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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.
Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.
A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.
A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.
Considerando-se as ideias defendidas pelos modernistas, como, por exemplo, Mário e Oswald de Andrade, em textos como Paulicéia Desvairada e Memórias Sentimentais de João Miramar, é correto concluir que o poema O fim das coisas foi escrito antes dessa época.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.
Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.
A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.
A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.
A importância atribuída aos marcos urbanos, representados, nesse poema memorialístico, pelo Cinema Odeon, evidencia a relação entre a estética vanguardista e o movimento de progresso e urbanização.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.
Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.
A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.
A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.
A organização textual do poema apresentado permite inferir, especialmente a partir do verso “Não amadureci ainda bastante” (v.5), que o aludido amadurecimento resulta em aceitação de perda.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.
Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.
A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.
A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.
Com o emprego do particípio “Fechado” (v.1-2), não só se constrói o ritmo do poema, mas também se enfatiza o estado resultante de uma ação acabada.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.
Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.
A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.
A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.
A memória das imagens da cidade mistura-se fortemente aos sonhos e às crenças de Carlos Drummond de Andrade, a ponto de funcionar como esteio da construção do poema apresentado.
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Fotografia sequencial de Eadweard J. Muybridge.
Na época da invenção da máquina fotográfica por Eadweard J. Muybridge, que ficou conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de ter sido o inventor do zoopraxiscópio — dispositivo para projetar os retratos de movimento —, que seria o precursor da película de celulóide usada ainda hoje, era muito grande a distância entre fato científico, percepção visual e representação artística. As implicações estéticas dessas invenções só seriam manifestadas pelos artistas do Movimento Futurista, no início do século XX.
Essas informações e a análise da imagem acima permitem afirmar que
as invenções de Muybridge permitem aos artistas compreender melhor o movimento e tornam mais viável o estudo de um movimento, visto que este pode ser decomposto em uma série de fotografias, em vez de ser examinado a olho nu e em tempo real.
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Fotografia sequencial de Eadweard J. Muybridge.
Na época da invenção da máquina fotográfica por Eadweard J. Muybridge, que ficou conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de ter sido o inventor do zoopraxiscópio — dispositivo para projetar os retratos de movimento —, que seria o precursor da película de celulóide usada ainda hoje, era muito grande a distância entre fato científico, percepção visual e representação artística. As implicações estéticas dessas invenções só seriam manifestadas pelos artistas do Movimento Futurista, no início do século XX.
Essas informações e a análise da imagem acima permitem afirmar que
as experimentações de Muybridge, ao possibilitarem o desenvolvimento cinematográfico e a evolução na forma de representar uma ação, revolucionaram, de modo irreversível, as artes plásticas no século passado.
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Internet: <www.youtube.com>.
Texto I
Reconstruo mentalmente o começo e o final de Blow Up, o considerável filme de Antonioni: pessoas existentes reúnem-se para um jogo inexistente, fazem força, deslocam braços e pernas, perseguem uma bola invisível, mas não atingem o escopo. Tudo se dissolve no ar, sem palavras, tudo existe e inexiste. As definições científicas nos informam que estamos situados no tempo e no espaço. Mas isto será verdade, ou uma verdade provisória? (...) Retorna, inevitável, a ideia da morte. (...) Morte: ampliação gigantesca da fotografia da vida.
Murilo Mendes. Poesia completa e prosa. Rio de
Janeiro: Aguilar, 1994, p. 1.472 (com adaptações).
Texto II
Os primeiros filmes do movimento dadaísta das artes plásticas eram praticamente uma nova forma de pintura: utilizando as possibilidades do cinema, pintores ampliavam as experiências de sua própria arte em filmes que eram basicamente abstratos, sendo mais uma sinfonia visual do que aquilo que aprendemos a ver como filme. A figura acima apresenta um quadro do filme Rhythmus, do artista plástico Hans Richter, rodado à taxa de 24 quadros/segundo. Nesse filme, formas geométricas retangulares variam de tamanho e de localização ao longo do tempo.
Miriam Nogueira Tavares. Cinema digital: novos suportes, mesmas
histórias. In: Revista ARS. São Paulo: USP, p. 38 (com adaptações).
Em matemática, usa-se a ideia de número real para associar um valor a uma grandeza do mundo real e é comum a utilização de outros símbolos e ideias para representar grandezas não existentes, como é o caso do número imaginário \( i = \sqrt{-1} \), ou do símbolo 4, para representar o infinito. Considerando essas informações, bem como os textos I e II e a figura apresentada, julgue o item a seguir.
A ideia de que tudo se dissolve no ar, como mencionado no texto I, é semelhante à que foi defendida por Marx e Engels no Manifesto Comunista: a avassaladora expansão capitalista destruirá todas as formas antigas de organização socioeconômica — tudo que é sólido se dissolve no ar.
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Internet: <www.youtube.com>.
Texto I
Reconstruo mentalmente o começo e o final de Blow Up, o considerável filme de Antonioni: pessoas existentes reúnem-se para um jogo inexistente, fazem força, deslocam braços e pernas, perseguem uma bola invisível, mas não atingem o escopo. Tudo se dissolve no ar, sem palavras, tudo existe e inexiste. As definições científicas nos informam que estamos situados no tempo e no espaço. Mas isto será verdade, ou uma verdade provisória? (...) Retorna, inevitável, a ideia da morte. (...) Morte: ampliação gigantesca da fotografia da vida.
Murilo Mendes. Poesia completa e prosa. Rio de
Janeiro: Aguilar, 1994, p. 1.472 (com adaptações).
Texto II
Os primeiros filmes do movimento dadaísta das artes plásticas eram praticamente uma nova forma de pintura: utilizando as possibilidades do cinema, pintores ampliavam as experiências de sua própria arte em filmes que eram basicamente abstratos, sendo mais uma sinfonia visual do que aquilo que aprendemos a ver como filme. A figura acima apresenta um quadro do filme Rhythmus, do artista plástico Hans Richter, rodado à taxa de 24 quadros/segundo. Nesse filme, formas geométricas retangulares variam de tamanho e de localização ao longo do tempo.
Miriam Nogueira Tavares. Cinema digital: novos suportes, mesmas
histórias. In: Revista ARS. São Paulo: USP, p. 38 (com adaptações).
Em matemática, usa-se a ideia de número real para associar um valor a uma grandeza do mundo real e é comum a utilização de outros símbolos e ideias para representar grandezas não existentes, como é o caso do número imaginário \( i = \sqrt{-1} \), ou do símbolo 4, para representar o infinito. Considerando essas informações, bem como os textos I e II e a figura apresentada, julgue o item a seguir.
O cinema deve ser considerado uma pan-arte porque pode incorporar outras artes, como o teatro, a dança, a pintura, a música e a arquitetura, mas não, o romance e a poesia.
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Internet: <www.youtube.com>.
Texto I
Reconstruo mentalmente o começo e o final de Blow Up, o considerável filme de Antonioni: pessoas existentes reúnem-se para um jogo inexistente, fazem força, deslocam braços e pernas, perseguem uma bola invisível, mas não atingem o escopo. Tudo se dissolve no ar, sem palavras, tudo existe e inexiste. As definições científicas nos informam que estamos situados no tempo e no espaço. Mas isto será verdade, ou uma verdade provisória? (...) Retorna, inevitável, a ideia da morte. (...) Morte: ampliação gigantesca da fotografia da vida.
Murilo Mendes. Poesia completa e prosa. Rio de
Janeiro: Aguilar, 1994, p. 1.472 (com adaptações).
Texto II
Os primeiros filmes do movimento dadaísta das artes plásticas eram praticamente uma nova forma de pintura: utilizando as possibilidades do cinema, pintores ampliavam as experiências de sua própria arte em filmes que eram basicamente abstratos, sendo mais uma sinfonia visual do que aquilo que aprendemos a ver como filme. A figura acima apresenta um quadro do filme Rhythmus, do artista plástico Hans Richter, rodado à taxa de 24 quadros/segundo. Nesse filme, formas geométricas retangulares variam de tamanho e de localização ao longo do tempo.
Miriam Nogueira Tavares. Cinema digital: novos suportes, mesmas
histórias. In: Revista ARS. São Paulo: USP, p. 38 (com adaptações).
Em matemática, usa-se a ideia de número real para associar um valor a uma grandeza do mundo real e é comum a utilização de outros símbolos e ideias para representar grandezas não existentes, como é o caso do número imaginário \( i = \sqrt{-1} \), ou do símbolo 4, para representar o infinito. Considerando essas informações, bem como os textos I e II e a figura apresentada, julgue o item a seguir.
A imagem abstrata mostrada na figura apresenta formas geométricas simples, localizadas em diferentes porções do plano que contém o quadro. A localização das formas geométricas e os seus tamanhos variados proporcionam equilíbrio à imagem.
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