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sistema. [Do gr. systema, “reunião, grupo”, pelo lat. systema.] S. m. 1. (...). 2. disposição das partes ou dos elementos de um todo, coordenados entre si e que funcionam como uma estrutura organizada.
Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, organizado por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (com adaptações).
Considerando o verbete acima apresentado e as diferentes noções de sistemas, Considerando o verbete acima apresentado e as diferentes noções de sistemas, julgue o tem a seguir.
A substituição da conjunção “e”, em “entre si e que”, por vírgula preservaria a relação de enumeração das características do vocábulo destacado; mas, para que se mantivesse preservado o respeito às regras de concordância, seria necessário também substituir a forma verbal “funcionam” por funciona, visto que o verbo passaria a concordar com a palavra “disposição”.
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sistema. [Do gr. systema, “reunião, grupo”, pelo lat. systema.] S. m. 1. (...). 2. disposição das partes ou dos elementos de um todo, coordenados entre si e que funcionam como uma estrutura organizada.
Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, organizado por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (com adaptações).
Considerando o verbete acima apresentado e as diferentes noções de sistemas, julgue o tem a seguir.
Como verbete de dicionário, o seu texto mostra: a origem da palavra, sua classificação morfológica e as diferentes acepções, das quais, nesse caso, apenas uma acepção foi transcrita.
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Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
Há quase 40 anos, a edição do Ato Institucional n.º 5 alterou a “sintaxe” do discurso político brasileiro; antes, camuflada, a ditadura escancarou-se, reduzindo drasticamente os espaços da discussão política e cerceando as liberdades até então, em parte, preservadas.
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Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
Os últimos oito versos do poema mostram, por meio de vocabulário do campo da linguagem, como pode ocorrer a reconstituição de um curso de água, como se recupera a “sintaxe” desse rio.
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Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
Na construção metafórica do poema, as características da “situação de poço” correspondem às expressas pela inovação vocabular “dicionária”, ressaltando-se, em ambos os casos, o fato de a “água”/“palavra” ser isolada, parada, muda, sem comunicação.
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Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
A ambigüidade decorrente do emprego de “cortado” serve ao propósito semântico do poema de associar rio e discurso-rio.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
A poesia de João Cabral de Melo Neto apresenta as mesmas características estilísticas — construção rigorosa da forma dos versos — e temáticas da obra poética de Vinicius de Moraes.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
A arquitetura formal do poema demonstra que seu autor, João Cabral de Melo Neto, situa-se entre os poetas do Parnasianismo brasileiro.
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Rios sem discurso
1 Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
4 em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
7 isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais; porque assim estancada, muda,
10 e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.
13 O curso de um rio, seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
16 para refazer o fio antigo que fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
19 um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço,
22 em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 350.
Julgue os seguintes itens, a respeito da composição e das idéias do poema de João Cabral de Melo Neto apresentado acima, bem como das relações históricas que podem ser feitas a partir desse texto.
O emprego da palavra “grandiloqüência”, para qualificar a cheia, reforça a associação existente no poema entre rio e discurso.
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Carvoaria Paragominas, Pará. In: Revista de Estudos Avançados,
n.º 45, SãoPaulo: USP, Instituto de Estudos Avançados, 2002, p. 10-1.
Tendo como referência inicial a imagem apresentada acima, que mostra o desenvolvimento de uma atividade em uma carvoaria no Brasil, julgue o item subseqüente.
Inversamente ao que ocorre no Brasil, a biomassa é uma fonte de energia em desuso nos países mais industrializados, que optaram pelas fontes convencionais de energia.
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