, aparecia no passado. O índio fazia aquilo, gostava daquilo, usava aquele adereço” — era, para ele, como se já tivessem, com esse tempo verbal, colocado toda uma cultura no passado, como se ela não fizesse mais parte do país. Ele imagina que, pela experimentação, os significados dos mitos farão sentido no cotidiano dos professores. “É pelos mitos que se registra a sabedoria.” Essa sabedoria se mescla às danças e aos cantos.
Gilberto Dimenstein. O cidadão de papel. São Paulo: Ática, 2005, p. 113-4 (com adaptações).
Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos linguísticos, históricos e geográficos, julgue o item que se segue.
A criação do vocábulo composto “oca-escola” segue o mesmo processo de formação de palavras dos vocábulos guarda-roupa e pára-choque: substantivo + substantivo.
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O escritor Kaká Wera resolveu testar uma nova forma de ensinar a cultura indígena nas escolas: afastar os professores dos livros e fazê-los vivenciar mitos, cantos e danças dos índios em um espaço que reproduz uma oca. O que o motivou a abrir a oca-escola foram os livros didáticos. “Percebi que tudo sobre o índio, nos livros, aparecia no passado. O índio fazia aquilo, gostava daquilo, usava aquele adereço” — era, para ele, como se já tivessem, com esse tempo verbal, colocado toda uma cultura no passado, como se ela não fizesse mais parte do país. Ele imagina que, pela experimentação, os significados dos mitos farão sentido no cotidiano dos professores. “É pelos mitos que se registra a sabedoria.” Essa sabedoria se mescla às danças e aos cantos.
Gilberto Dimenstein. O cidadão de papel. São Paulo: Ática, 2005, p. 113-4 (com adaptações).
Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos linguísticos, históricos e geográficos, julgue o item que se segue.
Os conflitos com as populações indígenas verificados no Brasil decorrem, entre outros fatores, do avanço de fronteiras, em que se estruturam novos espaços econômicos e se intensifica a exploração dos recursos naturais, como visto na região Norte do país.
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O escritor Kaká Wera resolveu testar uma nova forma de ensinar a cultura indígena nas escolas: afastar os professores dos livros e fazê-los vivenciar mitos, cantos e danças dos índios em um espaço que reproduz uma oca. O que o motivou a abrir a oca-escola foram os livros didáticos. “Percebi que tudo sobre o índio, nos livros, aparecia no passado. O índio fazia aquilo, gostava daquilo, usava aquele adereço” — era, para ele, como se já tivessem, com esse tempo verbal, colocado toda uma cultura no passado, como se ela não fizesse mais parte do país. Ele imagina que, pela experimentação, os significados dos mitos farão sentido no cotidiano dos professores. “É pelos mitos que se registra a sabedoria.” Essa sabedoria se mescla às danças e aos cantos.
Gilberto Dimenstein. O cidadão de papel. São Paulo: Ática, 2005, p. 113-4 (com adaptações).
Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos linguísticos, históricos e geográficos, julgue o item que se segue.
Depreende-se do trecho “Percebi (...) adereço” uma crítica à linguagem usada nos livros didáticos para falar a respeito dos índios, sempre com verbos no pretérito.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
“Ler Macunaíma é subversivo” porque, entre outras razões, essa obra rompe com estereótipos, como, por exemplo, o de que o êxodo rural assegura vida superior, em qualidade, à vida campestre.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Tanto após a palavra “inseparáveis” como após “amores”, a vírgula tem a mesma função: marcar a elipse de uma forma verbal.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
Considere-se que o verbete mote, segundo o Novo Dicionário Aurélio, tenha os sentidos seguintes:
1. Conceito, ordinariamente expresso num dístico ou numa quadra, para ser glosado. 2. Epígrafe. 3. Palavra(s) que os antigos cavaleiros tomavam por divisa em suas empresas. 4. Divisa, lema.
Nessa situação, no trecho “Como mote no caminhar de suas aventuras (...) muiraquitã” (R.9-11), a palavra “mote” tem o sentido 1 do verbete do dicionário citado.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
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Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
A expressão “em todos os tempos, o tempo todo” pode ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, por: em todos os momentos e a época toda.
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Macunaíma – quem é esse brasileiro?
Foi nos mitos e lendas coligidos na Amazônia por um naturalista alemão que Mário de Andrade conheceu o deus Makunaima, figura intrigante do folclore brasileiro, astuto, zombeteiro e alegre.
Ele criou vida própria em 1928 na rapsódia modernista do autor. Nasceu da mistura de três etnias: negro, índio e branco. Nasceu da mistura dos textos do folclore brasileiro. Nasceu dos mitos e lendas do Brasil. Vive na multiplicidade de se tornar vários seres, em todos os tempos, o tempo todo, em todos os lugares. Como mote no caminhar de suas aventuras, não havia a salvação de uma dama ou de um ideal, mas a busca de um amuleto: muiraquitã. Como companheiros fiéis e inseparáveis, seus irmãos Maanape e Jiguê. Como amores, todas as mulheres, deusas, semideusas, simples mortais.
Transpôs obstáculos para reaver sua muiraquitã. Encontrou-a às margens do Tietê, na cidade de São Paulo. Lutou contra o vilão Venceslau Pietro Pietra. Terminou seus dias sem a consagração que merece todo herói, mas narrando suas glórias a um papagaio. Virou estrela. Uma das grandes estrelas da Literatura Brasileira. Ler Macunaíma é subversivo, é divertido, é gostoso.
Internet: <www.mec.gov.br> (com adaptações).
Considerando as estruturas do texto e o contexto histórico brasileiro nos anos 20 do século passado, julgue o item subsequente.
O pronome “Ele”, no início do segundo parágrafo, tem como referente “folclore brasileiro”.
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