Foram encontradas 354 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Aí está a prova da intuição política do reformador. Os cidadãos, levados pelo impulso que os faz não descrer jamais da Fortuna, lançam apostas, grandes e pequenas, sobre os nomes dos candidatos. Tais apostas parece que deviam agravar a dor dos vencidos, uma vez que perdiam candidato e dinheiro; mas, em verdade, não perdem as duas coisas. Os cidadãos fizeram disto uma espécie de perdeganha; cada partidário aposta no adversário, de modo que quem perde o candidato ganha o dinheiro, e quem perde o dinheiro ganha o candidato. Assim, em vez de deixar ódios e vinganças, cada eleição estreita mais os vínculos políticos do povo. Não sei se uma grande cidade poderia adotar tal sistema: é duvidoso. Mas para cidades pequenas não creio que haja nada melhor. Tem a doçura, sem a monotonia da víspora.
Machado de Assis. A semana. In: Obra completa, vol. III. Rio de Janeiro: Aguilar, p. 758.
A partir do fragmento de texto acima, de autoria de Machado de Assis, julgue o item.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos caso o trecho “Tais apostas parece que deviam” fosse substituído por qualquer uma das seguintes opções: Parecem que tais apostas deviam ou Tais apostas deviam parecer que.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Aí está a prova da intuição política do reformador. Os cidadãos, levados pelo impulso que os faz não descrer jamais da Fortuna, lançam apostas, grandes e pequenas, sobre os nomes dos candidatos. Tais apostas parece que deviam agravar a dor dos vencidos, uma vez que perdiam candidato e dinheiro; mas, em verdade, não perdem as duas coisas. Os cidadãos fizeram disto uma espécie de perdeganha; cada partidário aposta no adversário, de modo que quem perde o candidato ganha o dinheiro, e quem perde o dinheiro ganha o candidato. Assim, em vez de deixar ódios e vinganças, cada eleição estreita mais os vínculos políticos do povo. Não sei se uma grande cidade poderia adotar tal sistema: é duvidoso. Mas para cidades pequenas não creio que haja nada melhor. Tem a doçura, sem a monotonia da víspora.
Machado de Assis. A semana. In: Obra completa, vol. III. Rio de Janeiro: Aguilar, p. 758.
A partir do fragmento de texto acima, de autoria de Machado de Assis, julgue o item.
Pelo desenvolvimento das idéias do texto, depreende-se que a palavra “Fortuna” foi empregada com o sentido de destino, sorte.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Aí está a prova da intuição política do reformador. Os cidadãos, levados pelo impulso que os faz não descrer jamais da Fortuna, lançam apostas, grandes e pequenas, sobre os nomes dos candidatos. Tais apostas parece que deviam agravar a dor dos vencidos, uma vez que perdiam candidato e dinheiro; mas, em verdade, não perdem as duas coisas. Os cidadãos fizeram disto uma espécie de perdeganha; cada partidário aposta no adversário, de modo que quem perde o candidato ganha o dinheiro, e quem perde o dinheiro ganha o candidato. Assim, em vez de deixar ódios e vinganças, cada eleição estreita mais os vínculos políticos do povo. Não sei se uma grande cidade poderia adotar tal sistema: é duvidoso. Mas para cidades pequenas não creio que haja nada melhor. Tem a doçura, sem a monotonia da víspora.
Machado de Assis. A semana. In: Obra completa, vol. III. Rio de Janeiro: Aguilar, p. 758.
A partir do fragmento de texto acima, de autoria de Machado de Assis, julgue o item.
Machado de Assis, na primeira fase de sua obra, produziu romances vinculados ao ideário do Romantismo, tais como: Ressurreição, A mão e a luva e Helena.
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Aí está a prova da intuição política do reformador. Os cidadãos, levados pelo impulso que os faz não descrer jamais da Fortuna, lançam apostas, grandes e pequenas, sobre os nomes dos candidatos. Tais apostas parece que deviam agravar a dor dos vencidos, uma vez que perdiam candidato e dinheiro; mas, em verdade, não perdem as duas coisas. Os cidadãos fizeram disto uma espécie de perdeganha; cada partidário aposta no adversário, de modo que quem perde o candidato ganha o dinheiro, e quem perde o dinheiro ganha o candidato. Assim, em vez de deixar ódios e vinganças, cada eleição estreita mais os vínculos políticos do povo. Não sei se uma grande cidade poderia adotar tal sistema: é duvidoso. Mas para cidades pequenas não creio que haja nada melhor. Tem a doçura, sem a monotonia da víspora.
Machado de Assis. A semana. In: Obra completa, vol. III. Rio de Janeiro: Aguilar, p. 758.
A partir do fragmento de texto acima, de autoria de Machado de Assis, julgue o item.
O autor menciona, no texto, um sistema de eleições em formato de apostas, em relação a que usa o recurso da ironia, explicitada nos quatro últimos períodos do texto.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
A prevalência do capital financeiro, visível desde meados do século XIX, tende à redução quanto mais se aprofunda o caráter global da economia contemporânea.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
O cenário descrito no texto começa a ser delineado, mais remotamente, em meados do século XIX, quando o avanço tecnológico e a necessidade de altos investimentos impulsionaram a concentração de empresas e de capitais. Essa época, convencionalmente chamada de Segunda Revolução Industrial, marca a expansão imperialista em escala mundial.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
A migração internacional, devido às suas implicações socioeconômicas, geopolíticas e até mesmo culturais, constitui um dos fatores causadores dos “distúrbios” referidos no texto.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
De acordo com o texto, a “abertura das economias à globalização” e a “desregulamentação da vida econômica” minimizaram os riscos sociais relacionados ao desemprego, nesta última fase do neoliberalismo.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
A abolição do espaço, aludida no texto, decorre da diminuição do fluxo internacional de mercadorias, devido à restrição do comércio internacional no interior dos blocos econômicos regionais.
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A aceitação de riscos diz respeito também às empresas em função da concorrência, das escolhas nacionais ou mundiais, as quais também dependem das redes de venda e de produção. As conseqüências podem ser a implantação ou, ao contrário, o fechamento de novas fábricas, com efeitos sobre o emprego e a economia local.
A abertura das economias à globalização, à desregulamentação da vida econômica, que se afirmou a partir do começo dos anos 80 do século XX, a emergência de redes como a Internet sobrepõem-se e traduzem-se no desenvolvimento do mercado virtual. Tanto o espaço quanto o tempo são, de alguma forma, abolidos; a esfera financeira está unificada pela língua (inglesa), pela moeda (o dólar), pelo método (a maximização dos lucros no curto prazo) e pela cultura de Wall Street ou de Chicago. Situamo-nos, assim, no que se pode nomear de um risco sistêmico, em um contexto de complexidades e fragilidades extremas; uma simples disfuncionalidade técnica pode, então, ser 19 comparada a uma espécie de castelo de cartas, que poderia desmoronar pouco a pouco após um simples boato. Os riscos econômicos são analisados igualmente em termos sociais geradores de crises; estes, como desemprego, insegurança e distúrbios.
V. Veyret. Os riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2007, p. 72-3 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as temáticas por ele abordadas, julgue o item.
Entende-se por “redes de venda e de produção” a realização de todas as etapas do processo produtivo em um mesmo lugar ou região, o que caracteriza a auto-suficiência dos países mais industrializados do mundo.
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