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A água é um recurso natural essencial à vida e presente em grande parte das atividades humanas. O desenvolvimento socioeconômico de uma cidade, região ou país depende da disponibilidade, distribuição e qualidade desse recurso. A respeito desse tema, julgue o item a seguir.
Entre os fatores que impactam de forma negativa a disponibilidade da água para diferentes usos no Brasil incluem-se a desigual distribuição da chuva no território brasileiro, a falta de investimento em captação, armazenamento e distribuição, o desmatamento e a destruição de mananciais e áreas de recarga.
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A água é um recurso natural essencial à vida e presente em grande parte das atividades humanas. O desenvolvimento socioeconômico de uma cidade, região ou país depende da disponibilidade, distribuição e qualidade desse recurso. A respeito desse tema, julgue o item a seguir.
Em regiões produtivas do agronegócio, dado o consumo intensivo da água para atividades de irrigação, criação de animais e agroindústria, o índice de desperdício da água é alto e seu consumo é maior que o consumo urbano em cidades de pequeno e médio porte.
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Tradução livre: Eu amo o povo mexicano, mas o México não é nosso amigo. Eles estão nos matando na fronteira, nos postos de trabalho e nas disputas comerciais.
A postagem acima, feita pelo então candidato à presidência dos Estados Unidos da América (EUA) em junho de 2015, reflete uma visão de mundo contrária ao processo de globalização e uma mudança no papel dos EUA no cenário geopolítico atual. A respeito de aspectos relacionados a esse novo cenário geopolítico, julgue o item que se segue.
A despeito das justificativas de Donald Trump para a construção de um muro que separe os EUA do México, tal ideia tem gerado incerteza no cenário econômico mundial e estimulado a disseminação de manifestações políticas xenofóbicas em outros países.
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Tradução livre: Eu amo o povo mexicano, mas o México não é nosso amigo. Eles estão nos matando na fronteira, nos postos de trabalho e nas disputas comerciais.
A postagem acima, feita pelo então candidato à presidência dos Estados Unidos da América (EUA) em junho de 2015, reflete uma visão de mundo contrária ao processo de globalização e uma mudança no papel dos EUA no cenário geopolítico atual. A respeito de aspectos relacionados a esse novo cenário geopolítico, julgue o item que se segue.
A medida adotada pelos EUA no âmbito do NAFTA, consistente na instalação de fábricas e empresas de serviços no México para competir com empresas japonesas, chinesas e europeias, gerou desenvolvimento socioeconômico no México, mas eliminou milhares de postos de trabalho nos EUA, o que justifica a alegação de Donald Trump na referida postagem.
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Tradução livre: Eu amo o povo mexicano, mas o México não é nosso amigo. Eles estão nos matando na fronteira, nos postos de trabalho e nas disputas comerciais.
A postagem acima, feita pelo então candidato à presidência dos Estados Unidos da América (EUA) em junho de 2015, reflete uma visão de mundo contrária ao processo de globalização e uma mudança no papel dos EUA no cenário geopolítico atual. A respeito de aspectos relacionados a esse novo cenário geopolítico, julgue o item que se segue.
O discurso de posse de Donald Trump apontou para grandes mudanças nas relações dos EUA com o restante do mundo, entre elas a intenção de retomada da liderança do país na geopolítica global, a defesa dos interesses desse país contra o livre comércio e a concorrência de empresas estrangeiras e a clara oposição entre o mundo ocidental “civilizado” e os movimentos radicais contrários “não civilizados”.
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Páginas sem glória
A história maior, incluindo a esportiva, não precisa de mais testemunhos, pois aí estão, documentando-a, para além do boca a boca entre gerações, os arquivos todos, os livros e as revistas ilustradas, os filmes e depois os vídeos, os jornais microfilmados nas bibliotecas públicas, os DVDs e a Internet. Mas a história dita menor, quem a documentará? Quanta coisa digna de registro não se carrega para o túmulo: imagens e sensações inesquecíveis, conhecimentos adquiridos depois de longa observação e aprendizado, grandes ideias, sentimentos fundos que nunca foram passados para o papel? No futebol, quantas jogadas espetaculares ou de fina técnica, executadas em treinos, partidas preliminares ou até na várzea, para uma plateia ínfima, embora muitas vezes seleta naquele campo específico do saber?
(...)
Quanto a meu irmão e eu, estávamos em uma idade em que (...) a mente, não estando entupida com o entulho da vida adulta, arquiva o verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto, ainda que o tempo tenha vindo a transformá-lo em uma substância mítica e estilizada, jogadas feitas agora de palavras, mas que me permitem apresentar aos aficionados alguns poucos desses lances, sem muita preocupação com a cronologia, apenas para que se possa ter noção da coisa.
Sérgio Sant’Anna. Páginas sem glória. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 107-8 (com adaptações).
Considerando o fragmento da novela Páginas sem glória, do escritor brasileiro Sérgio Sant’Anna, julgue o item seguinte.
No primeiro parágrafo do texto, a “história dita menor” é apresentada como o oposto da “história maior”, cuja importância o narrador considera reduzida devido à ausência de registro de “imagens e sensações inesquecíveis”.
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Páginas sem glória
A história maior, incluindo a esportiva, não precisa de mais testemunhos, pois aí estão, documentando-a, para além do boca a boca entre gerações, os arquivos todos, os livros e as revistas ilustradas, os filmes e depois os vídeos, os jornais microfilmados nas bibliotecas públicas, os DVDs e a Internet. Mas a história dita menor, quem a documentará? Quanta coisa digna de registro não se carrega para o túmulo: imagens e sensações inesquecíveis, conhecimentos adquiridos depois de longa observação e aprendizado, grandes ideias, sentimentos fundos que nunca foram passados para o papel? No futebol, quantas jogadas espetaculares ou de fina técnica, executadas em treinos, partidas preliminares ou até na várzea, para uma plateia ínfima, embora muitas vezes seleta naquele campo específico do saber?
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Quanto a meu irmão e eu, estávamos em uma idade em que (...) a mente, não estando entupida com o entulho da vida adulta, arquiva o verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto, ainda que o tempo tenha vindo a transformá-lo em uma substância mítica e estilizada, jogadas feitas agora de palavras, mas que me permitem apresentar aos aficionados alguns poucos desses lances, sem muita preocupação com a cronologia, apenas para que se possa ter noção da coisa.
Sérgio Sant’Anna. Páginas sem glória. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 107-8 (com adaptações).
Considerando o fragmento da novela Páginas sem glória, do escritor brasileiro Sérgio Sant’Anna, julgue o item seguinte.
Em “transformá-lo”, a forma pronominal “lo” atua como elemento de coesão textual ao referir-se ao termo “o verdadeiramente memorável”.
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Páginas sem glória
A história maior, incluindo a esportiva, não precisa de mais testemunhos, pois aí estão, documentando-a, para além do boca a boca entre gerações, os arquivos todos, os livros e as revistas ilustradas, os filmes e depois os vídeos, os jornais microfilmados nas bibliotecas públicas, os DVDs e a Internet. Mas a história dita menor, quem a documentará? Quanta coisa digna de registro não se carrega para o túmulo: imagens e sensações inesquecíveis, conhecimentos adquiridos depois de longa observação e aprendizado, grandes ideias, sentimentos fundos que nunca foram passados para o papel? No futebol, quantas jogadas espetaculares ou de fina técnica, executadas em treinos, partidas preliminares ou até na várzea, para uma plateia ínfima, embora muitas vezes seleta naquele campo específico do saber?
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Quanto a meu irmão e eu, estávamos em uma idade em que (...) a mente, não estando entupida com o entulho da vida adulta, arquiva o verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto, ainda que o tempo tenha vindo a transformá-lo em uma substância mítica e estilizada, jogadas feitas agora de palavras, mas que me permitem apresentar aos aficionados alguns poucos desses lances, sem muita preocupação com a cronologia, apenas para que se possa ter noção da coisa.
Sérgio Sant’Anna. Páginas sem glória. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 107-8 (com adaptações).
Considerando o fragmento da novela Páginas sem glória, do escritor brasileiro Sérgio Sant’Anna, julgue o item seguinte.
Em “Mas a história dita menor, quem a documentará?”, a forma verbal “documentará” apresenta dois complementos, um direto e outro indireto.
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Páginas sem glória
A história maior, incluindo a esportiva, não precisa de mais testemunhos, pois aí estão, documentando-a, para além do boca a boca entre gerações, os arquivos todos, os livros e as revistas ilustradas, os filmes e depois os vídeos, os jornais microfilmados nas bibliotecas públicas, os DVDs e a Internet. Mas a história dita menor, quem a documentará? Quanta coisa digna de registro não se carrega para o túmulo: imagens e sensações inesquecíveis, conhecimentos adquiridos depois de longa observação e aprendizado, grandes ideias, sentimentos fundos que nunca foram passados para o papel? No futebol, quantas jogadas espetaculares ou de fina técnica, executadas em treinos, partidas preliminares ou até na várzea, para uma plateia ínfima, embora muitas vezes seleta naquele campo específico do saber?
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Quanto a meu irmão e eu, estávamos em uma idade em que (...) a mente, não estando entupida com o entulho da vida adulta, arquiva o verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto, ainda que o tempo tenha vindo a transformá-lo em uma substância mítica e estilizada, jogadas feitas agora de palavras, mas que me permitem apresentar aos aficionados alguns poucos desses lances, sem muita preocupação com a cronologia, apenas para que se possa ter noção da coisa.
Sérgio Sant’Anna. Páginas sem glória. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 107-8 (com adaptações).
Considerando o fragmento da novela Páginas sem glória, do escritor brasileiro Sérgio Sant’Anna, julgue o item seguinte.
Ao propor que seu relato dos jogos de futebol será feito “sem muita preocupação com a cronologia”, o narrador sugere que a representação literária da memória segue um tempo particular, relacionado à transformação dos fatos rememorados “em uma substância mítica”.
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Páginas sem glória
A história maior, incluindo a esportiva, não precisa de mais testemunhos, pois aí estão, documentando-a, para além do boca a boca entre gerações, os arquivos todos, os livros e as revistas ilustradas, os filmes e depois os vídeos, os jornais microfilmados nas bibliotecas públicas, os DVDs e a Internet. Mas a história dita menor, quem a documentará? Quanta coisa digna de registro não se carrega para o túmulo: imagens e sensações inesquecíveis, conhecimentos adquiridos depois de longa observação e aprendizado, grandes ideias, sentimentos fundos que nunca foram passados para o papel? No futebol, quantas jogadas espetaculares ou de fina técnica, executadas em treinos, partidas preliminares ou até na várzea, para uma plateia ínfima, embora muitas vezes seleta naquele campo específico do saber?
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Quanto a meu irmão e eu, estávamos em uma idade em que (...) a mente, não estando entupida com o entulho da vida adulta, arquiva o verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto, ainda que o tempo tenha vindo a transformá-lo em uma substância mítica e estilizada, jogadas feitas agora de palavras, mas que me permitem apresentar aos aficionados alguns poucos desses lances, sem muita preocupação com a cronologia, apenas para que se possa ter noção da coisa.
Sérgio Sant’Anna. Páginas sem glória. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 107-8 (com adaptações).
Considerando o fragmento da novela Páginas sem glória, do escritor brasileiro Sérgio Sant’Anna, julgue o item seguinte.
O narrador do texto recorre a lembranças da infância para recuperar o que considera ser “verdadeiramente memorável no detalhe e no conjunto”, por meio da recriação de jogadas em linguagem escrita, assumindo que não pretende exprimir-se com sinceridade.
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