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A idéia de Estado-Nação equivale a uma noção muito elaborada. Seu entendimento pressupõe o caminhar por uma linha ininterrupta de idéias que, através do espaço e do tempo, ligam as hordas às grandes potências. O Estado-Nação constitui o resultado das soluções silenciosas e progressivas das questões que surgiram da convivência humana. Querer, em um ensaio, estabelecer o preciso momento e a melhor via em que ocorreram essas soluções é buscar o inalcançável. Entretanto, a forma dessas soluções sempre foi a mesma: o pacto. Seja aquele resultante da imposição do mais poderoso, que, portanto, decorre da racionalização de desvantagens; seja aquele que advém da composição de vontades e que, portanto, resulta da racionalização de vantagens.
Internet: <www.reservaer.com.br> (com adaptações).
Julgue o seguinte item, tendo como referência o texto acima.
Em sua obra Leviatã, Thomas Hobbes, um dos principais expoentes do Iluminismo, sugere que o Estado se origina de pacto social, o que explica a tendência à progressiva democratização.
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A idéia de Estado-Nação equivale a uma noção muito elaborada. Seu entendimento pressupõe o caminhar por uma linha ininterrupta de idéias que, através do espaço e do tempo, ligam as hordas às grandes potências. O Estado-Nação constitui o resultado das soluções silenciosas e progressivas das questões que surgiram da convivência humana. Querer, em um ensaio, estabelecer o preciso momento e a melhor via em que ocorreram essas soluções é buscar o inalcançável. Entretanto, a forma dessas soluções sempre foi a mesma: o pacto. Seja aquele resultante da imposição do mais poderoso, que, portanto, decorre da racionalização de desvantagens; seja aquele que advém da composição de vontades e que, portanto, resulta da racionalização de vantagens.
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Julgue o seguinte item, tendo como referência o texto acima.
O fenômeno da globalização e o estabelecimento de blocos econômicos regionais eliminaram as fronteiras geográficas entre os Estados nacionais.
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A idéia de Estado-Nação equivale a uma noção muito elaborada. Seu entendimento pressupõe o caminhar por uma linha ininterrupta de idéias que, através do espaço e do tempo, ligam as hordas às grandes potências. O Estado-Nação constitui o resultado das soluções silenciosas e progressivas das questões que surgiram da convivência humana. Querer, em um ensaio, estabelecer o preciso momento e a melhor via em que ocorreram essas soluções é buscar o inalcançável. Entretanto, a forma dessas soluções sempre foi a mesma: o pacto. Seja aquele resultante da imposição do mais poderoso, que, portanto, decorre da racionalização de desvantagens; seja aquele que advém da composição de vontades e que, portanto, resulta da racionalização de vantagens.
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Julgue o seguinte item, tendo como referência o texto acima.
Na argumentação do texto, a palavra “pacto” deve ser entendida como indicadora de soluções nefastas, a serem evitadas pelo Estado-Nação.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
O dinamismo do tempo, no sistema feudal europeu, marcado pelas incessantes inovações que transformaram uma agricultura de subsistência em fornecedora de produtos para o mercado, contrapõe-se à morosidade das mudanças ocorridas na Idade Moderna e nas primeiras décadas do século XIX.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
Há situações em que os fatos tendem a se acelerar, dando a impressão de que o tempo histórico passa mais rapidamente que em outras situações. É o que se pode afirmar, por exemplo, a respeito dos fatos ocorridos no Brasil no período colonial, em comparação com a lenta modernização econômica e a expansão urbana experimentadas pelo país a partir dos anos 50 do século XX.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
Na História, o tempo breve está vinculado ao fato, ao acontecimento, ao passo que a longa duração, isto é, o tempo que corre lentamente, diz respeito às estruturas que sustentam e modelam os sistemas ou formas de organização de vida das sociedades.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
Não há História fora do tempo, da mesma forma que ela não existe sem a ação humana.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
No trecho ‘O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor', a preposição estabelece a relação de dependência sintática e semântica entre os termos tesouro e um homem.
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Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
No trecho apresentado entre aspas, predomina o tipo de texto narrativo, permeado por segmentos dissertativos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim; é um pomo exótico que não pode ser repartido, podendo entretanto prover igualmente a todo mundo; onipresente, o tempo está em tudo; existe tempo, por exemplo, nesta mesa antiga: existiu primeiro uma terra propícia, existiu depois uma árvore secular feita de anos sossegados, e existiu finalmente uma prancha nodosa e dura trabalhada pelas mãos de um artesão dia após dia; existe tempo nas cadeiras onde nos sentamos, nos outros móveis da família, nas paredes da nossa casa, na água que bebemos, na terra que fecunda, na semente que germina, nos frutos que colhemos, no pão em cima da mesa.”
Raduan Nassar. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 53-4.
Considerando esse fragmento de texto, extraído da obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, julgue o próximo item.
Raduan Nassar, autor do texto apresentado, pertence ao grupo de autores que lançou a literatura regionalista nordestina, a partir do Manifesto Regionalista de 1926.
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