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Foram encontradas 356 questões.

3642637 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Uma entrevistadora cubana, em Miami, deu uma verdadeira prensa no ator porto-riquenho Benício del Toro ao entrevistá-lo durante o lançamento do filme Che. Ela cobrava e acusava-o de ter feito um filme a favor de Che. O filme é mesmo a favor, romantiza de novo o personagem, fundindo o revolucionário, o mártir, o santo. Certas feridas e ideologias são recidivas. Pareciam estar conversando em 1960. No entanto, 50 anos se passaram. De lá para cá, houve o desmascaramento de Stalin por Krushev; daí a pouco acabou a União Soviética, o Muro de Berlim ruiu, a Guerra Fria ficou congelada, a China virou neocapitalista sem deixar de ser “velhassocialista”, os EUA se afundaram em uma crise humilhante, os ditadores militares latino-americanos saíram de moda e foram substituídos por aqueles que eles perseguiam, enfim, vieram os terroristas, os homens e as mulheres-bombas no Oriente Médio, a AIDS, a Internet, e dizem que o mundo vai acabar daqui a pouco, não pela bomba atômica, mas em um desastre ecológico irreversível. Affonso Romano de Sant’Ana. Que fazer de Che Guevara?

In: Correio Braziliense, 8/2/2009, Caderno C, p. 6 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência e considerando a multiplicidade de conhecimentos que ele suscita, julgue o item a seguir.

No trecho “Ela cobrava e acusava-o”, o pronome “o” refere-se a “Benício del Toro” e foi omitido após a forma verbal “cobrava” para se evitar repetição de palavra. Portanto, o acréscimo dele, escrevendo-se cobrava-o, não prejudicaria a correção gramatical do texto nem seu sentido original.

 

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3642636 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A arte retrata a vida

Cidade de Deus mescla entretenimento e realidade brasileira. Logo de início, o filme apresenta sons e imagens de uma faca sendo amolada. Em seguida, surgem rápidas cenas que mostram um animado churrasco, com muita música, carne e alegria. Em um canto, estão presas várias galinhas, que, aos poucos, vão sendo depenadas e mortas. Uma delas assiste a tudo com olhar atônito. “Não quero morrer”, deve pensar consigo mesma, “preciso sair daqui”. A galinha consegue se soltar e foge, o mais rápido que pode, pelas estreitas ruas do local onde se encontra. Esse insólito início causa espanto em quem conhece um pouco da história de Cidade de Deus, filme dirigido por Fernando Meirelles. Não seria este o filme a mostrar e debater a questão da violência nas favelas brasileiras? Mas esta surpresa não dura muito tempo. Em meio à tentativa de se capturar novamente a galinha fugitiva, alguém grita para atirar nela.

Francisco Russo. Sétima arte (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, julgue o seguinte item.

Os temas violência e favelização abordados no filme Cidade de Deus remetem ao processo de periferização em cidades brasileiras, alimentado pelo crescimento populacional.

 

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3642635 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A arte retrata a vida

Cidade de Deus mescla entretenimento e realidade brasileira. Logo de início, o filme apresenta sons e imagens de uma faca sendo amolada. Em seguida, surgem rápidas cenas que mostram um animado churrasco, com muita música, carne e alegria. Em um canto, estão presas várias galinhas, que, aos poucos, vão sendo depenadas e mortas. Uma delas assiste a tudo com olhar atônito. “Não quero morrer”, deve pensar consigo mesma, “preciso sair daqui”. A galinha consegue se soltar e foge, o mais rápido que pode, pelas estreitas ruas do local onde se encontra. Esse insólito início causa espanto em quem conhece um pouco da história de Cidade de Deus, filme dirigido por Fernando Meirelles. Não seria este o filme a mostrar e debater a questão da violência nas favelas brasileiras? Mas esta surpresa não dura muito tempo. Em meio à tentativa de se capturar novamente a galinha fugitiva, alguém grita para atirar nela.

Francisco Russo. Sétima arte (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto apresentado, julgue o seguinte item.

O termo “esta surpresa” constitui figura de linguagem, visto que se atribui à galinha o sentimento de surpresa, caracterizando-se a personificação.

 

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3642634 Ano: 2009
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013568-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

Deduz-se da cena ilustrada na figura apresentada que, no filme Rio 40 Graus, a estética da fotografia e as personagens contradizem o que se afirma no texto, no que concerne ao caminho seguido pelo “Cinema Novo dos anos 60”.

 

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3642633 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013567-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

Considerando-se a organização dos argumentos no texto, verifica-se que a inserção da palavra também antes de “críticos cinematográficos” preservaria a coerência das ideias e a correção gramatical do texto.

 

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3642632 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013566-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

A denúncia do subdesenvolvimento, presente na temática do “Cinema Novo dos anos 60”, perdeu lugar no contexto socioeconômico brasileiro atual devido às transformações pelas quais o país passou, como a de ter superado os problemas sociais e econômicos que o colocavam ao lado dos países mais pobres do mundo

 

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3642631 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013565-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

No texto, o tempo verbal empregado na forma “seguiria” indica, no desenvolvimento da argumentação, dúvida e pouca confiança do autor quanto ao julgamento de ter “o novo cinema brasileiro” seguido “uma estética acentuadamente politizada”.

 

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3642630 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013564-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

A “estética acentuadamente politizada” do “Cinema Novo dos anos 60” desenvolve-se em meio ao colapso do regime liberal que, instaurado com o fim do Estado Novo de Vargas, teve nos governos Jânio e Jango sua derradeira e dramática expressão.

 

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3642629 Ano: 2009
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Enunciado 4013563-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

No Brasil, o Cinema Novo insere-se em um contexto mais amplo de transformação, que também atinge a música popular, com o surgimento da bossa-nova. Nesse contexto de transformação, impulsionado ou estimulado pelo governo JK, inclui-se a construção da nova capital, Brasília.

 

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3642628 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 4013562-1

Nélson Pereira dos Santos. Rio 40 Graus. Internet: <www.ufmg.br>.

No final da década de 50 do século passado, Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, e O Grande Momento, de Roberto Santos, indicavam o caminho por onde seguiria o novo cinema brasileiro. “Câmara na mão, trata-se de construir” — eram as palavras de ordem. Mas não só o cineasta construía: críticos cinematográficos, estudantes, empresários e público ajudaram a criar o Cinema Novo dos anos 60. Glauber Rocha, então feroz polemista da imprensa baiana, proclamava: “É da independência cultural que nasce o filme brasileiro”. O Cinema Novo desenvolvia-se em torno de uma estética acentuadamente politizada, cujos carros-chefes eram o anti-imperialismo, o anticapitalismo, a denúncia do subdesenvolvimento e a defesa da justiça social e do nacionalismo.

Nosso século. São Paulo: Abril Cultural, 1980, v.5, p. 50 (com adaptações).

Tendo como referência o texto e a figura apresentada, que ilustra uma cena do filme Rio 40 Graus, de Nélson Pereira dos Santos, julgue o item que se segue.

No século XX, a passagem dos anos 50 aos 60 foi de acentuada efervescência política e de radicalização ideológica, notadamente nas áreas definidas como Terceiro Mundo, tendo-se destacado as independências afro-asiáticas e o impacto causado pela Revolução Cubana.

 

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