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Foram encontradas 378 questões.

3460567 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

Na fala de Brás “eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão” foi empregada linguagem conotativa.

 

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3460566 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

Na seqüência “Bárbaros! Assassinos! Traidores!”, dirigida às figuras citadas nas linhas de 2 a 4, evidencia-se a figura de linguagem denominada gradação, ou clímax.

 

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3460565 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

No fragmento apresentado, a escrita é ousada, com traços de crítica social e temática que ainda hoje poderia ser considerada atual.

 

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3460564 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

As falas de Brás, mais do que as de Satanás, apresentam linguagem contestatória e passagens rimadas.

 

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3460563 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

Pela disposição das vozes antecedidas pelo nome do falante e por um travessão e pela indicação entre parênteses das mudanças cênicas, constata-se que o texto é do gênero dramático.

 

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3460562 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

Os padrões políticos do Brasil, no Segundo Reinado, aos quais o texto se reporta sutilmente, em muito diferem dos que seriam praticados na Primeira República, a começar pela universalização e pelo sigilo do voto, adotados pela Constituição de 1891.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3460561 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Certa entidade em busca de outra

ATO PRIMEIRO

Brás (entrando) — Quem diabo está nesta casa!? (muito admirado) Por um dos reposteiros vi aqui a Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela! Mas o meu rapaz, o meu Ferrabrás; o meu contimpina, que de dia dorme, e de noite maquina! Oh! Esse, nem por sombras me quer aparecer, ou eu pude ver! Bárbaros! Assassinos! Traidores! Que tudo me roubam e depois querem que eu trabalhe para sustentá-los! Infames! Escravizam em vez de libertarem... Hei de lançar por terra tão indigno governo! Ou hão de os governantes e governados terem direitos e deveres, ou nenhum governo durará no poder mais que treze meses! A Nação, cujo espírito será como o de um só homem, os inutilizará, a todos embrutecendo ou a cabeça fedendo!

(...)

(aparece Satanás)

Brás — Infeliz! Que fazes aqui?
Satanás — Sou Satanás, rei dos infernos, encarregado pelos demônios para destruirmos os maus!
Brás — Oh! Dai-me um abraço! Sois meu Irmão, meu amigo e companheiro! Estais armado?
Satanás — Sim. Trago as armas — do poder e da vingança.
Brás — Pois sabei que eu empunho a espada da justiça; o revólver do direito e o punhal da razão! Combina-se bem com as tuas. Triunfaremos!
Satanás — Sem dúvida. Com tais armas, jamais haverá poder que nos possa vencer!

Qorpo-Santo. In: Literatura brasileira: textos

literários em meio eletrônico. Internet: <www.dominiopublico.gov.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, extraído da obra Qorpo-Santo, produzida no final do século XIX, julgue o item que se segue.

Na passagem “Satanás com olhos adiante e pernas atrás! Depois vi Judas Iscariotes, que andava a trotes! Por uma janela, a Micaela abrindo a boca de gamela!” (R.2-5), o autor ilustra, por meio de características cômicas, defeitos físicos e morais de personagens.

 

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3460560 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3505582-1

Camuflados sob os mais variados disfarces, deuses e heróis gregos conseguiram, embora a duras penas, atravessar toda a Idade Média. Na Renascença, porém, recobertos com sua roupagem de gala, regressaram triunfantes, de corpo inteiro, para não mais se esconder. Salva pelos poetas, artistas, filósofos e pelo Cristianismo, a herança clássica converteu-se em tesouro cultural: Camões, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, apenas para citar o triângulo maior da poesia em língua portuguesa, estão aí para prová-lo.

Junito de Souza Brandão. Mitologia grega. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 34 (com adaptações).

A partir das estruturas do texto, dos conhecimentos acerca do fenômeno literário e de aspectos históricos do mundo ocidental, julgue o item subsequente.

Quanto a aspectos culturais, a Europa medieval foi marcada pela visão teocêntrica de mundo, a refletir poderosa presença da igreja católica no contexto feudal. Anti-religiosa por definição, a Renascença simbolizou a emergência de uma cultura simultaneamente desvinculada do cristianismo e da busca de explicação racional para os fenômenos da vida.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3460559 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3505581-1

Camuflados sob os mais variados disfarces, deuses e heróis gregos conseguiram, embora a duras penas, atravessar toda a Idade Média. Na Renascença, porém, recobertos com sua roupagem de gala, regressaram triunfantes, de corpo inteiro, para não mais se esconder. Salva pelos poetas, artistas, filósofos e pelo Cristianismo, a herança clássica converteu-se em tesouro cultural: Camões, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, apenas para citar o triângulo maior da poesia em língua portuguesa, estão aí para prová-lo.

Junito de Souza Brandão. Mitologia grega. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 34 (com adaptações).

A partir das estruturas do texto, dos conhecimentos acerca do fenômeno literário e de aspectos históricos do mundo ocidental, julgue o item subsequente.

No fim do parágrafo, o pronome empregado em “prová-lo” reporta-se a “o triângulo maior da poesia em língua portuguesa”.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3460558 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3505580-1

Camuflados sob os mais variados disfarces, deuses e heróis gregos conseguiram, embora a duras penas, atravessar toda a Idade Média. Na Renascença, porém, recobertos com sua roupagem de gala, regressaram triunfantes, de corpo inteiro, para não mais se esconder. Salva pelos poetas, artistas, filósofos e pelo Cristianismo, a herança clássica converteu-se em tesouro cultural: Camões, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, apenas para citar o triângulo maior da poesia em língua portuguesa, estão aí para prová-lo.

Junito de Souza Brandão. Mitologia grega. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 34 (com adaptações).

A partir das estruturas do texto, dos conhecimentos acerca do fenômeno literário e de aspectos históricos do mundo ocidental, julgue o item subsequente.

A conjunção “porém” expressa a relação de oposição entre dois trechos do texto, oposição também evidenciada, semanticamente, no contraste entre “sob os mais variados disfarces” e “com sua roupagem de gala”.

 

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