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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
Mais do que apenas um movimento artístico, cujo esplendor atingiu dimensão incomparável na Itália, o Renascimento desvela a modernidade na Europa, ao ampliar os horizontes de conhecimento e difundir conceitos fundados no humanismo.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
O ciclo das grandes navegações dos séculos XV e XVI ajudou a completar o processo de transição de um feudalismo em crise a um capitalismo que dava seus passos iniciais. Dessa expansão marítima decorreu a colonização de novas terras, como as americanas. Essa expansão foi essencial para que a Europa incrementasse a acumulação de capital que financiaria o dinamismo econômico da Idade Moderna.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
No segundo fragmento de texto, os termos “do homem” e “de Deus”, na linha 6, dado que exercem função de complemento nominal, não poderiam corretamente ser substituídos, respectivamente, pelos adjetivos cognatos humana e divina.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
Depreende-se do primeiro fragmento de texto que o grande mérito da Renascença foi implementar a restauração de obras antigas, principalmente das artes plásticas, e integrá-las ao acervo cultural da Idade Moderna.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
No primeiro fragmento de texto, a oração “que a colocaram à frente do resto do mundo” exerce função adverbial, denotando consequência do fato expresso na oração que a precede.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
Na Europa do Antigo Regime, a censura do Estado absolutista impedia o florescimento das ideias libertárias, no entanto, nas colônias ibéricas da América, provavelmente em face da ausência física dos dirigentes metropolitanos, a liberdade de circulação dessas ideias, em particular as dos iluministas do século XVIII, estimulou os vários movimentos de independência.
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A Europa viveu uma revolução cultural — a Renascença — nos séculos XV e XVI, nos quais muito dos antigos saberes do continente foi recuperado e um novo espírito de curiosidade científica assegurou-lhe avanços tecnológicos essenciais, que a colocaram à frente do resto do mundo. As viagens de exploração logo se transformaram em grandes ondas de colonização, que chegaram à maior parte do globo.
Philip Parker. Guia Ilustrado Zahar: história
mundial. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 216-7.
O momento das descobertas foi também o momento das rupturas. Ao lado das invenções técnicas, que permitiram as aventuras dos navegantes, transformações nas estruturas materiais e mentais deram início ao que a filosofia e a história chamam de “liberação do indivíduo”, tirando-o do anonimato medieval: “divinização do homem e humanização de Deus”.
Avança a circulação das ideias, com a descoberta, por Gutenberg, do processo de impressão por meio de tipos móveis, com a multiplicação dos livros e o aparecimento da imprensa escrita.
Adauto Nunes. Experiência e destino. In: Adauto Nunes (Org.). A descoberta do
homem e do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.10-1 (com adaptações).
Tendo como referência os fragmentos de texto acima, e considerando a inserção do Brasil no capitalismo nascente e a produção dos seus espaços geográficos, julgue o item e assinale a opção correta no item 20, que é do tipo C.
Na Europa medieval, a circulação do saber foi dificultada pelas condições técnicas, ao passo que, na Idade Moderna, graças à descoberta de Gutenberg, a disseminação do conhecimento foi facilitada e contemplou um público muito maior.
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O gênero epistolar foi largamente difundido em todo o período helenístico, ressaltando-se a circulação literária das cartas de filósofos (Platão e Epicuro, por exemplo) e, a partir do segundo século, as dos apóstolos e as de outras figuras cristãs importantes. O que interessa, sobretudo, destacar é que a carta guarda relações genéricas tanto com o diálogo quanto com a narrativa. A carta, ainda que contenha uma narrativa, configura sempre um diálogo potencial em que o remetente marca seu texto com indícios que determinam o seu lugar, bem como o do recebedor. O narrador de uma carta não deixa de ser, por natureza, um narrador representado, como é Sócrates na República, de Platão.
Jacyntho Lins Brandão. A invenção do romance.
Brasília: Ed. UnB, 2005, p. 130-1 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o próximo item.
A obra República é uma longa carta escrita por Sócrates e reproduzida por Platão. Nesse texto, Sócrates propõe uma tese sobre a natureza da linguagem.
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O gênero epistolar foi largamente difundido em todo o período helenístico, ressaltando-se a circulação literária das cartas de filósofos (Platão e Epicuro, por exemplo) e, a partir do segundo século, as dos apóstolos e as de outras figuras cristãs importantes. O que interessa, sobretudo, destacar é que a carta guarda relações genéricas tanto com o diálogo quanto com a narrativa. A carta, ainda que contenha uma narrativa, configura sempre um diálogo potencial em que o remetente marca seu texto com indícios que determinam o seu lugar, bem como o do recebedor. O narrador de uma carta não deixa de ser, por natureza, um narrador representado, como é Sócrates na República, de Platão.
Jacyntho Lins Brandão. A invenção do romance.
Brasília: Ed. UnB, 2005, p. 130-1 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o próximo item.
A carta é um dos tipos de texto relacionados à filosofia e disponíveis desde a Antiguidade. Atualmente, por e-mail, pode-se realizar a troca de correspondência filosófica não só entre um remetente e um destinatário, mas também entre pessoas de um grupo, o que amplia o diálogo e acrescenta à filosofia um novo registro, o virtual.
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O gênero epistolar foi largamente difundido em todo o período helenístico, ressaltando-se a circulação literária das cartas de filósofos (Platão e Epicuro, por exemplo) e, a partir do segundo século, as dos apóstolos e as de outras figuras cristãs importantes. O que interessa, sobretudo, destacar é que a carta guarda relações genéricas tanto com o diálogo quanto com a narrativa. A carta, ainda que contenha uma narrativa, configura sempre um diálogo potencial em que o remetente marca seu texto com indícios que determinam o seu lugar, bem como o do recebedor. O narrador de uma carta não deixa de ser, por natureza, um narrador representado, como é Sócrates na República, de Platão.
Jacyntho Lins Brandão. A invenção do romance.
Brasília: Ed. UnB, 2005, p. 130-1 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o próximo item.
Suprimidos os elementos de ênfase empregados, e atendendo-se à recomendação de concisão textual, o período que se inicia na linha 5 assim deveria ser escrito: Interessa destacar as relações genéricas da carta com o diálogo e a narrativa.
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