Foram encontradas 356 questões.
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
Em geral, as ditaduras latino-americanas, às quais o texto alude, surgiram em contexto de extremismo ideológico próprio da Guerra Fria, expandiram-se entre os anos 60 e 70 e entraram em franco declínio na década seguinte, em meio à crise econômica que elevou drasticamente os índices inflacionários e o peso da dívida externa.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
Totalmente calcado na experiência soviética, o modelo de socialismo adotado pela China seguiu os padrões teóricos marxistas clássicos, a começar pela primazia tanto da cidade em relação ao campo quanto do proletariado urbano em relação ao campesinato, e se manteve relativamente intacto até o dias atuais, conforme mencionado no texto.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
O texto reafirma, ainda que indiretamente, o continuísmo dos diversos governos da URSS, de Lenin a Gorbatchev, sem que rupturas mais pronunciadas tivessem demarcado diferenças entre cada um dos períodos desses governos.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
Em substituição ao período da Guerra Fria, assiste-se, hoje, à construção de uma ordem econômica com base na regionalização, o que obriga alguns países a abdicarem de sua soberania e da proteção de suas fronteiras, em favor de um controle político central.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
A menção, no texto, a um “desastre ecológico irreversível” se justifica pelos crescentes níveis de poluição e pela consequente degradação ambiental causados pela intervenção humana, situação que atingiu escala mundial e é capaz de alterar ciclos biogeoquímicos, como, por exemplo, o da água e o do carbono.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
A preposição “por” introduz um agente para ação verbal expressa em oração de estrutura sintática de voz passiva.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
O texto apresentado remete a um processo que, associado à difusão do capitalismo, estabelece, crescentemente, fluxos materiais e imateriais e se caracteriza pela localização das unidades de produção prioritariamente nos países tecnológica e economicamente desenvolvidos do globo.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
Embora com alcance geográfico limitado, é marcante, nas relações de poder estabelecidas atualmente, a participação das organizações supranacionais dominadas pelos chamados países desenvolvidos, entre as quais se incluem a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
Um dos fatores responsáveis pela alta incidência de AIDS no continente africano é a baixa densidade demográfica, que caracteriza os países periféricos da África subsaariana, região de difícil acesso para o controle e prevenção da doença.
Provas
Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?
In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.
A designação da China como “neocapitalista” diz respeito ao fato de esse país ter-se tornado um polo de atração de indústrias e de capitais estrangeiros bem como ao fato de ter promovido rápida integração, por meio de seu litoral, com os mercados estrangeiros.
Provas
Caderno Container